Comentários de Rogério Kreidlow | Digestivo Cultural

busca | avançada
29267 visitas/dia
1,1 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Revisores de Texto em pauta
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Ser intelectual dói
>>> O Tigrão vai te ensinar
>>> O hiperconto e a literatura digital
>>> Aberta a temporada de caça
>>> Se for viajar de navio...
>>> Incompatibilidade...
>>> Alguns Jesus em 10 anos
>>> Blogues: uma (não tão) breve história (II)
>>> Picasso e As Senhoritas de Avignon (Parte I)
>>> Asia de volta ao mapa
Mais Recentes
>>> O Livro da moda de Alexandra Black pela Publifolha (2015)
>>> Rejuvelhecer a saude como prioridade de Sergio Abramoff pela Intrinseca (2017)
>>> O livro das evidencias de John Banville Tradução Fabio Bonillo pela Biblioteca Azul - globo (2018)
>>> O futebol explica o Brasil de Marcos Guterman pela Contexto (2014)
>>> O Macaco e a Essencia de Aldous Huxley pela Globo (2017)
>>> BATISTAS, Sua Trajetória em Santo Antônio de Jesus: o fim do monopólio da fé na Terra do Padre Mateus de Jorgevan Alves da Silva pela Fonte Editorial (2018)
>>> Playboy Bárbara Borges de Diversos pela Abril (2009)
>>> Sarah de Theresa Michaels pela Nova Cultural (1999)
>>> A Bela e o Barão de Deborah Hale pela Nova Cultural (2003)
>>> O estilo na História. Gibbon & Ranke & Macaulay & Burckhardt de Peter Gay pela Companhia das Letras (1990)
>>> Playboy Simony de Diversos pela Abril (1994)
>>> Invasão no Mundo da Superfície de Mark Cheverton pela Galera Junior (2015)
>>> José Lins Do Rego- Literatura Comentada de Benjamin Abdala Jr. pela Abril Educação (1982)
>>> A modernidade vienense e as crises de identidade de Jacques Le Rider pela Civilização Brasileira (1993)
>>> Machado De Assis - Literatura Comentada de Marisa Lajolo pela Abril Educação (1980)
>>> A Viena de Wittgenstein de Allan Janik & Stephen Toulmin pela Campus (1991)
>>> O Velho e o Mar de Ernest Hemingway pela Círculo do livro (1980)
>>> Veneno de Alan Scholefield pela Abril cultural (1984)
>>> O Livreiro de Cabul de Asne Seierstad pela Record (2007)
>>> Os Dragões do Éden de Carl Sagan pela Francisco Alves (1980)
>>> O Espião que sabia demais de John Le Carré pela Abril cultural (1984)
>>> Administração de Materiais de Jorge Sequeira de Araújo pela Atlas (1981)
>>> Introdução à Programação Linear de R. Stansbury Stockton pela Atlas (1975)
>>> Como lidar com Clientes Difíceis de Dave Anderson pela Sextante (2010)
>>> As 3 Leis do Desempenho de Steve Zaffron e Dave Logan pela Primavera (2009)
>>> Curso de Educação Mediúnica 1º Ano de Vários Autores pela Feesp (1996)
>>> Recursos para uma Vida Natural de Eliza M. S. Biazzi pela Casa Publicadora Brasileira (2001)
>>> Jesus enxuga minhas Lágrimas de Elza de Almeida pela Fotograma (1999)
>>> As Aventuras de Robinson Crusoé de Daniel Defoe pela LPM Pocket (1997)
>>> Bulunga o Rei Azul de Pedro Bloch pela Moderna (1991)
>>> Menino de Engenho de José Lins do Rego pela José Olympio (1982)
>>> Terra dos Homens de Antoine de Saint-Exupéry pela Nova Fronteira (1988)
>>> O Menino de Areia de Tahar Ben Jelloun pela Nova Fronteira (1985)
>>> Aspectos Endócrinos de Interesse à Estomatologia de Janete Dias Almeida pela Unesp (1999)
>>> Nociones de Historia Linguística y Estetica Literaria de Antonio Vilanova- Nestor Lujan pela Editorial Teide/ Barcelona (1950)
>>> El Estilo: El Problema y Su Solucion de Bennison Gray pela Editorial Castalia/ Madrid (1974)
>>> El Cuento y Sus Claves de Raúl A. Piérola/ Alba Omil (profs. Univ. Tucumán pela Editorial Nova, Buenos Aires (1955)
>>> Las Fuentes de La Creacion Literaria de Carmelo M. Bonet pela Libr. del Collegio/ B. Aires (1943)
>>> As Hortaliças na Medicina Doméstica/ Encadernado de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar (1976)
>>> A Flora Nacional na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Arlington Park de Rachel Cusk pela Companhia das Letras (2007)
>>> Muitas Vidas, Muitos Mestres de Brian L Weiss pela Salamandra (1991)
>>> As Frutas na Medicina Doméstica de Alfons Balbach pela A Edificação do Lar
>>> Coleção Agatha Christie - Box 8 de Agatha Christie; Sonia Coutinho; Archibaldo Figueira pela HarperCollins (2019)
>>> As Irmãs Aguero de Cristina García pela Record (1998)
>>> Não Faça Tempestade Em Copo Dágua no Amor de Richard Carlson pela Rocco (2001)
>>> Um Estudo Em Vermelho - Edição De Bolso de Arthur Conan Doyle pela Zahar (2013)
>>> Eu, Dommenique de Dommenique Luxor pela Leya (2011)
>>> Os Cavaleiros da Praga Divina de Marcos Rey pela Global (2015)
>>> O Futuro da Filosofia da Práxis de Leandro Konder pela ExpressãoPopular (2018)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Segunda-feira, 6/4/2009
Comentários
Rogério Kreidlow


