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Sexta-feira, 24/7/2009
Comentários
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Dividindo leituras
Comeci bem cedo na arte da leitura. Existia, algum tempo atrás, aqueles romances "Julia e Sabrina", e eu lia até quando não podia. Mamãe me chamava, eu dizia que estava indo, mas só aparecia para atendê-la quando terminava. Ficava horas pela madrugada e outras no banheiro trancada. Foi uma época muito feliz. Sonhava com tudo o que lia e sentia prazer em ler cada capítulo. Fui na casa de uma vizinha por ocasião do aniversário de sua filha e vi em sua prateleira milhares destes livros e quando perguntei sobre os romances, ela começou a rir e disse que estava emprestando para sua vizinha. Os meus não sei que fim tiveram, creio que mamãe os doou, pois era professora e lia bantante também. Tenho três filhos, mas somente uma gosta de ler e somos parceiras nas leituras. Quando escrevo minhas poesias e contos, divido este prazer com ela.

[Sobre "Projetando um leitor"]

por Solange Boy
24/7/2009 às
13h57 200.223.252.194
(+) Solange Boy no Digestivo...
 
Brasil: colcha de retalhos
O povo de nosso país tem várias maneiras de pronunciar o "português" e é sempre interessante prestar atenção na riqueza de detalhes da pronúncia, alimentação, vestuário e muitas outras "coisinhas" que às vezes não percebemos. Nosso Brasil é uma colcha de retalhos, tecido por cada região de maneira diferente, tornando nosso país rico nas divergências.

[Sobre "Palavras que explodem no chão"]

por Solange Boy
22/6/2009 às
17h04 200.223.252.194
(+) Solange Boy no Digestivo...
 
Em roda conversando...
Sempre gostei de ler, mas não conseguia me fazer entender na escrita. Faltava me posicionar de maneira mais clara, mais sucinta, não sei bem o que acontecia. Sempre chegava no final dos textos, rasgava e jogava fora. Percebi que somente podemos escrever a partir da leitura e compreensão de tudo que temos a nossa volta. Quando iniciei uma formação superior, percebi que a leitura seria fundamental para meu sucesso e consequentemente passei a ler bem mais, e aos poucos estou conseguindo desenvolver melhores textos. Sou também mineira e gosto muito dos textos de Ana Elisa, e como é agradável ler! Ela tem uma desenvoltura muito grande na distribuição de suas ideias, parece até que estamos em uma roda conversando.

[Sobre "Escrever? Quantas linhas?"]

por Solange Boy
19/6/2009 às
17h02 200.223.252.194
(+) Solange Boy no Digestivo...
 
Conselhos e mais conselhos
Se os conselhos do tal Raymundo são bons, melhores ainda são as observações e os comentários feitos por ti, Ana. A crônica do Raymundo se engrandece, hoje, por causa de teus arremates, tecidos de fina ironia e bom humor. Estou contente por teus esforços, mas ansiosíssimo pela próxima coluna. Mesmo assim, acho que ainda temos muito que aprender com nossos antepassados, ainda que desconheça os tais conselhos do Raymundo, para os moços. Parabéns e um grande abraço.

[Sobre "Aconselhamentos aos casais ― módulo I"]

por Américo Leal Viana
18/3/2009 às
08h30 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
Apenas escrever não basta?
Não me interessa muito saber o que pensam de escritores como eu. Apenas escrevo, mesmo que escreva, amasse e joque no lixo meus "escritos". Penso que tudo que faço por prazer é válido, portanto, se sou ou não boa no que faço, problema! E daí...

[Sobre "Por que você escreve?"]

por Solange Boy
5/3/2009 às
15h52 200.223.252.194
(+) Solange Boy no Digestivo...
 
Escrevo porque quero ser feliz
Fiquei sem palavras para escrever. Mas tenho várias respostas: uma, escrevo para desabafar, dar vasão a minhas angústias; para receber elogios de outras pessoas e me sentir orgulhosa. A escrita para mim é uma forma de desligar de tudo que me faz triste, é sair voando sem asas e vivendo vidas que não são minhas, é ser diferente, é ser eu de verdade, chegaria a dizer. Gosto de escrever e isto me faz feliz.

