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Quarta-feira, 14/8/2002
Comentários
Evandro Ferreira


Juízo
Caro Helion. Acho que você está exagerando o alcance de um espaço de comentários como esse. Eu não teria como provar completamente aqui a existência de juízo de valor na arte. Para isso é melhor você ler Hegel e Kant. Aliás, se você quiser abolir juízo de valor na arte, terá de fazê-lo com tudo o mais, pois o juízo é um conceito ontológico, ou seja, aplicável a tudo que existe, a tudo que é. Quanto ao que você disse sobre Villa Lobos, está tão absurdamente equivocado que mal dá pra acreditar. O puxa-saco é aquele que elogia e divulga uma suposta forma de arte até a exaustão e (isso é importante) muito além do que ela merece e sem usá-la na confecção de nada que a transcenda. Villa Lobos não foi nada disso.

[Sobre "Babação do popular"]

por Evandro Ferreira
14/8/2002 às
14h28 200.167.234.227
 
Fazendo artesanato
Caro Helion. Já ouvi muito esse argumento de que o erudito de hoje é o popular de ontem. E isso serve, na melhor das hipóteses, como motivo para se deprimir com a degenerescência do nível intelectual do povo em geral. Mas não acato o argumento de forma alguma. Sei que Villa Lobos se inspirou no choro, mas criou com ele uma forma de arte infinitamente mais rica e superior. Nem sempre acontece de um artista erudito se inspirar em motivos populares para criar suas obras. Mas quando isso ocorre, não é uma prova de nada, mas apenas de que o ser humano tem essa capacidade de usar aspectos interessantes de coisas piores para fazer coisas melhores. Além disso, ninguém cria do nada. Mas nada disso é importante. O importante é que hoje apenas se "baba o ovo" do popular. Se Villa Lobos vivesse hoje, talvez fosse apenas um produtor cultural lançando CDs de choro e promovendo o gênero. Jamais teríamos ganhado todas as suas músicas geniais, pois ele tería gasto todo o seu tempo babando o ovo do choro. Outra coisa: muito bonito o que você disse sobre as artesãs, mas hoje em dia não existe a mínima chance de que o legado ocidental seja transmitido a elas, pois nossas universidades só estão preocupadas em puxar o saco delas e não em lhes ensinar nada. O artesanato vai aos museus e todo mundo acha que está vendo arte. Enquanto isso, as artesãs continuam isoladas, como resultado da própria preocupação em "preservar" sua "arte". Não existe quase nada de positivo na supervalorização do popular hoje. O popular sempre existiu e sempre existirá. E não precisa de ninguém para defendê-lo. E as pessoas que dizem defendê-lo estão apenas querendo congelá-lo no tempo. A função da universidade em um país normal seria estudar tudo que a humanidade já produziu, na ordem de importância do mais elevado ao mais baixo. Mas não existe mais muita gente nesse país que acredite em juízo de valor. Ninguém mais acredita que exista, em arte, algo melhor e algo pior. E ninguém mais consegue entender que, quando digo que artesanato não é arte, não estou ofendendo o artesão. E como não estou a fim de escrever um tatado de filosofia - ao menos por enquanto - não espero convencer ninguém que já tenha suas convicções muito consolidadas. Mas ainda acho que Bach é melhor que Pixinguinha, e não apenas diferente.

[Sobre "Babação do popular"]

por Evandro Ferreira
13/8/2002 às
13h46 200.167.234.227
 
Vida
Lorena, não me leve a mal, mas suas frases, embora muito bonitas, não expressam a realidade nem de longe. O que significa dizer que o mercado é uma "ficção de si próprios" dos executivos? O mercado seria um executivão feito à imagem dos executivos? E dizer que o mercado é totalmente sem lógica... O que significa? Que eu saiba, a economia é uma ciência bastante séria e consolidada. Por isso você devia pensar melhor antes de sair falando por aí que o mercado não tem lógica, pois isso é o mesmo que dizer que os economistas (e todas as universidades e instituições que se empenham em ensinar economia nesse mundo) estão perdendo tempo, já que um de seus principais objetos de estudos seria um ente disforme e sem lógica, um executivão doido e guerreiro. O mercado tem muita lógica, embora tenha fatores de grande imprevisibilidade também. Qualquer semelhança com a vida não é mera coincidência.

