Menos partidarismo, na verdade | Rogério Kreidlow

busca | avançada
62861 visitas/dia
1,9 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Airto Moreira e Flora Purim se despedem dos palcos em duas apresentações no Sesc Belenzinho
>>> Jurema Pessanha apresenta sambas clássicos e contemporâneos no teatro do Sesc Belenzinho
>>> Como se prevenir dos golpes dos falsos agentes no mundo da música?
>>> Cia. Sansacroma estreia “Vala: Corpos Negros e Sobrevidas“ no Sesc Belenzinho
>>> ARNS | De ESPERANÇA em ESPERANÇA || MAS/SP
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Eleições na quinta série
>>> Mãos de veludo: Toda terça, de Carola Saavedra
>>> A ostra, o Algarve e o vento
>>> O abalo sísmico de Luiz Vilela
>>> A poesia com outras palavras, Ana Martins Marques
>>> Lourival, Dorival, assim como você e eu
>>> O idiota do rebanho, romance de José Carlos Reis
>>> LSD 3 - uma entrevista com Bento Araujo
>>> Errando por Nomadland
>>> É um brinquedo inofensivo...
Colunistas
Últimos Posts
>>> O melhor da Deutsche Grammophon em 2021
>>> A história de Claudio Galeazzi
>>> Naval, Dixon e Ferriss sobre a Web3
>>> Max Chafkin sobre Peter Thiel
>>> Jimmy Page no Brasil
>>> Michael Dell on Play Nice But Win
>>> A história de José Galló
>>> Discoteca Básica por Ricardo Alexandre
>>> Marc Andreessen em 1995
>>> Cris Correa, empreendedores e empreendedorismo
Últimos Posts
>>> Brega Night Dance Club e o afrofuturismo amazônico
>>> Fazer o que?
>>> Olhar para longe
>>> Talvez assim
>>> Subversão da alma
>>> Bons e Maus
>>> Sempre há uma próxima vez
>>> Iguais sempre
>>> Entre outros
>>> Corpo e alma
Blogueiros
Mais Recentes
>>> O século da canção
>>> Saudosismo
>>> Lei de Deus?
>>> Remorsos, devaneios, cor do tempo
>>> O enigma de Lindonéia
>>> Não Aguento Mais a Empiricus
>>> Eleições na quinta série
>>> O que aconteceu com a Folha de S. Paulo?
>>> O regresso, a última viagem de Rimbaud
>>> Eleições 2014: intrigas, infâmias, alucinações
Mais Recentes
>>> Capitães de Areia de Jorge Amado pela Record (1989)
>>> Anastacio - Tragi-comedia de Joracy Camargo pela Cultura Brasileira
>>> Diario de los Años de Guerra 1914 1919, Tomo II de Romain Rolland pela Hachette (1954)
>>> Antologia Brasileira da Arvore de Maria Thereza Cavalheiro pela Bartira (1960)
>>> Fabiano de Cristo - O Peregrino da Caridade de Roque Jacintho pela Luz do Lar (1987)
>>> Luta pelo Espaço, Textos de Sociologia Urbana de Eva Alterman Blay e Outros pela Vozes (1978)
>>> Faça dar Certo de Gaspareto pela Vida & Consciência
>>> Método Pilates de Condicionamento do Corpo de Cecilia Panelli pela Norte (2006)
>>> Filhos do Amor de Berenice Germano pela Viva Luz (2015)
>>> Sagramor, Tiresias e Salomé - Com Dedicatória do Autor de Eugenio de Castro pela F. França Amado (1895)
>>> Realidades de M. Basilea Schlink pela Co-Lab (1977)
>>> A Bíblia da Gravidez - Seu Guia Completo para a Gestação de Wladimir Taborda pela Cms (2005)
>>> Biologia Vestibular Enem - Guia do Estudante de Guia do Estudante pela Abril (2013)
>>> Lisa Biblioteca da Matematica Moderna 5 de Antonio Marmo de Oliveira pela Lisa (1968)
>>> Falou a Vida de Marilu Machado Carvalho pela Feesp (1988)
>>> Família Frente & Verso: um olhar compartilhado sobre as relações familiares de Jerri Roberto Almeida e Silvano Marques pela Francisco Spinelli - FERGS (2009)
>>> Fazer o Bem Faz Muito Bem de Miguel Meister Filho pela Dpl (2000)
>>> A Família, O Espírito e o Tempo de Vários Autores pela U.s.e (1994)
>>> A Música do que Acontece - Romance de John Stranley pela Mandarim (1997)
>>> Noite Bengali de Mircea Eliade pela Ulisseia (1961)
>>> O Mundo Contemporâneo Grandes Acontecimentos Mundiais da Guerra Fria aos Nossos Dias de Demetrio Magnoli pela Atual (2008)
>>> Israel Doze Anos Depois de Carmen Annes Dias Prudente pela Cad (1979)
>>> Teatro Malcomportado - Três Peças de João Leme pela Scortecci (2005)
>>> Os Deuses Dançantes de Otto Dana pela Vozes (1975)
>>> Diário de um Banana - Um Romance em Quadrinhos de Jeff Kinney pela Ver (2008)
COMENTÁRIOS