[Sobre "Por que você escreve?"]

por Solange Boy
4/3/2009 às
11h36 200.223.252.194
(+) Solange Boy no Digestivo...
 
O tempo cuida de tudo
Seu texto tem tudo a ver. Nascemos, crescemos, aprendemos e copiamos algo de outras pessoas e, nesse "viver e aprender", constuímos nosso carater. Já senti algo parecido - vivi um grande amor conforme o modelo que conhecia e quando o "amor dele" estava com problemas, o meu não estava, e demorei a entender isso. Ou melhor, não queria admitir. Mas, como disse, é sempre bom ter olhos para enxergar o "fim" e recomeçar. O tempo cuida de tudo.

[Sobre "Eu + Você = ?"]

por Solange Boy
27/2/2009 às
16h29 200.223.252.194
(+) Solange Boy no Digestivo...
 
o meu pé de cupuaçu
Não há como não associar árvores a pessoas e vice-versa. Assim como essas, aquelas também possuem suas histórias. Lendo teu texto de hoje, Elisa, lembrei-me de um pé de cupuaçu, que houve no quintal de minha casa. A muda, eu a trouxe de uma cidade vizinha, e a plantei logo que nos mudamos para a casa. Ela cresceu, mas, preguiçosa, só nos deu um fruto ao longo dos anos de sua existência. Por causa disso (eu até escrevi uma crônica sobre esse cupuzeiro), minha esposa passou a implicar com ele, e eu acabei mandando-o derrubar (e isso gerou um outro texto). Duro e triste golpe para mim, que amava o meu pé de cupuaçu, fruta tão gostosa, e que - entre tantas outros tipos de "comida", dá um "vinho" maravilhoso. Mas é assim mesmo, assim como as pessoas, as árvores - frutíferas ou não, também têm o seu momento de derrota. Um abraço e parabéns pelo teu texto.

[Sobre "Oiti"]

por Américo Leal Viana
20/11/2008 às
09h36 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
somos o que não jogamos fora
"Genial" esse teu texto, Pilar. Linhas, bordados, lembranças, fuxico, vida, enfim. Lixo? Ah, isso também é possível, às vezes, de se encontrar perdido em meio a tantas recordações. Mas, por que passaram a ser lixo? Antes, não eram - certamente. Que bom, quando as reencontramos, porque assim temos a oportunidade de perceber, o quanto um dia elas já foram valiosas para nós (por isso foram guardadas). Mas foi Ítalo Calvino que isse, que somos aquilo que não jogamos fora. Nossos melhores "lixos" são aqueles que mantemos em nosso poder, fazendo-nos companhia, como a linha, a agulha e o crochê deixados por tua avó. Mais uma vez, tu nos dá a chance, com esse texto, de rever pessoas e lembranças tão estimadas por nós. Obrigado e parabéns.

[Sobre "Os pontos de um crochê"]

por Américo Leal Viana
17/11/2008 às
10h19 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
Para o finalzinho de tarde
Pena que li esse teu texto pela manhã. Gostaria de tê-lo lido no finalzinho da tarde, porque foi essa a sensação que ele me passou. E isso tem a ver com o tempo? Só tem! As senhorinhas e os senhores de teu bairro estão no fim do dia, e o relojeiro - provavelmente - também. E nós, Ana, também caminhamos pra lá. Teu texto tem o cheiro de coisa antiga, de palavras antigas, que nossos filhos, hoje, desconhecem. Eles não sabem o que é "vasilhame", "cumbuca", "baiúca", porque essas palavras pertencem a uma época em que sentar em cadeiras em frente de casa era sentir o tempo passar, costume simples, de pessoas simples. Teu texto tem a simplicidade de tardes amenas, que relógio nenhum é capaz de contar. Um grande abraço.