Muito lero, afobismo e afins
Olá, Marta, concordo com ideias expostas no texto. Sou repórter de jornal impresso, mas não deixo de me atualizar sobre Web também. Há muito lero-lero, desconhecimento e "afobismo" dos dois lados. Se fosse acabar hoje com os jornais e depender de blogs, estariamos perdidos. E, engraçado, o mesmo vale para o contrário. E assim: eu também acredito ser difícil um monte de gente apurar assuntos por pura paixão, sem ganhar nada. Isso não existe. E se é pra ter gente inexperiente (tem blogueiros aos montes, jornalistas também) se metendo em assunto que não entende, nem Web nem jornal não vão servir pra nada, talvez pra piorar as coisas. Aí entra o "jornalismo cidadão" e tal. Legal é que numa lista de debates de cidadãos, vai poder entrar a assessoria e convencer um monte de gente. Vai poder entrar gente camuflada pra plantar mentiras, boatos também. Até porque a Web se assemelha à TV nesse afoite. Vide o que pipoca todo dia sobre BBB e que não é averiguado. Bom o teu blog também. Abraço.

[Sobre "Fim dos jornais, não do jornalismo"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
6/4/2009 às
15h48 189.26.149.252
 
Mais camps!
Julio, ótimo o post e fundamental essa reflexão sobre haver "camps" para outras discussões. Na verdade, se formos ver, nem tem nada tão novo nisso: é como os caras faziam lá na acrópole grega (claro que, lá, só os iniciados). Essa coisa de sentar e debater temas de interesse (e não só beber, paquerar ou se auto-divulgar, aparecer etc.) deveria ser natural. Entre rodas de escritores, cineastas etc., do século XX, me parece que havia isso. Essa coisa de não dissociar a vida, o bar, o momento de folga do trabalho, dos afazeres, da cultura... (ou talvez seja só impressão). Há muitos "eventos" hoje que são imbróglio, perda de tempo. E as coisas gratuitas, os encontros informais parecem não ter lugar para outros assuntos que babaquices, tentativas de impressionar, sei lá. Entre jornalistas, mesmo, a falta de idéias é enterrada sob papos que versam sobre como nos pagam mal, como trabalhamos tanto e como os editores são FDPs. Boas tuas idéias e impressões. Abraço

[Sobre "Meu primeiro Camp"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
20/4/2008 às
13h57 201.47.79.43
 
