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Quarta-feira, 5/8/2020
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Sexy Shop

Metáfora
é
um
fetiche
do
pensamento

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Postado por Metáforas do Zé
5/8/2020 às 15h09

 
Assinatura

Único
traço
para
toda
uma
florada

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Postado por Metáforas do Zé
5/8/2020 às 15h07

 
Agosto

Ventos
a
gosto...

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Postado por Metáforas do Zé
2/8/2020 às 18h41

 
Refrações

A arte se manifesta pela inconsciência
por isso não ouço o que toco, mas sinto a nota que vibra
Não leio o sentido da palavra, mas ouço seu rugido
Não traço a razão das figuras, mas percorro seus rabiscos desesperados...

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Postado por Metáforas do Zé
1/8/2020 às 21h48

 
UMA VISÃO PRAGMÁTICA

Não sou filósofo, sou um homem da planície, ex-advogado por vocação e formação — devo dizê-lo sem laivos de vaidade — e que, por circunstâncias diversas, fiz algumas incursões no território da Filosofia, de um modo superficial. Nada, além disso.

Na vida, sempre imponderável e aleatória, somos apenas peões, as primeiras peças a ser descartadas no tabuleiro do xadrez cósmico que não é senão uma metáfora da Vida contra a Morte, como no filme gótico “O Sétimo Selo”, de Ingmar Bergman, onde um cavaleiro medieval luta até o último fôlego pela sua vida, numa batalha que sabe de antemão perdida.

Qual o cavaleiro medieval, não me resta tanto tempo.

Então, serei breve na abordagem do tema que me propus.

Do ponto de vista pragmático, a meu ver, a vida resume-se, em síntese, a intuições, trocas, escolhas e perdas. Somente.

Intuições revestem-se de caráter polissêmico. Foi graças a elas, que Fleming descobriu a penicilina, num episódio histórico que todos conhecem.

Não fosse seu alto grau de percepção intuitiva, teria jogado fora um material mofado, mas, ao revés, levou-o ao microscópio e descobriu que aonde havia bolor o estafilococo não se desenvolvia, descobrindo então a penicilina, que continua salvando até hoje muitas vidas.

Grande parte das descobertas se deve às intuições, ao empirismo, como no caso da vacina antivariólica.

Já as escolhas, que a vida inteira somos obrigados a fazer, dada a força que as circunstâncias exercem sobre nós, como ressalta Ortega y Gasset, importam, grosso modo, em renúncias. Ao se escolher alguém ou algo, renuncia-se a outrem ou a alguma coisa.

Já as trocas remontam à Roma Antiga, quando o sal era uma mercadoria de inestimável valor, porque muito raro no interior da Europa. Pois bem, essa era a forma de pagamento dos soldados das legiões romanas, donde proveio a palavra soldo. Com o sal compravam-se roupas, alimentos, armas e outras coisas.

A persistência, ao longo dos tempos, da palavra salário, é tanta que até hoje é usada como remuneração em dinheiro, ou seja, a quantia paga ao empregado pelo empregador, pelos serviços a este prestados.

Por derradeiro, falemos agora das perdas, desde as de coisas mais simples até as mais dolorosas e trágicas.

A valoração do sentido da perda, seja por furto, seja por caso fortuito, depende de cada pessoa. Perder-se algo de estimação ou uma coisa comum, quase sempre incomoda, ora mais, ora menos.

Somos todos finitos, bem o sabemos. Mas ninguém se conforma com a morte. É algo que nos contamina e nos envenena aos poucos desde que nos é dado existir e quando começamos a pensar.

Por que, nos perguntamos, o esforço de viver nos exige tanto para depois morrer? Não há resposta plausível. Apenas a falta de sentido de tudo isso.

Não ouso adentrar-me nesta vexata quaestio (perdoem-me o latinório, um velho vício de ofício).