[Sobre "Minha coleção de relógios"]

por Américo Leal Viana
3/11/2008 às
10h30 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
os bons não se candidatam...
Por causa de pensamentos como o teu (e de tantos outros), Rafael, é que a política brasileira está desse jeito. Se somente pessoas como tu se candidatassem a cargos eletivos para as câmaras, assembléias legislativas, senado, prefeituras, governadorias de Estados e presidência da República, certamente que teríamos uma "política" bem melhor do que a que temos. Não diria perfeita, mas menos corrupta. Acontece, que os "bons" não querem se arriscar, e aí acaba dando isso: os "maus" ocupam o lugar dos politicamente corretos. Se a nossa política está impregnada de desonestos, é porque os honestos não têm coragem de assumi-la.

[Sobre "Sobre política e políticos"]

por Américo Leal Viana
14/10/2008 às
09h03 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
O prazer de descascar!
Os tempos são outros e a vida mudou. O certo, porém, é que ninguém gosta de ser pequeno. A taberna se transformou em supermercado e a fábrica de sequilho da titia foi engolida pela multinacional. Outro dia, procurei por macaxeira em um supermercado de minha cidade, e não a encontrei no local de costume, mas, sim, em um balcão frigorífico, em um saco plástico e já devidamente descascada. Assustei-me, mas tive de comprá-la. Quer dizer, por conta dos tais avanços tecnológicos, acabei perdendo o prazer de descascá-la. Esse é apenas um dos preços que pagamos pelo conforto dos tempos modernos, onde tudo já vem pronto para consumo. Qualquer dia vão vendê-la já cozida. Mas, enfim, um grande texto o teu, Elisa. Parabéns.

[Sobre "Da indústria do sabor e do desgosto"]

por Américo Leal Viana
13/10/2008 às
11h05 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
A discussão é boa, Pilar
E, de acordo com o que levantas, penso que já esteja mais do que na hora de desconstruir a célebre "o poeta é um fingidor". Ele não é nada disso. O autor é livre, e - se assim não for, não será escritor. A ficção literária, porém, permite-lhe o disfarce, que, por sua vez, possui base real. Mas, ainda que se vista a caráter, não conseguirá ir muito além. A meu ver, estás coberta (mas não disfarçada) de razão. Parabéns pelo belíssimo texto. Um abraço.

[Sobre "O escritor está nu"]

por Américo Leal Viana
13/10/2008 às
10h43 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
revisor: tradutor disfarçado
Depois "reclamas" que vivo a te elogiar. Mas como deixar de fazê-lo a pessoa que tão bem escreve? Coincidência ou não, estive "ocupado" com a leitura de "Ensaio sobre a lucidez", de José Saramago, que, dessa vez, quase passo batido (o que faria o revisor sádico diante dessa expressão, hem?) Mas, sobre a revisão de textos, digo que o trabalho de alguém isento, independente, colabora muito com o do escritor, porque o bom revisor não necessita apenas de "conhecer a gramática", mas ser sensível à arte da escrita. O revisor é um tradutor, digamos, disfarçado (no bom sentido, é claro), mas, quando escrevo, procuro sempre facilitar o trabalho do revisor. Prefiro, portanto, "pecar" por excesso a por omissão. Um abraço.

[Sobre "Trocar ponto por pinto pode ser um desastre"]

por Américo Leal Viana
10/10/2008 às
16h58 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
sim, por que não?
Mais um caso "clássico" das tais 50 páginas iniciais de um livro - principalmente quando se trata do romance. Houve livros, que, mesmo não me cativando nessas primeiras páginas, tive que levar a leitura até o fim, porque se tratavam de "consagrados", e que precisavam ser lidos, mas que se tornaram para mim um "estorvo", isso nem se discute. Outros, porém, não tiveram a mesma sorte e foram abandonados pelo caminho sem a menor piedade. Minha tese é essa: independente do tema (leve/pesado), de palavras (altas/baixas) ou de ideologia (esquerda/direita), se a(s) "história(s)" me cativar, e a leitura fluir tranquilamente, não vejo porque não concluí-la. E tem mais: o autor pode "bater" em quem quiser, com ou sem razão, não me interessa, embora nem sempre tenha que concordar com ele. Esse tal de Mirisola pode ser um escritor, sim, por que não? Talvez ruim, como tantos outros que estão por aí, publicando livros todo ano. PS: Chico Buarque, para mim, é um grande escritor.

[Sobre "Três vezes Mirisola"]

por Américo Leal Viana
23/9/2008 às
15h17 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
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