A prática é outra
De Masi estava na Oktoberfest de Blumenau-SC, este ano. Parece que anda por aqui, em projetos com o Governo do Estado. Mas pode. Encontrou um "filão" para ganhar e trabalhar pouco. Eu olho com um pouco mais de ceticismo para a História. É um percurso de miséria, opressão e, conseqüentemente, da necessidade de fuga, muito vinho, drogas, prostitutas, esportes sangrentos. Do jeito que vamos, não caminhamos para o ócio criativo, mas para o desemprego em massa, a informalidade e uma incongruência entre produção-consumo. Tanto que "neguinho", para ter um tênis legal, mete uma arma na cara. Fácil. Ócio criativo total, nem precisa trabalhar. Existe um império do lucro que molda o mundo, e (não sou esquerdista chato, apenas crítico) a vida não é prioridade para ele. Vejo a filosofia de De Masi como epicurismo, analgésico. Sou mais a favor da redução da jornada de trabalho para 4 horas diárias e, com isso, a multiplicação dos postos de trabalho. Política concreta. É o que penso. Abraço Verônica.

[Sobre "É descansando que se vai longe"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
13/11/2007 às
21h57 201.14.170.216
 
Jornalismo envasado
Muito bom o texto, Ana. Colocaste em palavras muito do que a gente vê e pensa, na lida diária. Nesse contexto, de enxugamento de redações, fica até difícil de culpar o repórter (algumas vezes, um mero revisor e "enxertador" de releases mesmo). Fica até difícil, pior, de culpá-lo por erros de apuração ou por má-vontade, porque chega uma hora que o "dar o sangue" acaba sendo o mesmo que fazer "papel de palhaço" perante as condições salariais, de trabalho e que tais, principalmente de veículos de comunicação do interior. É um mercado "nojentinho", com o perdão da palavra. Um mercado que precisa produzir rápido, sem muito nexo, para preencher um número indiscutível de caracteres, sem saber se o público vai ler aquilo no dia seguinte. Uma coisa sem muita lógica mesmo, já que o texto deveria ser o espaço da criação, da reflexão, da análise, do conhecimento. Virou produto envasado, no qual às vezes basta ajeitar um pouco o rótulo e mandar para as prateleiras. Bom texto, boa reflexão. Abraços

[Sobre "Release: subsídio ou substituto?"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
13/11/2007 às
21h11 201.14.170.216
 
Mais uma realidade brasileira
Redondo, é isso mesmo. E não duvido que a situação seja a mesma em qualquer lugar do país. Se nem as necessidades básicas de ensino são cumpridas, é fácil de entender porque carecemos tanto de pesquisa - um dos papéis fundamentais da universidade. E só para somar: se a situação já é angustiante ao entrar num curso e cursá-lo, torna-se pior ainda quando o estudante, depois de formado, não encontra alento na área que escolheu e descobre que ganha três vezes mais só com a comissão de venda de carros... Assim como na universidade, onde a lógica do dinheiro é que manda, tem gente que não pensa duas vezes em migrar de ramo. É complicado mesmo. O que fica de bom são os contatos, a amizade e as lembranças. Profissionalmente, se tivesse usado aquela grana para investir num negócio próprio, talvez desse muito mais satisfação e retorno do que todas as frustrações em busca de encargos burocráticos, em empresas míopes, mal-estruturadas, que nivelam por baixo, sem contar o piso de peão... Abraço

[Sobre "Ensino Inferior"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
1/11/2007 às
21h36 201.2.247.44
 
Realidade brasileira e alento
Ana, parabéns por levantar esse tema da leitura (e da falta de estudos sobre isso) e parabéns, também, pela fala no "A Palavra na Tela". Já gostava dos teus textos aqui; passo a tomá-los ainda mais como referências. Como tu mesmo disseste no debate, quem discute tende a olhar para si próprio, seus anseios, sua vidinha. E o Brasil não é esse cara que discute, que participa de mesa redonda e amacia o ego com isto. O Brasil rala, sua, fede e quem discute quer que ele passe perfume. Quando dizes que, aqui, "as pessoas querem falar, fazer, ganha quem grita mais alto, mas [...] ninguém estuda", isto serve para a produção científica, para os debates sobre Jornalismo (papagaiados, "apologizados", lá de fora, porque é mais "chique"), para a universidade. Foi muito boa tua contextualização histórica. Muita gente quer bancar uma de palestrante, mas não entende um mínimo do país. O bom é que, no meio disso, há alentos - como teu texto e tua fala. Parabéns e abraço!

