Meninos! | Assunção Medeiros

busca | avançada
35423 visitas/dia
1,3 milhão/mês
Mais Recentes
>>> Banda GELPI, vencedora do concurso EDP LIVE BANDS BRASIL, lança seu primeiro álbum com a Sony
>>> Celso Sabadin e Francisco Ucha lançam livro sobre a vida de Moracy do Val amanhã na Livraria da Vila
>>> No Dia dos Pais, boa comida, lugar bacana e MPB requintada são as opções para acertar no presente
>>> Livro destaca a utilização da robótica nas salas de aula
>>> São Paulo recebe o lançamento do livro Bluebell
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Rinoceronte, poemas em prosa de Ronald Polito
>>> A forca de cascavel — Angústia (FUVEST 2020)
>>> O reinado estético: Luís XV e Madame de Pompadour
>>> 7 de Setembro
>>> Outros cantos, de Maria Valéria Rezende
>>> Notas confessionais de um angustiado (VII)
>>> Eu não entendo nada de alta gastronomia - Parte 1
>>> Treliças bem trançadas
>>> Meu Telefunken
>>> Dor e Glória, de Pedro Almodóvar
Colunistas
Últimos Posts
>>> Diogo Salles no podcast Guide
>>> Uma História do Mercado Livre
>>> Washington Olivetto no Day1
>>> Robinson Shiba do China in Box
>>> Karnal, Cortella e Pondé
>>> Canal Livre com FHC
>>> A história de cada livro
>>> Guia Crowdfunding de Livros
>>> Crise da Democracia
>>> Banco Inter É uma BOLHA???
Últimos Posts
>>> Uma crônica de Cinema
>>> Visitação ao desenho de Jair Glass
>>> Desiguais
>>> Quanto às perdas I
>>> A caminho, caminhemos nós
>>> MEMÓRIA
>>> Inesquecíveis cinco dias de Julho
>>> Primavera
>>> Quando a Juventude Te Ferra Economicamente
>>> Bens de consumo
Blogueiros
Mais Recentes
>>> Um governo que nasceu morto
>>> Wikia Search
>>> A difícil arte de viver em sociedade
>>> Ações culturais
>>> A história do amor
>>> Além do Mais
>>> Derrotado
>>> Acabou o governo
>>> American women kick ass
>>> As duas oposições
Mais Recentes
>>> Manual do Escotista - Ramo Lobinho de União dos Escoteiros do Brasil pela A União (2011)
>>> A Mágica da arrumação - a arte japonesa de colocar ordem na sua casa e na sua vida de Marie Kondo pela Sextante (2015)
>>> PSI-Q - 80 jogos, questionários e experiências para testar sua inteligência psicológica de Ben Cambridge pela Sextante (2016)
>>> Trogan! uma Luz Em Atlântida de Franc Josef pela Speed Art (2000)
>>> Educação Familíar Presente e Futuro de Içami Tiba pela Integrare (2014)
>>> Espíritos Entre Nós de James Van Praagh pela Sextante (2009)
>>> Psicoterapias Cognitivo-Comportamentais - um diálogo com a psiquiatria de Bernard Rangé (org.) pela Artmed (2001)
>>> O Túnel das Almas de J. Herculano Pires pela Paideia (1978)
>>> O Laço Duplo de Chris Bohjalian pela Nova Fronteira (2008)
>>> O Pálido Olho Azul de Louis Bayard pela Planeta do Brasil (2007)
>>> Apólice para Morte de Sara Paretsky pela Marco Zero (1982)
>>> O Encontro Marcado de Fernando Sabino pela Record (2008)
>>> O Sétimo Unicórnio de Kelly Jones pela Mercuryo (2006)
