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Quinta-feira, 14/5/2009
Comentários
Mário Montaut


Me inibe os dedos
Conheço uma história escaldante, mas tão próxima, que me inibe os dedos... [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Elogio da Madrasta"]

por Mário Montaut
14/5/2009 às
14h56 201.13.94.157
 
Poesia de graça!
Todos estão lá na feira: Fernando Pessoa, Eliot, Pound, Baudelaire, Drummond, Cabral, Lorca. E vão chegando: Manoel De Barros, Hilda Hilst, Camões, Dante Alighieri. Todos na feira. Juntam-se aos novos autores. "Literatura vai ser como Big Brother Brasil." E poesia, mesmo, eu pego de graça nas feiras de quarta, aqui pertinho de casa. Abrações do Mário!!!

[Sobre "Rodrigo Capella em turnê"]

por Mário G. Montaut
http://www.mariomontaut.com
21/3/2008 às
13h57 200.206.179.250
 
Pérolas de Medaglia
"A nostalgia dos anos 60, de Júlio Medaglia". Bem, fui ao texto. O maestro compara Buarque com Dylan, Gil com Marley e Veloso com Jagger. Cinismo ou falta de critério? As duas primeiras comparações abrem um labirinto onde um abismo fatal aguarda quem entrar ali. Eu,hein! Mas como Dona Dialética topa qualquer parada mesmo, digo que poucas composições de Keith Richards e Mick Jagger bastam para evidenciar o que Raul já dizia: a linha evolutiva da música popular brasileira é uma realidade útil, e muito, mas muito relativa. Abrações do Mário!!!

[Sobre "Agenda VivaMúsica!, de Heloisa Fischer"]

por Mário G. Montaut
14/3/2008 às
13h23 200.161.82.4
 
minha imaginação fervilhou
Parece que a declaração do final da entrevista, onde ele ressalta a complexidade da vida, da qual faz parte umas leituras apaixonadas, coincide tanto com o ponto onde ele menciona as infinitas vivências em sua cidade portuária! É nesse trecho que minha imaginação fervilhou. Baccios do Mário.

[Sobre "Milton Hatoum"]

por Mário G. Montaut
http://ww.mariomontaut.com
4/5/2006 às
19h34 200.161.17.83
 
Mescal de Santarém
Mas a contemporaneidade global já não é meio diluída e espertamente lisérgica? Aliás, o que "lisérjam" certos frequentadores de baladas, já sob êxtases que questionam a sobrevivência da arte? Quanto a experimentar alucinógenos, bem, G. Harrison disse que maconha é como tomar umas cervejas, já o ácido é como ir pra lua. Eu já fico com o dito: "Quem burro vai a Santarém, burro vai e burro vem" (rs). E baccio do Mário!

[Sobre "Digestivo nº 268"]

por Mário G. Montaut
http://www.mariomontaut.com
2/5/2006 às
15h52 200.161.17.83
 
Gosto Não Gosto
Marcelo, eu gosto de 2046, eu não gosto de Blow Up, eu gosto de Marvada Carne, eu não gosto de Cidade de Deus, eu gosto de Fogo e Paixão, eu não gosto de Central do Brasil. Este exercício 'a la Buñuel, longe de propor uma demissão crítica, aposta na crítica instintiva como inteligente... e ele achava que um filme pode ser tudo, menos chato... e eu amo Buñuel quando ele não é chato (rs)... e eu gosto deste texto. Abraços do Mário!!!

[Sobre "A falta de paciência com o cinema II - O retorno"]

por Mário G. Montaut
http://www.mariomontaut.com
1/5/2006 às
13h41 200.161.17.83
 
quando de ouvidos cansados
Paula, acho apenas que você defende demais a moçada, carente de lendas, de mitos, que certamente essas obras não transmitem. Mas o mundo é maravilhoso, e como dizia o Alberto Caeiro, não está aí para se pensar, mas para se olhar e estar de acordo. E ainda para ser criada, a obra de arte que justifique um celular, um outdoor, alguns portais da net. Tudo muito relativo, mas não o beijo de quem ontem se deliciava com clipes do mtv, sem o som, só as imagens... Experimente quando de ouvidos cansados. Beijo.

[Sobre "Arte para quem?"]

por Mário G. Montaut
6/12/2005 às
22h20 200.161.17.83
 
adentrar a Alma do Mundo
Giron, você lembra que no romance “O alquimista”, Paulo Coelho tece uma homenagem a diversos autores que teriam “entrado na Alma Do Mundo”? Estou convicto de que ele, como Jorge Luis Borges e Oscar Wilde, entre outros homenageados, também adentrou a Alma do Mundo, belíssimo termo da Alta Mística. Nela estiveram os Beatles, Eliot, Chico Buarque, Magritte, Borges, Millôr Fernandes, e todos os que desejando ou não, deram toques e retoques no Surreal Triângulo do Amor, da Poesia e da Liberdade. A magia do complô chega a ponto do anti-metafísico Millôr ter promovido ainda mais o recente Zahir de Coelho, comentando (provocativamente, Millôr?) “O Zahir” de Borges, como exemplo de texto que não dá para ser melhorado. De Paulo Coelho li só os dois primeiros livros. Talvez por culpa de “O Zahir” e outros de Borges, que leio ad libitum. Não acredito que a Instituição Nobel tenha decaído a ponto de contemplar Paulo Coelho ou J. K. Rowling Potter. Ambos, como diria o místico Pessoa, são “Médias”.

