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Sexta-feira, 28/7/2006
Comentários
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SP: eu amo e odeio tanto...
Elisa... é incrível como o paulistano não enxerga a beleza-feiúra desta cidade (será que não?). Esta gaiola de cinzas que nos torna presos e que atordoa... e, no entanto, pode-se voar, de alguma forma. Esta cidade... eu amo e odeio tanto... Mas só consigo ficar perplexo ante a beleza deste texto, assim como eu, com meus 32 anos vividos aqui, ainda fico perplexo com a cidade.

[Sobre "Horizonte perdido"]

por Alessandro de Paula
http://alessandrodepaula.blogspot.com
28/7/2006 às
17h03 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Com a internet: adeus, FMs
Valdir, eu já fui ouvinte fanático da 97 e da 89. Nos anos 80, a 97 era muito mais rock do que qualquer outra. Mas o mundo mudou, o mercado ganhou muito mais importância e um dia me vi decidindo não ouvir mais rádio. Jabá rules. E ficava cada vez mais claro. A qualidade da música Rock foi caindo consideravelmente no decorrer anos 90. Questão de gosto, talvez. Mas eu sempre gostei de me informar, de ir atrás. Havia revistas, jornais, tantas coisas... e, afinal, nos primeiros tempos do Plano Real, era possível comprar CDs gringos cujos preços eram iguais aos nacionais. Depois, com a internet... Ah, adeus FMs... Então, sinceramente, não sinto a menor falta de rádios como essas. Vou atrás, eu faço minha programação. E quando não quero fazer minha programação, acesso alguma rádio virtual. Por isso, não me surpreende o que aconteceu. E nem sinto falta. Creio que o caminho das FMs é essa uniformização pela mediocridade. Ainda há alternativas, mas até quando? Os ouvintes que se acautelem...

[Sobre "89 FM, o fim da rádio rock"]

por Alessandro de Paula
http://alessandrodepaula.blogspot.com
28/7/2006 às
15h29 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Soberbo!
Julio, desculpe-me se não tenho mais a dizer sobre este texto. É que ele está soberbo. É isso. Um abraço!!!

[Sobre "Orkut Ano Dois"]

por Alessandro de Paula
8/2/2006 às
12h38 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Minha crise veio aos 27
Poderia ter dado cabo disso tudo, como alguns rock stars o fizeram – aos 27 (a maioria, quando não se tinha bem a noção do termo "rock star", creio). Mas não o fiz. Não tenho a posse da verdade, mas eu tenho a idéia, agora aos 32, de que esse "primeiro terço" da vida tenha sido mesmo uma preparação e, depois, começaria a realizar. Tá, escrevi um livro, criei um blog, tantei namorar, fiz amigos, essas coisas todas... mas parece que nada aconteceu. Eu parto do mesmo ponto onde meu pai me deixou. Talvez tenha significado algo para alguém... uma poesia, um verso, não sei exatamente. Não tenho como medir. Mas a minha vida não mudou. Então, prossigo. E a crise, que iniciou aos 27, não passou. Talvez seja necessária, seja minha matéria-prima. O resto é saber o que fazer com esta crise. E, confesso, atualmente não estou sabendo o quê e como. Agora, a única coisa que me é permitida é voltar a cuidar do meu trabalho, essa jaula cheia de feras. Abraço!

[Sobre "A crise dos 28"]

por Alessandro de Paula
31/1/2006 às
17h41 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Não, não mexeram no meu queijo
Andréa, não sei o que dizer. Não sei mesmo o que dizer. Simplesmente não me importam as bolinhas coloridas e as virtudes humanas. O mundo já anda bastante feio e não admite mais enfeites. Prefiro minhas poesias vomitadas que otimismo cego. Mas, que adianta? Quem quiser ler Nietzsche, lerá. Quem quiser ler outra coisa, que leia. Apenas não quero que eles não me empurrem o tal queijo já mexido, que nem é meu. Porque se fosse meu, eu lembraria de haver comprado ou se ganhei de alguém. Ah... é só isso. Agora volto pro meu pobre cotidiano, cheio de tantas imagens vazias como nos livros de auto-ajuda (e com a sensação de que havia algo mais a dizer, mas que não soube como).