>>> Morte de um Holandês de Magdalen Nabb pela Bonobo / Novo Século (2009)
>>> Como compreender os símbolos - guia rápido sobre simbologia nas artes de Clare Gibson pela Senac (2012)
>>> Clássicos do Iatismo de Antonio Luiz de Souza Mello Netto pela Media Mundi (2011)
>>> A Casa das Sete Meninas de Georges Simenon pela Nova Fronteira (1982)
>>> Último Azul de Daisy Xavier pela Barleu (2011)
>>> Mas Será o Benedito? de Mario Prata pela Globo (1996)
>>> Querida Sue de Jessica Brockmole pela Arqueiro (2014)
>>> O Escritor de Obituarios de Porter Shreve pela Best Seller (2002)
>>> Rindo E Refletindo Com A História de Richard Simonetti pela Ceac (2007)
>>> História da Civilização Ocidental - Volume 2 de Edward McNall Burns pela Globo (1989)
>>> História da Civilização Ocidental - Volume 1 de Edward McNall Burns pela Globo (1993)
>>> Estranha Economia de Felipe Barbosa pela Apicuri (2012)
>>> A Inspetora e Uma Grande História de Amor (Série Edi Jovem)) de Santos de Oliveira pela Ediouro (1993)
>>> Herry Potter e a Pedra Filosofal de J. K. Rowling pela Rocco (2019)
>>> Revisão do paraíso. Os brasileiros e o Estado em 500 anos de História de Mary del Priore. Organização pela Campus (2000)
>>> Polly Pocket: Teste e Truques de Editora Fundamento pela Fundamento (2007)
>>> Fábrica de Poesia de Roseana Murray pela Scipione (2009)
>>> O Outro Nome do Bicho de Chico Homem de Melo pela Scipione (2007)
>>> A Viagem de uma Alma de Peter Richelieu pela Pensamento (1993)
>>> Isso Não É Brinquedo! de Ilan Brenman pela Scipione (2007)
>>> Os senhores dos rios. Amazônia, margens e história de Mary del Priore & Flávio Gomes. Organizadores pela Campus (2003)
>>> O Gato do Mato e o Cachorro do Morro de Ana Maria Machado pela Ática (2007)
>>> A Voz de Deus de Fernando Pessoa pela Proi (1997)
>>> Medidas Desesperadas de David Morrell pela Rocco (1998)
>>> Como Ler os Quatro Evangelhos de Frei Carlo Maria pela Regnum Dei (1987)
>>> O Extraordinário Poder da Intenção de Esther & Jerry Hicks pela Sextante (2008)
>>> Elos do Passado de Wanda A. Canutti pela Eme (2002)
>>> Na Hora do Adeus de Irene Pacheco Machado pela Rema (1997)
>>> Breve história da cartografia. Dos primórdios a Gerardus Mercator de Abílio Castro Gurgel pela BTAcadêmica (2015)
>>> O Gerente Minuto de Kenneth Blanchard e Spencer Johnson pela Record (1981)
>>> A Charada do Sol e da Chuva de Luiz Galdino pela Ática (1996)
>>> Encarcerados de Nércio Antonio Alves pela Rumo (1990)
>>> O Hotel dos Bichos Desamparados de Ricardo L. Hoffmann pela Ftd (1990)
>>> Crescer é Perigoso de Marcia Kupstas pela Moderna (1994)
>>> Stress Você Pode Ser O Próximo Previna-se de João Vilas Boas pela Paradigma (2019)
>>> Criar Abelhas é Lucro Certo de Márcio Infante Vieira pela Nobel (1983)
>>> O Assassinato de Roger Ackroyd de Agatha Christie pela Globo (2008)
COMENTÁRIOS

