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COMENTÁRIOS

Segunda-feira, 13/5/2002
Comentários
Leitores


Tati
Mas Evandro, o melhor argumento contra o que eu disse é, acho, Jacques Tati, o diretor de cinema francês. Ele não gostava de ler. Mas se Jacques Tati não era humano, quem é humano? É claro que algumas pessoas que não lêem são melhores que algumas pessoas que lêem. Mas mesmo assim acho que bem que elas podiam ler as atas do clube de vez em quando- para entrar mais "no espírito da coisa", como se diz. Se são tão humanas assim sem ler (e algumas são, reconheço), imagine como ficariam depois de ler Walt Whitman. Não é? -Toni, obrigado pelo "inspirada" antes de "coluna no DC". Obrigado ao Ricardo, que é um leitor oblomovista, por ler um leitor peripatético (duas tribos diferentes, mas amigáveis). Um abraço a todos, Alexandre.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Alexandre
13/5/2002 às
06h03 200.207.125.11
(+) Alexandre no Digestivo...
 
Glorious victory
Sim, eu sempre gostei de "...And Lion Heart, and black-brow'd Edward with His loyal queen shall rise, and welcome us!" Se prepare, Sue, se prepare! Prepare your arms for glorious victory!

[Sobre "Quem é essa gente?"]

por Alexandre
13/5/2002 às
05h35 200.207.125.11
(+) Alexandre no Digestivo...
 
Fim do no.
O povo tem interesse pela cultura, provavelmente o que ocorre é que os navegadores são na sua maioria jovens, é interessante saber que muitas mulheres com faixa etária mais ou menos 30/40 anos não se interessam por informática, ou quando demonstram algum, é pelo e_mail ou o editor de textos o word do office. Em relação a homens é mais abrangente mas também acredito que a maioria dos navegantes sejam jovens, é raro ver algum adolescente se interessar por sites de notícias. A Globo.com que tinha em seu conteúdo somente matérias, atualmente já podemos ver em suas páginas paparazzos e garotas em pop-ups. A internet é conhecida entre os pais por pedofilia e pornografia, seria hora de mudar este quadro. Muito boa sua matéria, parabéns, vi lá no blog da Meg. Abraços Suely A Blogueira dos 'enta'

[Sobre "A internet e o fim do no."]

por Suely
13/5/2002 à
00h35 200.154.211.85
(+) Suely no Digestivo...
 
Todos foram chamados! :)
Caro Ricardo, essa é uma situação-limite. Se a pessoa te indica Paulo Coelho, fica fácil dar o pé nela. Estou falando de alguém de quem você realmente gosta e que não é nenhum ignorante, mas que tem um nível intelectual razoável. O que quero dizer é o seguinte: é possível amar uma pessoa que não faz as mesmas coisas que você. O mundo dá muitas voltas e pode ser que duas pessoas se conheçam e se amem e depois comecem a seguir caminhos diferentes e continuem se amando mesmo assim. Mas mesmo sem levar em conta nada disso, já há um problema aqui, e é esse problema que eu quero ressaltar: é fácil afirmar, por exemplo, que um professor de filosofia é mais humano que uma ginasta. Mas imagine-se no lugar da ginasta ouvindo isso... Esta é uma questão prática e séria que não tem solução dentro de um âmbito de discussão puramente teórico. Quero dizer, se uma pessoa tem uma vida que para ela faz sentido, se ela tem amigos, se ela é feliz, que sentido há em falar que ela é menos humana que outra? Que direito nós temos de julgar quem é mais humano? Você acha que Aristóteles foi mais humano que você? Ou ainda: você acha que, caso Aristóteles tenha sido mais humano que você, isso vai fazer alguma diferença na sua vida? Isso aqui está mais parecendo uma terapia, né?! Aliás, se tivesse algum psicólogo aqui, poderia me ajudar em meus argumentos, pois os terapeutas têm muita experiência prática com clientes e sabem que as coisas não são tão simples assim. Estou dando uma de Sócrates de propósito. Não deixo de reconhecer os méritos de quem busca o conhecimento. Acho isso uma das coisas mais bonitas do ser humano, talvez a mais bonita. Mas ao mesmo tempo me recuso a adotar a postura fácil de dizer que todo mundo deveria ser filósofo. Ou que, como dizia Platão, o verdadeiro filósofo é o ser mais perfeito que existe. Quanto mais eu estudo, mais vejo erros nas opiniões das pessoas "comuns". Mas vejo que algumas pessoas são abertas ao que eu digo e outras não. E tenho a impressão de que talvez seja isso que torne as pessoas mais humanas. Muitas vezes vejo mais humanidade em um motorista de taxi do que em um doutor em filosofia, que já leu centenas de livros.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Evandro Ferreira
12/5/2002 às
21h56 200.167.234.134
(+) Evandro Ferreira no Digestivo...
 