[Sobre "O Brasil pode ser um país de leitores?"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
27/10/2007 às
17h42 201.2.247.44
 
Menos partidarismo, na verdade
Só uma consideração ao comentário anterior. Assim que postei, fiquei pensando... o mais justo seria "Mais arte, menos partidarismo" para o título do comentário. Porque a Política sempre foi, é e será necessária para nossa vida. O problema, na verdade, é o descaso com que se trata ela, seja por indiferença, seja por excesso de interesses privados em detrimento de interesses públicos. Era só esta correção: "Mais arte, menos partidarismo". Abraços

[Sobre "A propósito de Chapolin e Chaves"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
9/10/2007 às
20h37 200.180.59.152
 
Mais arte, menos política
Dificilmente faço críticas "negativas" aqui, mas acho que elas nos ajudam a rever alguns pontos. O texto está bem escrito, a relação com os autores é boa, mas, primeiro, não traz nada de tão novo sobre Bolaños a não ser que é "gênio" — um conceito discutível. Segundo, há muito preconceito aí. Deixa o pessoal do interior dançar Strauss em seu casamento, o que há de brega nisso? Para muitas pessoas, é o momento mais especial da vida, não há nada de brega, errado ou feio — se há, é em achar isso brega. Também achei exagerado "momentos mais ridículos" da existência humana. E nunca assinei nem leio Caros Amigos, devido a seu excesso de partidarismo. Mas a crítica a ela, no meio de um texto como este, é desnecessária. Tenho amigos que lêem Caros Amigos e são fãs de Chaves sem, necessariamente, serem deste ou daquele partido ou ideologia. Bolanõs é um artista excelente e sua arte (ou seja, a Arte) não precisa vir acompanhada de julgamentos de valor pessoais. Abraço e até a próxima!

[Sobre "A propósito de Chapolin e Chaves"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
9/10/2007 às
20h34 200.180.59.152
 
Baques do mercado II
Fazer pós em foto, num país onde fotografia ou é sinônimo de publicidade ou, pior, de casamento, comunhão e aniversário, não deixa de ser um suicídio financeiro. Querer atuar academicamente nisto, ainda mais; pode parecer coisa de idiota... Qualquer amigo que foi para a área de automóveis, vendas, aluguéis ou administração, certamente gargalharia na minha cara. Mas, enfim, a gente quer sonhar, quer encontrar uma luz no túnel que não passe, necessariamente, por certas engrenagens do mercado... mesmo sabendo das conseqüências. Com quem atua na academia, acaba acontecendo o mesmo. O ranço para com "o mundo lá fora", às vezes, é mais uma necessidade de carapaça, de se saber protegido, porque se conhece as dificuldades... E o fato é que conhecer, num sentido amplo, não faz viver melhor (às vezes, conduz ao fundo do poço). É mais uma questão de "esperteza", malícia, sorte e outras coisas indomáveis...

[Sobre "A Poli... - 10 anos (e algumas reflexões) depois"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
1/10/2007 às
03h26 201.14.134.11
 
Baques do mercado I
Julio, parabéns pelo texto. Traduz muita coisa a muita gente. Eu entrei no Jornalismo como opção de última hora, mas gostei desde o início. Aprendi muito, fiz amigos que mantenho até hoje, aproveitei biblioteca, recursos, laboratórios, expandi horizontes. O baque veio com a entrada no mercado, feito de falhas, de erros grosseiros, de gente despreparada (e que se acha preparada), de salário baixo (o maior motivo de desânimo). Tanto que tem gente que tá se agarrando, como pode, à universidade, tentando ser docente, porque é ainda uma das melhores remunerações (e uma vida mais tranqüila). Redação é coisa pra recém formado, disposto a se esgotar em dois anos. Depois passa pra assessoria. Até tentar um negócio próprio, migrar de ramo, virar vendedor, enfim. Atualmente curso pós em Fotografia, com foco na docência e pesquisa, por interesse e gosto, embora o caminho das pedras seja longo e dolorido (passa por indicações, puxa-saquismos, etc., a gente sabe)...

