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Sábado, 9/6/2007
Comentários
Renato Kinouchi


Descartes explicado
É muito difícil explicar Descartes em 1.000 toques, mas vou tentar. Descartes começa duvidando dos sentidos, duvida que a pedra exista, duvida até da matemática, mas não consegue duvidar de que duvida, portanto ele existe (primeira certeza). Daí ele deduz a si mesmo como substância pensante (alma, res cogitans). Em seguida, ele se depara com a idéia de perfeição, e acha que, sendo uma alma finita, imperfeita, essa idéia de perfeição deve vir de um ser mais perfeito, em suma, DEUS (segunda certeza). Da existência de Deus, nosso criador, Descartes deduz que devemos ser dotados de intelecto veraz, capaz de compreender a matemática. A seguir, o filósofo encontra a certeza das coisas (das pedras, do mundo). Cito: "Porque, por natureza considerada em geral, não entendo agora outra coisa a não ser o próprio Deus, ou a ordem e a disposição que Deus estabeleceu nas coisas criadas" (Sexta meditação). Ou seja, a pedra existe, pois, assim como nós, tem sua realidade assegurada por Deus.

[Sobre "Penso, logo existo"]

por Renato Kinouchi
9/6/2007 às
20h13 201.74.117.129
 
Shaftesbury e os blogs
Gostaria de chamar atenção para uma matéria na revista "Mente-Cérebro & Filosofia", número 2, da Editora Duetto. Nesse número há um artigo sobre o filósofo britânico Shaftesbury, mais precisamente sobre seu livro "Soliloquy or advice to an author". Acredito que aspirantes a escritor, assim como autores "consumados", tirarão valiosas lições da filosofia de Shaftesbury. Uma das questões a se pensar é a seguinte: ser escritor não é somente saber escrever bem; outrossim, é dar expressão a assuntos que realmente importam. Para tanto, o escritor deve, antes de mais nada, conhecer a si mesmo, saber suas motivações, enfim, autocriticar-se sem autocondescendência. Digo isso porque, para mim, o que há de mais enfadonho na maioria dos blogs é o caráter narcisista dos escritos. Shaftesbury analisa como esse tipo de escritos são levianos e vaidosos. Enfim, se você quer ser um escritor de verdade, precisa se preparar para isso. "Soliloquy or advice for an author" é um ótimo começo.

[Sobre "Escritor, jovem escritor"]

por Renato Kinouchi
1/6/2007 às
19h14 201.74.100.177
 
Demasiado foco no autor
Acho que a discussão ainda não se esgotou. Gostaria de salientar um ponto. Há muito foco sobre o papel do autor, se vai ser reconhecido, se vai publicar no blog ou em papel, etc. Mas pouco se fala da dimensão literária dos próprios textos, o fato de se tratar de um processo muito mais amplo, histórico, civilizatório. Em suma, acho que o texto deve ser maior que o autor: o autor é somente cavalo das idéias. Provavelmente serei criticado por dizer isso, mas quem já escreveu uma dissertação ou tese de doutoramento passa a ter outra noção do trabalho de escrever. É preciso dialogar com autores do passado, pesquisar fontes, contrapor argumentos, visões de mundo, etc. É preciso gostar mais das IDÉIAS do que de si mesmo. Quem envereda por esse caminho se sente realizado, mesmo que não seja publicado, pois passa a dialogar com a filosofia, com a literatura universal e com as demais expressões artísticas. Com o tempo, essas coisas, que são maiores do que nós, conspiram a favor do sucesso.

[Sobre "Publicar em papel? Pra quê?"]

por Renato Kinouchi
22/5/2007 às
14h08 201.74.116.14
 
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