NÃO FUI CHAMADO, MAS ...
Amigo Evandro: ao procurarmos uma companheira, queremos uma com afinidades de gostos. Eu não esperaria seis anos para saber se minha namorada é uma leitora substancial ou não ... Não só verifico a quantidade, mas o conteúdo da leitura das mulheres pelas quais me interesso (sou chato, sei disso). Num momento de questionamento, como tantos em minha vida, se uma mulher aconselha-me a leitura de Paulo Coelho para clarear-meas idéias, qualquer relacionamento futuro está automaticamente abortado.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Ricardo
12/5/2002 às
21h06 200.191.12.186
(+) Ricardo no Digestivo...
 
o melhor comentário que li
Se entendi esse texto é do Julio Borges... Só quero registrar que foi o melhor comentário que li sobre o Falange Canibal. Tenho lido muitas coisas e escutado muitas "reclamações" sobre excesso de eletrônica e a falta do Suzano. Rebato a estas opiniões, pois concordo que Lenine sempre "sobra" no seu trabalho independente de quem o acompanhe, ele basta, e mais que isso, minha primeira audição do Falange me encheu os ouvidos com o lirismo a que vc se refere, e arrisco a dizer que este é o cd mais melancólico de Lenine, melancolia positiva... Não senti falta de nada no Falange, achei maravilhoso, e acho que Encantamento, e Sonhei, são das coisas mais delicadas e belas que já ouvi em minha vida. Reafirmo que Lenine sempre "sobra". Pra mim Lenine chegou há muito tempo, e de mim não acredito que irá sair jamais...

[Sobre "Digestivo nº 75"]

por catia
12/5/2002 às
20h38 200.222.94.200
(+) catia no Digestivo...
 
Só pra complicar
Tenho-me sentido extremamente inclinado a concordar com o fato de que quem lê é mais humano que quem não lê. Ou que quem busca o conhecimento é mais humano que quem não busca. Mas vou contar uma coisa, só para complicar. Você conhece uma pessoa e passa a viver com ela. Ela é, digamos sua namorada. Depois de uns seis anos juntos, você se adoram, se amam mesmo. Moram juntos e até pensam em casar. Só tem um problema: ela só lê uns dois livros por ano, ou nem isso. De repente você descobre que ela é menos humana do que você, que lê, digamos, uns 40 livros por ano. Como contar isso a ela? Será que, se isso acontecesse com vocês, vocês teriam tanta certeza sobre essa teoria? Será que não existem outras qualidades que pesam para a "humanidade" de uma pessoa, além da leitura e do conhecimento? Essas são perguntas para as quais não tenho resposta. Mas são muito sérias.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Evandro Ferreira
12/5/2002 às
19h33 200.167.234.134
(+) Evandro Ferreira no Digestivo...
 
Blake
Marchemos então, meu general! Sem trégua nem piedade. Somos nós ou eles! "Prepare, prepare the iron helm of war,/Bring forth the lots, cast in the spacious orb;/Th'Angel of Fate turns them with mighty hands,/And casts them out upon the darken'd earth!/ Prepare, prepare!/(...) Soldiers, prepare! Our cause is Heaven's cause;/Soldiers, prepare! Be worthy of our cause:/ Prepare to meet our fathers in the sky:/ Prepare, O troops, that are tofall to-day! /Prepare, prepare!

[Sobre "Quem é essa gente?"]

por Assunção Medeiros
12/5/2002 às
14h10 200.222.208.253
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
Se mudar, pode melhorar...
Motivado pelo seu texto, arrisquei uma "olhada" no programa. Realmente confirma a crítica contida no texto. Há, por outro lado, um espaço aberto na mídia, para um programa deste tipo, por exemplo com a Lucia Guimarães. Valeu a sugestão e a crítica.

[Sobre "Com a calcinha aparecendo"]

por Oswaldo C. Neto
11/5/2002 às
08h41 200.198.78.138
(+) Oswaldo C. Neto no Digestivo...
 
Jornalistas e cultura
Não concordo com uma coisa no texto: a conhecida dificuldade dos jornalistas em administrar qualquer coisa que não seja palavras nos textos não foi a responsável pela derrocada de sites incríveis como o no. O que aconteceu foi uma euforia generalizada, tanto do pessoal criativo quanto daqueles que lidam com números (esperemos, também criativamente). Agora, concordo com todo o resto, principalmente o último parágrafo: "Que a única chance de sobrevivência é produzir um mix entre o besteirol e a pornografia?". É triste, mas tenho a impressão que é isso mesmo. Minha experiência de trabalho em um site grande foi exatamente essa. Tínhamos um time de primeiríssima linha, só gente competente, fazendo um conteúdo ótimo e, no entanto, os leitores pediam mais e mais sexo - uma pesquisa comprovou isso. Fotos de atrizes e atores nus (ou quase) eram mais importantes do que a cobertura em tempo real. Acho que a discussão aqui é essa mesma, exposta no último parágrafo: "Que neste país ninguém valoriza a cultura, a educação e as artes assim constituídas?". Minha resposta é: não.

[Sobre "A internet e o fim do no."]

por Maria Fabriani
11/5/2002 às
06h14 213.66.226.114
(+) Maria Fabriani no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
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