[Sobre "A Poli... - 10 anos (e algumas reflexões) depois"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
1/10/2007 às
02h54 201.14.134.11
 
Yuppies, filhos de Friedman
Se não me engano (li em algum lugar, há algum tempo) essa "onda" já começou com o criador do Universo, um cara chamado Milton Friedman, da Escola de Chicago (o pai desse tal de Neoliberalismo). Dizem que lá, quando a História já tinha acabado (Fukuyama), nos idos de 1990, já se distribuía fitas cassetes (tipo Shoptime, essas coisas) com programas completos para executivos e governos "enxugarem" suas máquinas — coisa garantida. Tem um outro termo para essa turminha também, os Yuppies. São eles os responsáveis pela "revolução" que estamos vivendo, segundo os próprios. É um mundinho de face sorridente e boboca, mas cheio de caninos raivosos por trás... O pior é que esse linguajar de "executivo" tem contaminado diversas áreas — e a minha área (o jornalismo) é uma das que caiu nessa, com esse mundinho assessoria de imprensa. Tem um autor, o Baumann (O Amor Líquido), que mostra como usamos isso até nos relacionamentos. Dizemos: estou "investindo" nessa pessoa. Dia desses, em vez de namorar, compramos...

[Sobre "Curso superior de auto-ajuda empresarial"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
1/10/2007 às
02h16 201.14.134.11
 
Kandinski e a Verdade
Maurício, penso que toda essa questão da arte, até bem pouco tempo, passou por essa questão da Verdade, aquela, tão sagrada em outras áreas também. A pós-modernidade foi nos dar verdades, relativizar, brincar, inclusive, com o sagrado... Passe pelos Cursos de Estética de Hegel. Chega a ser cansativo o tanto de justificativas em torno do "belo artístico", do Espírito e da Verdade. Quem liga pra isso hoje? Kandinski, na medida em que de certa maneira cometia uma "heresia" (e ele devia se culpar muito por isso por causa de sua tradição) tentava justificar de todas as maneiras sua arte de formas abstratas. Precisava convencer de que ela era "a" Revelação. Fascimo do lado dele? Os nazistas consideraram sua arte degenerada... Enfim, eles são necessários como investigadores. Agora, se as escolas de Artes o tomam como dogma, aí é outro problema. É como ler Nietzsche e querer fazer uma cátedra de seu pensamento...

[Sobre "Uma teoria equivocada"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
24/9/2007 às
13h55 200.101.255.81
 
Interesses e achismos II
Definir alguma coisa, só depois de muita pesquisa. E o que há é muita conjetura isolada e, pior, achismo. Até porque, se quisermos ser chatos de galocha, o fim de alguma coisa é ela deixar de existir completamente. Ou seja, diminuir não é deixar de existir, portanto, dizer "fim dos impressos" é um equívoco. Também tem a questão do localismo, que, nas grandes cidades, onde se pensa o Jornalismo, foi deixada de lado. Monte uma rede de jornais impressos em pequenas cidades do interior, mostre a cara da população, dos políticos e empresários locais (com um jornalismo sério, bem feito, etc.), e talvez a situação será animadora. Informações sobre Guerra do Iraque, mil e um blablablás sobre o Pan ou acidente da TAM nunca interessarão mais do que o que acontece de bom ou ruim com meu vizinho, na minha rua. Então, tem uma porção gigantesca de fatores a serem observados. E o que pode valer pra Nova Iorque pode não funcionar pra Pequim. Prefiro a duvida às declarações. Abraço

[Sobre "Não queimem os jornais, ainda"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogspot.com
24/7/2007 às
21h47 201.11.98.60
 