A Filosofia não é uma ciência simples, como abrir uma porta com uma fechadura sem segredo. A Filosofia é multifária e complexa e ao abrir-nos muitos caminhos e descaminhos — sem bússola ou norte magnético, em sentido figurado, obviamente — torna-se fácil nos perdermos.

Esse caráter proteico das buscas e indagações filosóficas decorre necessariamente de sua adaptação à face mutável do tempo, sem o que a Filosofia iria perder o senso de realidade que a lastreia como ciência humana.

Para o bem ou para o mal, gosto de pensar, por tal motivo não vou botar a mão no vespeiro sem ser apicultor.

Divirjo, com o devido respeito, dos filósofos que sustentam que o empirismo e o racionalismo se contrapõem. Para mim, ambos se completam.

Na mitologia grega, por exemplo, a descoberta da figura do centauro num desenho rupestre decorreu de um ato empírico, mas a conclusão de que se tratava do simbolismo de um ser metade animal, metade homem foi fruto do uso da razão. O mesmo sucedeu nos primórdios da Filosofia: foi preciso, antes de tudo, descobrir o que existia em torno do homem pela experiência da observação, ou seja, o empirismo que foi, por assim dizer, o starter que acionou a rodagem da razão para que, a partir daí, a dinâmica filosófica se amoldasse à face do tempo naquele momento histórico do nascimento da Filosofia.

E assim persiste, até os dias de agora, o evolver da Filosofia, como uma ciência em aberto, suscetível de novos achados e descobertas, sem o mínimo intuito de angariar prosélitos, laica que é, por definição.

Isto, porém, não exclui a existência de Deus. Desde os filósofos da Antiguidade, sejam ocidentais ou orientais, sua quase generalidade acreditava na existência de um Ser Supremo, a teor de Sócrates, Platão, Aristóteles e, muito depois, Kierkegaard, que jamais nominou sua obra e vivia às turras com a igreja de seu tempo. Foi o filósofo Gabriel Marcel que batizou, por sua conta e risco, de existencialismo cristão a obra do sábio dinamarquês muito depois de sua morte. Conta-se que foi ele quem preencheu o vazio deixado pela morte de Aristóteles, sem embargo de outros tantos grandes filósofos terem surgido de permeio, como Kant, Hegel, Descartes, citados aqui a título meramente exemplificativo.

Basta dizer-se que a Suma Teológica, de S. Tomás de Aquino, o Doutor Angélico, embasou-se em Aristóteles.

A ideia da inexistência divina ressurgiu num grupo que se reunia no café de Flore, na Rive Gauche, autodenominado de existencialismo humanista, liderado por Sartre, casado com Simone de Beauvoir e por Camus, que se diziam ateus. Esse existencialismo humanista data de meados dos anos 50.

Mas a obsessão de negar sistematicamente a ideia da inexistência divina, a contrario sensu, acaba por transparecer que essa espécie de fixação era a expressão oculta de que existia mesmo um Ser Superior, criador do universo e de todo o infinito, enfim, do macrocosmo, enquanto nós, reles mortais, somos o microcosmo, os que pensamos ser senhores de nós — e não somos.

A espécie humana é regida por duas pulsões: a pulsão animal e a pulsão racional. Só que a primeira quando despertada tem prevalência sobre a outra, daí os erros, as violências, a transgressões que cometemos — e só depois nos damos conta, culpando-nos. É que a pulsão animal age a priori e a racional a posteriori. E aqui voltamos à imagem icônica do centauro, pois a história da vida é cíclica, num ir e vir sem fim.

Enfim, cabe aos filósofos o enorme desafio de desfazer o nó Górdio sem a espada de Alexandre, O Grande...

Ayrton Pereira da Silva

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Postado por Impressões Digitais
1/8/2020 às 15h33

 
Crueiras da mesma massa

Por mais que eu não queira, considero-me um saudosista. Tenho saudades da educação, da honestidade, da ética, da verdade, da sinceridade e de todos os valores que garantiam a plena felicidade das famílias e dos rincões dessa terra chamada Brasil.