Terça-feira, 9/10/2007
Comentários
Leitores


Menos partidarismo, na verdade
Só uma consideração ao comentário anterior. Assim que postei, fiquei pensando... o mais justo seria "Mais arte, menos partidarismo" para o título do comentário. Porque a Política sempre foi, é e será necessária para nossa vida. O problema, na verdade, é o descaso com que se trata ela, seja por indiferença, seja por excesso de interesses privados em detrimento de interesses públicos. Era só esta correção: "Mais arte, menos partidarismo". Abraços

[Sobre "A propósito de Chapolin e Chaves"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
9/10/2007 às
20h37 200.180.59.152
(+) Rogério Kreidlow no Digestivo...
 
Mais arte, menos política
Dificilmente faço críticas "negativas" aqui, mas acho que elas nos ajudam a rever alguns pontos. O texto está bem escrito, a relação com os autores é boa, mas, primeiro, não traz nada de tão novo sobre Bolaños a não ser que é "gênio" — um conceito discutível. Segundo, há muito preconceito aí. Deixa o pessoal do interior dançar Strauss em seu casamento, o que há de brega nisso? Para muitas pessoas, é o momento mais especial da vida, não há nada de brega, errado ou feio — se há, é em achar isso brega. Também achei exagerado "momentos mais ridículos" da existência humana. E nunca assinei nem leio Caros Amigos, devido a seu excesso de partidarismo. Mas a crítica a ela, no meio de um texto como este, é desnecessária. Tenho amigos que lêem Caros Amigos e são fãs de Chaves sem, necessariamente, serem deste ou daquele partido ou ideologia. Bolanõs é um artista excelente e sua arte (ou seja, a Arte) não precisa vir acompanhada de julgamentos de valor pessoais. Abraço e até a próxima!

[Sobre "A propósito de Chapolin e Chaves"]

por Rogério Kreidlow
http://rogerkrw.blogsome.com
9/10/2007 às
20h34 200.180.59.152
(+) Rogério Kreidlow no Digestivo...
 
Identificação
Muito bom o texto! Batalhando exatamente para inscrever meu filme (digital) em festivais (estrangeiros, né...) me identifiquei totalmente. Como colaborador do Digestivo, estou até devendo uma matéria de "bastidores de produção cinematográfica no Brasil", mas parece que a novela não acaba nunca e o texto periga virar um tratado! Abraços! Jabá: se estiver interessado em conhecer meu filme, entre aqui.

[Sobre "Fetiche por película"]

por André
http://www.lanho.com.br/indodoc
9/10/2007 às
20h19 201.53.48.41
(+) André no Digestivo...
 
Novas Observações 06
Uma das coisas que também se falava muito em relação à película era a velocidade de gravação. Além disso, enquanto a película fazia 24 fotogramas por segundo, as câmeras digitais semi-profissionais (e até mesmo alguns modelos digitais) gravavam de modo entrelaçado, ou seja, toda a resolução que tinham era de, no máximo, 1080 linhas entrelaçadas em 29,97 frames por segundo (não eram fotogramas). Chama-se 1080i, os formatos de gravação das conhecidas HDV. Hoje esse modo de gravação já estava superado pela Panasonic, que lançou uma camera HDV que gravava em 24 progressivo (e não entrelaçado, como nas outras digitais). Com a RED também não é diferente, podendo filmar em 24, 30, 60 e outros.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h16 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 05
Pesquisando encontrei uma empresa super legal! Imagine que você quer montar uma sala de cinema digital e alguém lhe oferece um computador (conectado à empresa distribuidora via satélite), projetor e tela. Faz um investimento inicial e depois paga apenas por sessão exibida! A empresa chama-se RAIN Network e, por incrível que pareça, é brasileira! Gente, o único entrave para que o cinema não se transforme é o dinheiro que as grandes empresas norte-americanas vão perder com essa conversão. Imagine todas aquelas câmeras da Panavision sendo jogadas no lixo. Imagine que as distribuidoras iriam lucrar BEM menos com o cinema digital. Imagine se elas vão deixar isso acontecer? Imagine se a gente tem poder pra fazer alguma coisa com o pensamento retrógrado da maioria dos cineastas cheios de fetiche burro...