Interesses e achismos I
Obrigado pela resposta e obrigado por linkar no teu blog, também linkarei no meu. Essa questão dos jornais realmente dá o que pensar. Pena que quem deveria (os jornalistas, as empresas jornalísticas, as instituições como sindicatos e sobretudo a universidade) está há anos-luz disto. Ao mesmo tempo, também tem muita gente que mal entende de jornalismo, que vai na onda do fim dos impressos, etc. Acho complicado. Para quem lida com Web, a gente entende que é marketing enfatizar isto, até por causa da receita publicitária. Por outro lado, há quem trabalhe com impressos nesse "interiorzão" afora, longe de uma São Paulo da vida, que só prosperou. O próprio Rádio, Brasil afora, dá um banho em qualquer rede de podcasts, videocasts, etc., porque rádio pega em qualquer lugar, rádio é só girar um botão e ouvir, entre outras facilidades. Definir alguma coisa, só depois de muita pesquisa e pouca conjetura isolada ou, pior, achismo...

[Sobre "Não queimem os jornais, ainda"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogspot.com
24/7/2007 às
21h35 201.11.98.60
 
O problema é outro
Não é o meio (impresso, vídeo, multimídia, que é o caso da web) que faz uma reportagem ser boa. É o talento do repórter, o entrosamento com o editor, a disponibilidade de uma equipe, a aposta de uma empresa jornalística. O jornalismo não é "pior" porque feito na web. É pior porque carece de investimentos, e investir é apostar em talentos. Desconheço casos de blogueiros que sejam grandes repórteres, ao estilo das grandes revistas, apenas por serem blogueiros. Há blogueiros (e há uma enorme confusão nisso) que se dizem jornalistas, mas não passam de meros "noticiadores". E notícia, hard news, lide, "aconteceu ontem" e link, para o que está acontecendo, qualquer pessoa alfabetizada pode dar. Agora, viajar, colher várias entrevistas, arriscar-se, realizar uma pesquisa complexa e saber transmitir isso (em QUALQUER meio) de forma acessível, contextualizada e bela, não é qualquer um que tem a paixão, capacidade e possibilidade de fazer. E isso pode ser feito na web também, basta investir.

[Sobre "Não queimem os jornais, ainda"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogspot.com
24/7/2007 às
12h46 201.11.98.60
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




COMO VIVER COM UM INFARTO (E COMO EVITAR UM)
DR ROBERT A MILLER
ARTENOVA
(1974)
R$ 31,50
+ frete grátis



ACONSELHAMENTO DE ADULTOS: UMA ABORDAGEM EVOLUTIVA
WILLIAM H. VAN HOOSE & MAUREEN ROUSSET WORTH
ZAHAR
(1985)
R$ 18,00



IVANHOÉ
WALTER SCOTT
NOVA CULTURAL
(2003)
R$ 36,45
+ frete grátis



A VIDA ETERNA - COLEÇÃO DOIS MUNDOS
JACQUES ATTALI
LIVROS DO BRASIL
(1991)
R$ 54,78



GINSENG - A RAIZ QUE CURA TODOS OS MALES
NATHAN S. BENNET
GLOBAL
(1983)
R$ 10,00



O TRONCO DO IPÊ - COLEÇÃO JABUTI
JOSÉ DE ALENCAR
SARAIVA
(1972)
R$ 8,00



BUSINESS DICTIONARY: NOVO DICIONÁRIO DE TERMOS DE NEGÓCIOS
PAULO N. MIGLIAVACCA
EDICTA
(2000)
R$ 25,00



IN TOUCH - STUDENTS BOOK 2
OSCAR CASTRO / VICTORIA KIMBROUGH
LONGMAN
(1988)
R$ 15,00



O ÚLTIMO TANGO DE SALVADOR ALLENDE
ROBERTO AMPUERO
BENVIRÁ
(2014)
R$ 28,00



O RISO DOURADO DA VILA
JOÃO AMILCAR SALGADO
BELO HORIZONTE
(2003)
R$ 85,00





busca | avançada
29267 visitas/dia
1,1 milhão/mês