Abominava-se a mentira e a desonestidade. Do ódio nem se falava, aprendíamos a conviver com o outro em harmonia e creio que a convivência era bem mais saudável do que hoje.

Acredito que a tecnologia afetou e muito a maneira de ser da pessoa humana, não só nós brasileiros, mas das pessoas, no mundo como um todo.

O exemplo da deseducação, aos mais jovens, vem dos pais, dos líderes políticos, de alguns religiosos, de alguns educadores e de muitos detentores do poder da informação.

A banalidade com que rotulam pessoas é um caso, para seríssimos estudos sobre o comportamento humano nos tempos de hoje. Não se mede as palavras, nem se cogita das possíveis consequências de atos proferidos, contra qualquer um que supostamente incomode.

Hoje, a intransigência da pessoa humana é gritante, estarrecedora, no trato para com o irmão humano, caso seja esse avesso ao ponto de vista da pessoa de origem.

A facilidade com que se admitem inverdades, lançadas sobre outrem é espantosa e chego a pensar, doentia da sociedade humana. Raramente para-se para averiguação e questionamento aos fatos expostos e divulgados.

Sabemos nós, que a maldade humana sempre existiu, não havia tanta divulgação como hoje, mas acredito que a banalidade, o desprezo e a arrogância das pessoas tornaram-se vorazes.

O senso crítico das pessoas evaporou, escafedeu-se e com ele se foi o caráter, a credibilidade e o apego as boas maneiras de convivência fraterna e social.

O pior de tudo é a idolatria a esses personagens inescrupulosos. São eles verdadeiros lobos sob pele de cordeiros.

Sinto pena desses que aplaudem o atraso, o desrespeito, a mentira, a desonestidade e o egoísmo, porque verdadeiramente não sabem o que estão a fazer. São crueiras da mesma massa.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/8/2020 às 12h53

 
Escarafunchar-se

Conheci muitas pessoas nessa minha passagem pelas trilhas da vida, continuo conhecendo e espero sinceramente, conhecer muitas outras ainda.

Por isso ando devagar, sem pressa, sem atropelo, carregando comigo um pedacinho das lembranças, que vocês deixaram em minha vida.

Sou como uma cocha de retalhos. Na dimensão do meu espirito há um pedacinho de você, por isso, cuido dos caminhos por onde passo, pelas preciosidades que carrego tempo a dentro.

Procuro sempre descobrir o lado bom de cada um. Nós humanos temos facetas boas e facetas más. Quando descobrimos primeiramente o lado bom, anulamos de certa forma os impulsos negativos existentes.

O carinho com que tratamos a outrem, ativa a reciproca do outro em relação a nossa pessoa. Transformamos muitas vezes um caminho desconfortável e de mão única, em uma estrada boa, de duas ou mais vias paralelas.

Aprendi a gostar das pessoas como elas são. Aprendi que não existe pessoa perfeita, ela é o que é. Então aprenda a não exigir de outrem o que esse não posse te dar. Deixe que as pessoas doem o que tem e seja-lhe eternamente grato por isso.

Aprenda a não correr, para não deixar para trás o que de melhor você conseguiu na vida, o irmão outro, que por motivos diversos, as vezes não pode te acompanhar.

Por vezes esse irmão outro, não te entenderá. Muitas outras vezes quem não o entenderá é você, sou eu e assim o tempo nos toca estrada afora. Se pois, a vida é um livro aberto, o tempo o melhor professor, porque não ler uma página por vez e ouvir a voz do sábio e eterno mestre, o tempo? Talvez assim compreendamos mais e melhor a nós mesmos.