[Sobre "Samurais de Fecaloma"]

por Evandro Ferreira
6/8/2002 às
23h37 200.167.234.227
 
Obrigados!
Gostaria de agradecer imensamente os ótimos comentários que li acima. Sidney, comunique-se comigo pelo e-mail: evandros@bol.com.br. A propósito, adorei seu comentário (número 2). Só não falei das fontes que você citou porque acho que elas merecem vários artigos, quase um pra cada uma delas. Sou leitor assíduo do "O Individuo". Vamos trocar umas idéias! Guilherme, obrigado por virar meu leitor e intérprete teórico! João Pessoa, valeu e parabéns pela receptividade à analogia marxismo/ multiculturalismo, pois a maioria das pessoas já a recusa a priori. Celso, não exagere, sou apenas um pobre mortal, habitante de um país marxista de terceiro mundo! E por último mas não menos importante, obrigado J. Jardim, realmente a sectarização nas universidades é uma barbaridade que já me fez desistir de muitas coisas e investir em outras. Enfim, gostaria de escrever muito mais, mas estou "em trânsito" até o dia 30 e não estou tendo muito acesso a computadores esses dias.

[Sobre "O pensamento biônico"]

por Evandro Ferreira
27/7/2002 às
22h53 200.154.61.77
 
Pasteur, o ovo e a galinha
Sinto muito, Toni, mas por esse caminho não adianta enveredar, porque ele é de mão dupla. O leite longa vida que os executivos "garantem" nas prateleiras não existiria sem Pasteur (que não era executivo), a luz e o tratamento de água também não existiriam sem suas respectivas descobertas científicas, que não foram feitas por executivos. Então você diria "mas as pesquisas de Pasteur também tiveram que ser patrocinadas por alguém". E eu diria que por esse caminho iremos retrocedendo infinitamente na história, até chegar à pergunta elementar: "quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? O sábio ou o executivo?" Só sei de uma coisa. O homem que cria conhecimento pode viver com bem pouco (imagine-se escrevendo tratados à luz de velas, como Santo Tomás...). E o executivo? Se estivesse sozinho no mundo, administraria plantações de vento, já que não haveria ninguém para descobrir o arado! Ah, não, já sei: seria um nômade primitivo, como os primeiros babuínos que deram origem a nós... Como se pode ver, vai ser preciso que você encontre argumentos mais fortes se quiser defender os executivos (e até concordo que eles devem ser - parcialmente - defendidos). Não basta dizer que precisamos dos meios materiais de que eles nos suprem. A grande maioria dos homens é capaz de agir e lutar pela sua sobrevivência material (mesmo sem a luz, a água tratada e o leite longa vida), mas poucos homens são capazes de ir em busca do conhecimento e do saber (menos ainda de encontrá-los).

[Sobre "Samurais de Fecaloma"]

por Evandro
16/7/2002 às
21h55 200.167.242.148
 
Um lugar bem melhor?
Não entendi a história do fantasma de Sêneca. Se alguém puder me explicar, ficarei grato, pois me parece que o homem era honrado, ao menos pelo que já li de sua autoria. Adorei o artigo! Mas não estou tão certo de que os executivos, no fundo, saibam que não valem nada. Talvez alguns deles. Já tive a experiência de argumentar com um executivo (uma executiva, para ser mais exato). E é incrível como eles se acham experientes e maduros, só por terem trabalhado muito e saberem gritar com as pessoas e manter a frieza em uma briga verbal de baixo nível, coisa que acontece todos os dias nas empresas. Admiro o dom da retórica. Mas, sinceramente, prefiro um sábio tímido a um idiota extrovertido e auto-confiante. Agora, tenho uma pergunta no melhor estilo inconveniente: como seria o mundo sem os tolos?

