Machado virou verbete | Carlos E. F. Oliveir

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Quinta-feira, 10/7/2008
Comentários
Leitores


Machado virou verbete
Machado serviu, como você bem sabe, para estabelecer uma referência, quer na forma, quer no conteúdo com que construiu seu universo e seus entes. Conheço uma quantidade enorme de pessoas que citam Capitu e tantos outros personagens sem jamais terem lido Machado; e, no círculo acadêmico, existem pessoas que escolheram o foco da aceitação ou rejeição para transitar na seara machadiana. Minhas leituras me fazem crer na dificuldade de fazer um julgamento ético de determinada obra, considerando estilo, originalidade e a densidade necessária para sustentar o interesse do leitor; vem dessas considerações a dificuldade de contextualizar toda uma produção, toda uma obra de um autor que já está além do seu tempo. As boas intenções da série se perdem diante da exumação de um cânone que não viveu para sê-lo. Hoje quando leio Dalton Trevisan ou então o belíssimo Raduan Nassar, percebo com uma certa satisfação uma derivação da fluência Machadiana, que virou verbete, que virou história...

[Sobre "Machado sem corte"]

por Carlos E. F. Oliveir
10/7/2008 às
20h43 201.51.145.183
(+) Carlos E. F. Oliveir no Digestivo...
 
Bula de livro
Guga, tenho procurado durante muito tempo um texto sobre leitores, que afinal é como Bloom deve ser compreendido. Leitores são formados de leituras ordinárias e leituras incomuns; o que você aponta é um modelo de observação onde o paradigma literário se apropriou dos elementos de investigação acadêmica. Bloom é rico, mas não avança para além dos seus limites; quando muito, provoca um certo incômodo pela sua, talvez, má vontade para com Borges e García Márquez. A formação ocidental com suas matrizes européia e americana, por prevalência mais econômica que histórica tendem a certas dificuldades diante de outras teogonias. Exceto, talvez, a influência da Índia na literatura inglesa. Os gregos e latinos prevalecem e poucos se recordam do quanto Jutland não é Shakespeare. Ainda vendo Werther como um anti-herói, percebo uma ironia um tanto aguda que depois reconheci em alguns personagens de Machado. O assunto é longo e apaixonante, mas fica melhor como conjectura que certeza.

[Sobre "Entrando pelo cânone"]

por Carlos E. F. Oliveir
10/7/2008 às
20h23 201.51.73.56
(+) Carlos E. F. Oliveir no Digestivo...
 
Os autores, pela autora
Espaços para a Literatura com comentários de autores como Eugenia Zerbini são fundamentais. Num país como o Brasil que tem uma alta porcentagem de jovens que não sabem ler e escrever, comentários sobre importantes autores num evento como o de São Francisco Xavier possibilita, a qualquer pessoa, saberes preciosos. São preciosas as passagens contadas por Eugenia... são preciosas as relações entre a Literatura e as outras Artes... são preciosos blogs como estes. Simone Alcântara

[Sobre "Festival da Mantiqueira: final"]

por Simone Alcântara
10/7/2008 às
16h08 201.0.94.138
(+) Simone Alcântara no Digestivo...
 
Tô nessa!
Achei ótimo. Certamente irei freqüentar, interagindo com um tema que muito me interessa também. Principalmente quando se analisa antropologicamente as necessidades e buscas da mulher e do homem. E do gay, do assexuado, enfim... Ganhou uma leitora. ;) Abraço.

[Sobre "Sexpedia"]

por Daisy Carvalho
http://www.carva1.wordpress.com
10/7/2008 às
10h22 189.60.56.179
(+) Daisy Carvalho no Digestivo...
 
ele realmente é o Renato
Realmente é impressionante! Chega um dado momento da peça em que ele envolve a platéia de uma tal forma que todos parecem estar anestesiados e crendo que ele realmente é o Renato. É de arrepiar, principalmente quando ele diz que está pensando em um nome artístico, e estava querendo usar Rousseau, em homenagem ao próprio, e a platéia grita unida: não, usa Russo!...

[Sobre "Renato Russo, por Bruce Gomlevsky"]

por Thiago
http://www.universo-particular.blogger.com.br
10/7/2008 à
01h18 189.1.58.191
(+) Thiago no Digestivo...
 
Eles não cantam: sussurram
Muito se tem festejado os 50 anos da Bossa Nova. Porém, se por um lado esse movimento trouxe novos ares para a música no aspecto da, digamos, teoria musical (misturando a harmonia do jazz com o ritmo sincopado do samba), por outro, prestou um desserviço no aspecto vocal. Perdoem-me por desafinar o coro dos unânimes, mas, como cantor que sou, acho que o advento da Bossa Nova representou o fim da era dos cantores de verdade - e, por cantor, quero dizer "gente que tinha voz". Após a Bossa Nova, toda uma geração de cantores do chamado "vozeirão", anterior a ela, passou a ser ridicularizada, dando lugar a um tipo de emissão vocal sussurrada. João Gilberto não canta: sussurra. E o sussurro desafina. Por isso é tão implicante com a sonorização de seus shows. Afinal, não é fácil captar o sussurro. Vou lhe dizer uma coisa, João: você desafina, amor! Felizmente, tem gente chegando a um meio-termo, como a Leila Pinheiro, que não tem vozeirão mas pelo menos usa voz - e não ar - para cantar.

[Sobre "50 anos de Bossa Nova"]

por Edmilson Moreira
9/7/2008 às
17h40 189.79.71.92
(+) Edmilson Moreira no Digestivo...
 
amores e safadezas
Muitos risos, sorrisos, amores e safadezas...

[Sobre "Promoção Filosofia Frente e Verso"]

por larissa carvalho
9/7/2008 às
17h15 201.62.194.234
(+) larissa carvalho no Digestivo...
 
A satisfação alheia
Não criar expectativas em relação aos sentimentos e comportamentos alheios evita a frustração, o ressentimento e o conflito. Por isso, não delego a ninguém a busca pela minha felicidade, assim como não me arrogo responsabilizar-me pela satisfação alheia. Nada mais sublime do que recebermos e doarmos por livre e espontânea vontade. [São Paulo - SP]

[Sobre "Promoção Filosofia Frente e Verso"]

por Solange Hette
9/7/2008 às
17h13 201.68.217.193
(+) Solange Hette no Digestivo...
 
Para sempre Machado
Brilhante texto, Pilar. Concordo plenamente com tudo que escreveste acerca de Machado de Assis. Cem anos depois de falecido, o "Bruxo" ainda tem fôlego para muito debate, ainda nos dá "muitos panos pra mangas". Só mesmo um escritor do quilate do "mestre" poderia nos ter legado uma obra tão rica e inovadora (sim, porque Machado se supera a todo instante, tornando-se, portanto, atualíssimo em suas diabruras de "gênio"). Parabéns, Pilar. Estou muito contente com tuas reflexões sobre um de nossos maiores escritores.

[Sobre "Machado e a AR-15"]

por Américo Leal Viana
9/7/2008 às
11h54 200.223.252.194
(+) Américo Leal Viana no Digestivo...
 
Teoria do Barbante
Sim! A Teoria do Barbante! Já notou como um barbante é flexível, maleável, versátil e útil? Pois é com um barbante que eu traço minha vida sem fugir da linha. Nada de risco fixo no chão! [Araguari - MG]

[Sobre "Promoção Filosofia Frente e Verso"]

por Rone Carlos Pinto
9/7/2008 às
10h30 201.48.242.33
(+) Rone Carlos Pinto no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
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