Os irmãos outros, estão por ai, a nossa espera, clamando para ser parte de nós e pela falta que mutuamente fazemos uns na vida dos outros. Essa coisa de gostar, não é fácil para ninguém, mas acreditem sempre achei viável.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/8/2020 às 11h10

 
Película em negativo

Diante de uma
natureza exuberante,
portas e poros se encontram
obstruídos ante a necessidade
premente de fotofgrafá-la por inteiro
num cartão postal...

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Postado por Metáforas do Zé
29/7/2020 às 12h19

 
Partícipe

A vida não me leva
A vida é conduzida
Sem a mão de quem vive
O sol não cruza os céus
A lua nos trangride

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Postado por Metáforas do Zé
28/7/2020 às 23h25

 
O Que Todo Mundo Via Mas Não Imaginava


Foram dias que se transformaram em semanas, meses e até ano do jeito que está. E é a primeira vez desde a Segunda Guerra que a população passa por algo maior e mundial. Desse modo, é a primeira vez em 75 anos que independentemente de onde olhe, encontrará a mesma situação acontecendo em grandes ou menores escalas.

Assim, este evento, como o seu antecessor, transformou os assuntos que estavam vigentes e está mudando o destino de muitas vidas ao redor do planeta. Visto isso, é esperado que as últimas gerações não estejam acostumadas com as ocasiões de freada momentânea, ao contrário disso, cada vez mais foram estimuladas a colocar o pé no acelerador, correndo em direção a uma vida de sucesso pra qual já nasceram atrasados.

Portanto, as pessoas dessa época estão habituadas a viver num mundo burocrático e social que não está acostumado a parar, e quando se depara com uma brecada acidental como a que está acontecendo, prejudica a humanidade com o mesmo efeito de um carro que para repentinamente estando em alta velocidade. No entanto, se tratando de sociedade e burocracia, antes era mais simples de retomá-las. Pois agora são necessários muitos papéis, vistos, aplicativos, ideias, etc. pra que a vida volte aos eixos e nem todo mundo compreende ou está com os requisitos em dia pra que isso se dê tranquilamente.

Sendo assim, o que pode ser a melhor forma de controle e facilitação em alguns países, em outros é o motivo de caus e confusão. Contudo, desejando segurar o “novo normal” a tecnologia tentou e não conseguiu ser completamente eficaz, moldando um mundo atual de questões que se seguirão visíveis e irreversíveis daqui pra frente.

Por isso, após o olho do furacão que está sendo essa pandemia, haverá quem ganhe e terá quem perca. Porque no momento, não importa o que digam ou o quanto reclamem, todos como não há muito tempo estão humanamente igualados. Acreditem ou não, tem gente que somente agora em diferentes escalas e reações está agindo e se sentindo como humano, pois assim é a vida.

Entretanto, não restam dúvidas que o planeta à partir de hoje seguirá como num filme indicado pras próximas gerações com um enredo estranho e surpreendente que inevitavelmente aconteceu. Já havia comentado esse tema no remoto e ingênuo ano de 2016 sobre o mundo que só víamos nos filmes e um ainda desse ano de 2020 sobre combater os vilões da vida real.

Por fim, saiba que esse é principalmente um momento de reinvenção, perfeito pra nos darmos conta do quão frágil pode ser a vida humana, social e financeira sem reservas nem pensamentos futuros. Então, pense e repense sobre tudo o que tem feito e não se leve tão a sério, pois o que faz o tempo perceptível são os humanos, pra Terra é irrelevante, e mesmo machucada, ela sempre dá um jeito de cicatrizar as feridas e sobreviver sem precisar de alguém pra isso.

São exemplos a despoluição com menos carros na rua, o silêncio em lugares que sempre estiveram tumultuados, animais aparecendo onde antes era impossível... E mais uma vez parece que conseguimos, continuaremos aqui, mas até quando? Portanto, não deixe que o destino da Terra seja sobre a questão da árvore que cai e se torna nula porque ninguém estava lá pra ver.



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Postado por Blog de Camila Oliveira Santos
28/7/2020 às 23h08

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