[Sobre "Samurais de Fecaloma"]

por Evandro Ferreira
13/7/2002 à
00h22 200.167.242.148
 
Maravilha!!
Que maravilha ler um texto desses! Que delícia ver que nem todos pensam como, por exemplo, aqueles video-artistas ranzinzas do Itaú Cultural, com suas mórbidas odes à podridão e ao lixo urbano, ao caos da mente e aos estados de alucinação e loucura. Meu Deus, que graça pode haver em se resignar a uma vida caótica? Como pode alguém perseguir tal coisa como objetivo e gastar a vida inteira fazendo a apologia da sujeira e da marginalidade? Muita arte bonita já surgiu a partir dos estados mórbidos da mente humana, mas o custo é alto e, portanto, tem que valer a pena. No caso de Dostoyevski, valeu! Mas hoje em dia não temos Raskolnikov. Temos Lucélia Santos e os seus negões. E, sinceramente, acho que isso não faz valer nem o esforço de ligar a TV no Canal Brasil. Portanto, sinto uma felicidade (diria Manuel Bandeira) "inefável" ao ler esse artigo, ainda mais depois de voltar da banca, onde vi um especial da Caros Amigos sobre "literatura marginal". Ninguém quer ser marginal, nem mesmo os marginais. Mas esse povinho intelectual já está começando a convencer a todos de que é bom ser marginal, é "cult", é "unibancool", é lindo, enfim. E assim rasteja a humanidade, como disse o Sérgio Augusto. Em tempo, gostaria de sujerir um filme de Robert Altman. Chama-se "A fortuna de Cookie". Todos os personagens são deliciosamente ingênuos. Tão ingênuos que não conseguem não ser felizes! E, para melhorar, ainda tem a Liv Tyler no elenco. Que maravilha!

[Sobre "Comédias leves"]

por Evandro Ferreira
29/6/2002 às
21h46 200.167.234.66
 
Cabelos e tradição espiritual
Olá, Alexandre. Gostei de ler seu texto. Passou descontraidamente por todos os pontos principais dessa moda de adorar clichês italianos. É sempre bom criticar uma moda. Não resisto a falar também do pop italiano. É mesmo péssimo! Quando encontro uma música "divertidinha", não dá mais pra aguentar depois de ouvir três vezes. Sabe qual é o problema do Brasil nesse assunto de imitar culturas? Só imitamos a pior parte de cada cultura. E ainda assim imitamos mal. Dos franceses, imitamos o academicismo diletante (que é até capaz de dizer que não se pode falar de uma "pior parte" de uma cultura), dos americanos imitamos as camisas estampadas com frases como "Face life with a smile" e dos italianos imitamos os programas de auditório, sem nem saber que o fazemos. E ainda tem o que, na minha opinião, é o maior dos problemas: imitar 1 milhão de idiossincrasias sem importância e não herdar a tradição espiritual (porque essa tem inimigos muito bem armados nas universidades, os quais só deixam passar o tal do Deleuze, do Rorty e os demais demolidores da tradição ocidental, que jogam contra o próprio time). Mas o pior de tudo são as mulheres com cabelos debaixo do braço! E esse é um problema de toda a Europa! Abraços, Evandro.

[Sobre "Grandes Carcamanos da História"]

por Evandro Ferreira
26/6/2002 às
11h29 200.167.234.66
 
Curiosidade inútil
Curiosidade inútil: o livro "Sentimental journey through France and Italy" está à venda em www.alibris.com, por U$ 2,999.95!! Abraços, Evandro.

[Sobre "No caminho de Sterne"]

por Evandro Ferreira
11/6/2002 às
11h33 200.167.235.206
 
O "virtual" e a Meg Ryan!
Amiga Sue, por favor não torne as coisas realistas demais, porque dá vontade de fazê-las de verdade! Estou quase sem amigos aqui e minha namorada mora em outra cidade. Daqui a pouco vou sair pedindo os telefones de vocês todos para combinar um grande jantar de confraternização, com direito a um cineminha depois e até um jogo de futebol! Esse negócio de "virtual" não é mole não. Quando começarem a lançar aqueles óculos 3D, acho que vai chover gente ficando doida por aí! : ) De qualquer forma, adorei o filme Matrix e vamos sim ao Maracanã. Só que o filme da Meg Ryan vai ser duro de aguentar. A única solução vai ser ficar olhando para aquele sorriso fofinho dela! : ) Beijos, Evandro.