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por Alessandro de Paula
9/11/2005 às
19h36 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Parar
Oi, Andréa! Bom, depois de um longo tempo, estou aquí. Estive num inferno muito intenso que me impedia de ler qualquer coisa que fosse. Tá, exagerei um pouco... mas é quase isso. Aliás, devo lhe dizer que tem passado pela minha cabeça a idéia de parar de escrever. Não que alguém vá chorar por isso. Nem um pouco... bom, talvez eu mesmo e um ou outro amigo ou amiga. Sei lá... Mas... a Gaivota Azul? Ora, ela é minha mãe virtual... não sei por que, mas me entendo melhor com ela do que com minha mãe natural (talvez um pouco por não haver a convivência diária, talvez por minha mãe ser realmente uma pessoa complicada...). Mas... veja só: você não está sozinha - eu não consegui entender Ulisses e nem cheguei ao final. E, mais do que tudo, queria dizer que me importo com o que você e os leitores vão pensar do que escrevo aqui ou em qualquer lugar. Naturalmente, reconheço que não é grande coisa. Passei como um "sei-lá-o-que" pelos assuntos, sem me aprofundar em nada. Fase ruim, quem sabe... Talvez seja hora de eu parar. Mas por um tempo. Não para sempre. E quanto a você, espero que não pare! Beijão!!

[Sobre "Sobre Parar de Escrever Para Sempre"]

por Alessandro de Paula
11/7/2005 às
18h48 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Meu Gozo Decadente
Andréa, não só rio do besteirol, como eu o assumo como estilo de vida. Sou patético, graças a mim. Ou a algum deus, talvez. Assim como assumo o dramalhão também. Se eu tivesse um nome composto de novela latina, minha vida seria perfeita... mas, voltando ao besteirol, eu não vou às peças do Falabella porque o que eu posso ver ali, eu vejo nas ruas. Vejo em mim, na minha mãe, amigos, inimigos, todos. É isso, eu gozo de decadência. E acho que não poderia ser melhor. Beijão!!!

[Sobre "Quem tem medo do Besteirol?"]

por Alessandro de Paula
12/5/2005 às
11h51 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Os anti-...
Olá, Andréa!!! Eu sei como são essas coisas, todos nós sabemos. Mas há a anticlasse média, também. Aqueles que fazem de tudo para fugir dos padrões, que não compram carro, que procuram não saber quem é Diogo Mainardi e que não gostam de McDonald's. Eles tentam ser legais, dizem que se preocupam com a farra do boi, que lêem Kafka e Dostoievski, que não assistem filmes americanos idiotas etc. Um exemplar desta espécie é quem está digitando essas palavras. E o que me entristece é que muitas vezes o "anti-" acaba tendo um comportamento muito parecido com seu "rival". Ele apenas troca o McDonald's por um bar de esquina (pra se fazer de pobre e mostrar como ele é legal). Nós, os "anti-", somos muito complexos e tristes. O que nos diferencia realmente dos de classe média padrão é essa tristeza. Não, eu não vejo muita esperança para a classe média padrão. Não vejo esperança para os "anti-". Nem para os ricos. Apenas os pobres (os que ainda não correm riscos de passar fome, mas ainda possuem rendimentos modestos demais para ser classe média) são felizes, porque não têm que se preocupar com as aparências. E se percebem o abismo em que o mundo está caindo, rezam a um Deus porque não podem fazer muita coisa mesmo... Mas eu queria dizer coisa melhor que isso... ainda que eu não consiga, um beijão pra ti!!!

[Sobre "A Classe Média"]

por Alessandro de Paula
26/4/2005 às
19h26 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Hummm... És um Comediante?
Lisandro... tudo bem, sei que literatura não é algo de primeira necessidade neste país... mas deveria ser lida com melhores olhos. Há, sim, muitos livros ruins... mas há os ótimos. Afinal, o que é um livro bom pra você? Eu não me importo muito com a crítica, nem com o boca a boca ou qualquer coisa do tipo. E tenho bons livros, assim como tenho os ruins. Não há conselho que sirva para evitar um engano. Quanto aos clássicos, eles não são clássicos à toa... lamento, mas não posso levá-lo muito a sério. Afinal, quem é você? Um comediante?

[Sobre "Como não comprar livros"]

por Alessandro de Paula
26/4/2005 às
18h55 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
transportado p/ outra dimensão
Olá, Fabrício! Eu também tive medo... e tenho sido forçado a encarar o abismo. Eu até me acostumei a rir sozinho da minha queda sem previsão de choque com o solo. Às vezes até digo, para que meus ouvidos me ouçam, que a vida é horrorosamente bela. Mas eu não estou aqui para um desabafo, e sim para elogiar seu texto, que me transportou a outra dimensão, além do escritório. Um abraço!