[Sobre "Paulo Coelho para o Nobel"]

por Mário G. Montaut
29/11/2005 às
19h22 200.161.17.83
 
edições de alguns poetas
No Brasil, Julio, o que me surpreende são as edições de alguns poetas. Já fiz essa pergunta até para o Contador Borges, poeta e tradutor de René Char pela Iluminuras, mas ninguém me respondeu convincentemente a questão seguinte: o que leva um editor brasileiro a lançar um livro de René Char ou de Paul Celan? "O nu perdido e outros poemas", de Char, bilingue, traduzido pelo Contador Borges foi uma das mais raras e iluminadas façanhas que me contemplaram. Mas, quem souber responda, por favor: O que leva, um editor, no Brasil, a cometer tal maravilha? Baccios!!!

[Sobre "Digestivo nº 254"]

por Mário G. Montaut
28/11/2005 às
19h53 200.161.17.83
 
inclassificavelismo
Mas, Julio!!! Quem culpado é pelo triste inclassificavelismo (rs) senão os próprios compositores, intérpretes, que atualmente, quando se reunem, é para desfiar estratégias marketeiras, táticas de ganhar espaços e etcéteras (com algumas mesas de excessões)? Pound falou: "the best criticism comes from the man who makes the nest job". E Baudelaire, em quem Ezra jamais se apoiou: "a humanidade caminha da experiência para o conhecimento". Falta uma distinção óbvia de termos, no que concerne à crítica e à erudição. É fatalmente indispensável o gênio erudito de um Otto Maria Carpeaux, mas para compilar a essência do que formos "classificando", em deliciosas cervejas, regadas à música, poesia, sexo e conversas outras, que até admitem, algum palpite mercadológico. E baccios do Mário a todos.

[Sobre "Digestivo nº 253"]

por Mário G. Montaut
21/11/2005 às
19h33 200.161.17.83
 
Não faça uma coisa dessas...
Rina, o Suicídio Da Razão já se dá na imagem que precede o poema, querida! Não faça uma coisa dessas comigo, Bela. O erotismo da imagem, as pernas, as mãos, os pezinhos... e que pernas, mãos e pés mais... esse corpinho falou demais comigo, e não que minha razão esteja suicidada, tanto que volto lá, e... "porém se atiro à agua o meu olho, ele bóia e fita o mundo. E me investiga". Belo poema, e intenso esse trecho que dá a dimensão da importância do olhar em qualquer viagem poética. Beijos do Mário!!!

[Sobre "Suicídio da razão"]

por Mário G. Montaut
9/11/2005 às
16h21 200.161.17.83
 
Quero esse Pascal Quignard
Julio, por favor, diga-me, como puder, um jeitinho de descolar um Suplemento Literário de Minas Gerais, edição de Agosto, sobretudo pelo Pascal Quignard, autor que me é indispensável desde "Todas as manhãs do mundo", roteiro para o filme do Alain Corneaux e "Ódio à Música", um dos mais intensos e belos livros sobre música que encontrei. Não exercendo o jornalismo, tenho a felicidade de me aproximar dessas publicações por puro prazer, e constato algumas efemérides de rara beleza, como em julho de 2003 no Rascunho, onde uma luminosa matéria sobre a poesia de Jorge Guillém me deixou sonhando até hoje, e na Cult de janeiro, quando Maria Aparecida Barbosa causou maravilhoso assombro numa introdução de Hoffmann. Quero esse Pascal Quignard. Como o encontro? Baccios.

[Sobre "Digestivo nº 251"]

por Mário G. Montaut
4/11/2005 às
17h08 200.161.17.83
 
um Cristo seria o bastante
Alexandre, São Pierre Teilhard De Chardin, padroeiro da internet, esteve conosco durante toda esta sua revelação gososa, e pasme, creio não ser concebível em nenhum ponto da noosfera, a existência de alguém que teclando nela, não cometeu ainda nenhum dos milagres que lhe são tão íntimos, Alexandre, sequer o papo no ICQ, mas já conclui que em cada loja de discos, livraria, revistaria, em cada navegação um pouquinho mais longa pela net, existem, de fato, ondas de um saber azul que paira, sobrenvolve, mas se distingue, inconcebível, em tanto conhecimento que ainda adivinhará as essências novas desses evangelhos pirantes, pois que de tão velozes sequer foram abertos, e é você mesmo quem diz, Alexandre, por um Cristo nascendo a cada dia, que esse mistério terrível, sensual, é a sabedoria sintetizando a marcha de um pensamento ininterrupto desde Chardin, e não adentrar essa onda pode ser mais fatal que o superaquecimento global, Alexandre, porque um único Cristo seria o bastante.

[Sobre "Alguns Jesus em 10 anos"]

por Mário G. Montaut
3/11/2005 às
13h39 200.161.17.83
 
Sobre Nova Seção Comentários
Julio: não é que alguns leitores não são civilizados (rs), é que alguns editores não se vingam, não fecham... então, como eles, leitores, iriam perceber a selvageria? Ficaram raivosos por não terem agradado o suficiente... Mas, valeu! Assim teremos mais espaço. Abraços.

[Sobre "Digestivo nº 251"]

por Mário G. Montaut
28/10/2005 às
16h04 200.161.17.83
 
Como você chegou a esse livro?
"...tanto manuseio e anotações nas margens", Andréa, é o mais nietzscheano de todos os elementos, e o que fico a imaginar curiosamente, porque é assim, transbordando a ponto de fundir-se às margens desse "Ecce Homo", que Nietzsche queria ser lido, então, Andréa, se como dizia Borges, é a porta que escolhe o homem, ou a mulher, certamente esse livro deve ter sido bem impactante para você, à parte qualquer outro valor dessa delícia que Nietzsche provavelmente nos deu às custas de um grande desenvenenamento de livros. Como você chegou a esse livro, Andréa? E que outros ele lhe mostrou, e quais anotações você fez? Bom sonhar com elas. Baccios!!!

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por Mário G. Montaut
28/10/2005 às
15h47 200.161.17.83
 
Julio Daio Borges
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