[Sobre "O Primeiro Jogo"]

por Evandro Ferreira
11/6/2002 às
11h13 200.167.235.206
 
A poesia, o peso e a pluma
Acho que Mario Quintana tinha também a mesma vocação de Lear. Seus poemas são tão singelos que certa vez um militar que compareceu a um lançamento de um livro seu disse-lhe: "Gostei muito de seus poeminhas". Então, Quintana respondeu: "Muito obrigado por sua opiniãozinha". Outra demonstração - esta mais radical e sisuda - de desapreço pela mania humana de levar as coisas muito a sério é o filme "Barry Lyndon", de Kubrick. Estou chocado até hoje com a habilidade do diretor em mostrar os limites que pode atingir a paranóia humana. Parabéns pelo texto, Alexandre. Gostei do "Assunción", no comentário 4! Cara amiga Sue, não te aches pesada, pois tu és leve como uma pluma e teus argumentos são certeiros como um punhal! Saudações, Evandro.

[Sobre "A Guerra contra a Chatice"]

por Evandro Ferreira
9/6/2002 às
22h10 200.167.235.206
 
Nada de pepinos...
Isso aqui virou um restaurante de primeira categoria! Então lá vai a boa de hoje: filé grelhado com bacon, arroz piemontês com champignons, batata sauté. Radicalmente diferente das demais propostas, hein? Pra falar a verdade, detesto pepinos. Quando muito, os aprecio dentro de um sushi de salmão. Aliás, não posso nem falar de sushis. A última vez em que fui a um rodízio japonês, quase fui parar no hospital, de tanto que comi. A gula é coisa feia e não combina com a boa cozinha, mas às vezes é inevitável! Deve ser, portanto, exceção e não regra. Assim também a alegria de um povo sendo usada como alienação: deveria ser exceção e não regra. Mas a exceção precisa ter o seu lugar garantido. Cadeira numerada no Maracanã!!

[Sobre "O Primeiro Jogo"]

por Evandro Ferreira
9/6/2002 às
21h56 200.167.235.206
 
O resto é tudo!!
Cara amiga Sue, não percebes que o que há de melhor na vida é falar de todo o resto, usando alguma coisa como desculpa? : ) Beijos, Evandro.

[Sobre "O Primeiro Jogo"]

por Evandro Ferreira
8/6/2002 às
15h25 200.167.235.206
 
Táticas?
Não entendi. Que história é essa de táticas de futebol?

[Sobre "O Primeiro Jogo"]

por Evandro Ferreira
7/6/2002 às
17h30 200.167.235.206
 
Descascando pepinos...
Isto é verdade, Sue. A alegria do brasileiro pode facilmente fazer dele um bobo-alegre. Ou já fez. Então o estado de caos social está prestes a estourar e o brasileiro diz: "comunismo? não tem perigo não; esse negócio de comunismo já acabou; é do tempo do meu pai". O vice-presidente da Colômbia falou que se não fizermos nada, logo estaremos como eles (falou de forma bem mais sutil, é claro...). Mas se eu saio falando isso por aí, vão dizer que eu sou paranóico (ou discípulo do Olavo de Carvalho). Vamos chegar a um ponto em que o mundo inteiro estará paranóico, menos nós. Mais ou menos como aconteceu com a União Soviética! Sabe como vamos "vencer" o atraso ideológico? Aos 48 minutos do segundo tempo, com gol contra do adversário (de bicicleta!). Isso se não aparecer um Ronaldinho comprado pela Nike (ops, alguém falou em Lula aí?) para melar tudo de uma vez por todas! E se vencermos não levamos taça nenhuma, mas apenas um enorme pepino para descascar. Beijos, Evandro.

[Sobre "O Primeiro Jogo"]

por Evandro Ferreira
7/6/2002 às
14h57 200.167.235.206
 
Julio Daio Borges
Editor
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