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h12 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 04
E ainda tem quem diga que vídeo não é cinema. Ou seria o contrário? Uma vez fiz uma matéria, no Cine-Pe, festival de cinema aqui em Recife, sobre a empresa que possui um projetor móvel de película e exibe os filmes nos festivais brasileiros. Não lembro agora o nome da empresa, mas ia combinar de entrevistar o pessoal no intervalo e o técnico puxou uma cadeira e disse para conversarmos no meio da exibição do primeiro longa da noite. Fiquei com o coração na mão e perguntei se ele não ia ver o filme. O cara deu uma risada e disse que já tinha visto mils vezes. Fiquei curiosa e sentei: "Como assim?". Pergunta à qual ele respondeu com muita calma e naturalidade mais ou menos assim: só tem a gente com esse projetor no Brasil, a gente acaba indo pra todos os festivais e vendo esses filmes milhões de vezes.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h11 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 03
A empresa define a camera como Ultra High Definition. Onde editar? No Final Cut Pro 2, que já oferece suporte para edição em 4K. Claro que isso tudo vai aumentar um pouco o orçamento de qualquer produção digital, mas ainda assim, nunca chegará aos pés do preço da película.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h11 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 02
Uma das coisas que também se falava muito em relação à película era a velocidade de gravação. Além disso, enquanto a película fazia 24 fotogramas por segundo, as câmeras digitais semi-profissionais (e até mesmo alguns modelos digitais) gravavam de modo entrelaçado, ou seja, toda a resolução que tinham era de, no máximo, 1080 linhas entrelaçadas em 29,97 frames por segundo (não eram fotogramas). Chama-se 1080i, os formatos de gravação das conhecidas HDV. Hoje esse modo de gravação já estava superado pela Panasonic, que lançou uma câmera HDV que gravava em 24 progressivo (e não entrelaçado, como nas outras digitais). Com a Red também não é diferente, podendo filmar em 24, 30, 60 e outros.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h10 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Novas observações 01
Bem, não exagerei não! Vocês provavelmente não entraram no site Red. Ela trabalha com uma configuração duas vezes melhor que a película, a começar pela quantidade de informação que ela grava. A película tem uma resolução que convenientemente chamamos de 2K. Isso significa que a película grava em 2024x1080 linhas numa janela nativa 16:9. Diz-se que o olho humano nem consegue enxergar toda essa resolução, pois, ao passar de duas mil linhas, não é possível perceber. Essa qualidade é boa, porque, para quem fotografa, quanto maior a resolução, melhor a latitude de gravação. Essa qualidade da película, era, até o começo do ano, insuperável, e em vista disso, ainda se valia a pena filmar em película. Entretanto, hoje em dia, com o lançamento das câmeras da empresa Red, o formato de gravação e as convenções cinematográficas terão de mudar. Ela filma com 4K. São 4520 X 2540 pixels de resolução! Isso aumenta e melhora a latitude, tornando o vídeo superior à película.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Déborah Guaraná
http://postodegasolina.blogspot.com
9/10/2007 às
20h05 200.249.25.12
(+) Déborah Guaraná no Digestivo...
 
Eu de novo
Profundidade de campo fica mais delicada a partir de duas coisas, Yuri: latitude e resolução. Quanto melhor esses dois itens numa câmera, mais e melhor você poderá controlar a profundidade de campo. A opção da galera que faz vídeo, como eu e você, por exemplo, é afastar a câmera, dá um zoom e acompanhar a cena. Com uma lente boa ficaria difícil perceber a diferença até mesmo usando uma câmera DV, como a XL1-s, da Canon, que é o modelo que eu tenho. E faça-se um favor: não alimente o ego dos conservadores fetichistas. São eles que fazem com que a indústria de cinema não mude, nem democratize-se.

[Sobre "Fetiche por película"]

por Deborah Guaraná
9/10/2007 às
16h09 201.50.159.239
(+) Deborah Guaraná no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




Muitas Vidas, Muitos Mestres
Brian L. Weiss
Sextante
(2009)



English Grammar in Use - With Answers
Raymond Murphy
Cambridge University Press
(1990)



Leitura e Ortografia - Além dos Primeiros Passos
Terezinha Nunes, Peter Bryant
Penso
(2014)



La hija del papa
César Vidal
Suma de Letras
(2011)



A Última Folha
O. Henry
Itatiaia
(1973)



Introdução à História da Filosofia
Hegel
Hemus
(1983)



Sherlock Holmes - Volume 6 - um Estudo Em Vermelho - Edição Definitiva
Arthur Conan Doyle
Zahar
(2009)



Almanaque do Chico Bento N 82
Mauricio de Sousa
Panini Comics



Culinária Ilustrada Passo a Passo Francesa
Publifolha
Publifolha
(1999)



De Grão Em Grão o Sucesso Vem na Mão
Katie Smith Milway
Melhoramentos
(2008)





busca | avançada
62861 visitas/dia
1,9 milhão/mês