[Sobre "Pais e filhos, maridos e esposas II"]

por Alessandro de Paula
20/4/2005 às
17h00 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
God´s Fuckin´ John
Olá, Andréa! Estou aqui com meus 44 papagaios cantando "a benção... João de Deus". Suas vozes esganiçadas certificam-me do encantado e católico manto que envolve o mundo por ora. Depois será outra coisa, outro manto ou mantra. E não é que o Ronaldo fez gol no clássico? O filho dele será um tributo. Nada mais perfeito e eu estou cansado disso tudo. Clarice está fazendo 15 anos e continua cortando-se com seu pequeno canivete. Poderia ser muito mais, muito mais... talvez ela se conforme enfim e até espere com ansiedade pelas estréias da TV brasileira. Mas o cigarro apagou e acabou a cerveja. Ninguém esperava que o CD estivesse riscado e a festa teve de parar até encontrarem outro CD legal. Um pouco de falta de originalidade... sempre os mesmos ídolos, o mesmo espetáculo, o CD remasterizado e algum remix... céus, quero meu inferno!!! Desligo a TV no meio do último capítulo da novela. Talvez eu vá ler Crumb ou outro que me agrade. Beijão! Até a próxima! Meus papagaios mandaram avisar que hoje tem festa no meu apê... (urgh...)

[Sobre "Das Virtudes do Papa e dos Vícios de Crumb"]

por Alessandro de Paula
11/4/2005 às
12h54 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
O Inferno, Meu Paraíso
Olá, Donizete! Ser poeta é arrepender-se e continuar, mesmo em queda. O precipício é maior do que se imaginava. Ao menos pode-se gritar, enquanto ainda há consciência. O inferno, quando enfim tocado, ignora sua presença e é quase tão aconchegante quanto o ventre da mãe. Mas não há gêmeos, não há pares. E você prossegue escrevendo, mesmo que ninguém o queira. Talvez a postura de "mas não há mais nada/ ninguém aqui mesmo" o salve um pouco. No quarto você liga a TV e descobre que seu time está perdendo e vai ser rebaixado. Então haverá um sarau amanhã, e você terá chance de tomar todas com seus parcos amigos de caos. Se ao menos escrevesse poesia bonitinha para meninas, seria bem visto em seu bairro. Mas não, você insiste em arrancar sangue ao raspar a pele contra o muro. Uma punhalada no ventre, assim pode ver melhor as tripas. Ah, ser poeta... é o inferno meu paraíso. Sim, eu gosto de ser, apesar de tudo. Um abraço, Donizete!

[Sobre "O poeta em pânico"]

por Alessandro de Paula
11/4/2005 às
12h35 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Ah, o Brasil que não é...
Você disse tudo, Marcelo. Eu não preciso dizer nada, mas faço questão de fazer coro, desta vez. Que o brasileiro faça mais e fale menos. Uma abraço!

[Sobre "A fantástica volta (blogueira) ao mundo"]

por Alessandro de Paula
11/4/2005 às
12h21 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
A Revolução dos Silvas?
Olá, Sr. Revollo! Bom, como o Marcelo Miranda, eu também sou um Silva. Creio que todos os Silvas de muitos sobrenomes deveriam se unir contra a discriminação, mas não falo muito disso, porque eu mesmo seria um alvo. Eu escolhi abolir o pobre Silva em quase todas as ocasiões por achar "Alessandro de Paula" mais sonoro do que "Alessandro de Paula e Silva". E esta é a história do meu nome... eh eh eh!!! Um abraço, Sr. Borges!

[Sobre "É Julio mesmo, sem acento"]

por Alessandro de Paula
31/3/2005 às
12h42 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Ícones e mais o quê?
Olá, Julio! Concordo com o aspecto de que há¡ uma decadência de alguns í­cones da MPB dos anos 60. Ok, Gil parece perdido enquanto ministro e Caetano, separado ou não, há pelo menos oito anos não tem um lançamento musical de respeito. Mas eu discordo em relação ao Chico Buarque. Acredito que ele foi um dos poucos que se manteve intacto e criando bem. Se o Ao Vivo não empolga, Paratodos é quase perfeito e As Cidades (nem tão perfeito assim) tem momentos de cara poesia musical. Revistas de fofocas? Paparazzi? Pouco importam... Adultério? Ora, há tantos casos, de maior ou menor importância, de acordo com as conseqüências. Eu não me importo se o Chico está com a esposa de um outro cara (isto é coisa para talvez a minha mãe se importar, ela que assiste aos programas de fofocas), contanto que ele reapareça com um ótimo CD daqui a um tempo. Não me lembro de ele ter se tornado um monge ou coisa parecida. Julio, respeito e admiro a sua pessoa e o que tem construído com o Digestivo Cultural. Tem sido uma ferramenta importante para mim. Até por isso, tomei a liberdade de tornar pública minha discordância. Quanto a Tom Jobim, ele era (para mim, sempre será) fantástico mesmo!!! Vou, com certeza, adquirir o CD deste show. E vamos de células-tronco!!! Um abração!!!

[Sobre "Digestivo nº 220"]

por Alessandro de Paula
30/3/2005 às
12h23 200.204.153.101
(+) Alessandro de Paula no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
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