Quinta-feira, 16/5/2002
Comentários
Leitores


Meninos!
Evandro, só nos encontraremos se você frequentar o Seminário no Rio... mas se o fizer, já deve ter-me visto! Não costumo ficar apagada num canto! :o)Bom, eu continuo achando que ler é algo de EXTREMA importância na vida de qualquer um, mesmo que sejam livros de mistério bem chinfrins, para aqueles que ainda não têm o prazer de ler. Depois, aos poucos, descobrir que alguém que viveu centenas ou até milhares de anos antes de você sentia igual, amava igual, sofria igual, tinha o mesmo deslumbramento com o mundo,isso dá um brilho no olhar e uma força no sorriso que faz com que os seus iguais reconheçam você como um deles... E o mais importante, remetendo ao texto do meu General, liberta você do aqui-agora como nada mais consegue. Você está um instante na Grécia antiga com Ulisses, então voa correndo para a Idade Média e conversa com o monge Beda, o Venerável, e logo está sentado no colo do velhinho safado, Walt Whitman, usufruindo do prazer da companhia do OUTRO. Todo este mundo mágico só está à disposição de quem lê. Não é uma tragédia para aqueles que ficam restritos ao bom dia do porteiro e às manchetes de jornal? Também acho Ricardo, que os relacionamentos não são o lugar de fazer serões literários, mas não é para o outro que se lê, é para si. Evandro, nada contra sua menina, tenho certeza que ela é uma pessoa fantástica, mas eu sempre teria a incômoda sensação de que grande parte de mim se tornaria initeligível para o outro que não lê. Beijos da Sue

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Assunção Medeiros
16/5/2002 às
02h28 200.184.36.252
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
RIDÍCULO ...
Escrevi um pedaço do comentário no espaço reservado ao título e esqueci de consertar. Sem contar os erros decorrentes da pressa.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Ricardo
15/5/2002 às
17h38 200.227.233.125
(+) Ricardo no Digestivo...
 
quanto maisQUANTO
Não falei que era para o casal transformar o relacionamento em um seminário literário. Apenas aponto como ideal que cada um leia o que puder, o quanto puder. O desnível intelectual causa transtorno e até constrangimento (contrabando de livros) conforme a Sue demonstrou com um exemplo. Aproveito para cobrir uma lacuna que deixei. É em relação ao comentário 30, do Toni. Ele entendeu ter eu dito que há diferentes vocações, devido à variedade de autores que citei. Nada disso, apenas falei que se não adianta colocar nas mãos dos operários citados leituras mais leves como A. Christie ou José de Alencar, QUANTO MAIS Homero, Descartes, etc ... Infelizmente, eles não têm base para ler nem os mais leves, nem os mais pesados. Talvez sejam merecedores de uma segunda chance, conforme falei simbolicamente no meu primeiro comentário. O porteiro do meu prédio, por exempo, teve depois de maduro a segunda chance de alfabetizar-se, e aproveitou. Escapou à geena. Já uma colega de profissão, toda pose, indignou-se porque comentei do lançamento de mais um livro do L. F. Veríssimo, o "Sexo na Cabeça". "Mas como! Você tem que se manter dentro da sua área! Não tem que ficar lendo essas coisas!" ... "Coisa" é ela ...

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Ricardo
15/5/2002 às
17h23 200.227.233.125
(+) Ricardo no Digestivo...
 
Nem tão hipotético assim
Cara Sue. Concordo plenamente com você. Acho absurdo não compartilhar as maiores realizações com o cônjuge. É realmente triste uma relação como a desse amigo seu. Mas, como eu estava a dizer, é uma situação-limite, entende? Há relações em que os dois parceiros se respeitam e se admiram, e nas quais há uma substancial diferença no número de livros que um e o outro lêem. Esse é o meu caso. E posso dizer que minha namorada jamais faltaria à minha defesa de tese. Mesmo porque ela sempre me acompanhou nessas apresentacões acadêmicas. E o que quis dizer é que o texto - que ficou até distante depois de tantos comentários :) - não ajuda muito a percebermos que esse tipo de relação é possível, muito menos os comentários do Ricardo. Mudando de assunto, podemos nos encontrar então no dito seminário, pois eu também sou aluno! Gostei do "ingênua Sue". Muito espirituoso. Um abraço do hipotético Evandro.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Evandro Ferreira
15/5/2002 às
16h59 200.167.234.109
(+) Evandro Ferreira no Digestivo...
 
Situações Hipotéticas
Querido Evandro, que bom então que não é você que está enfrentando a situação hipotética que você descreveu. Agora eu entendi como duas pessoas tão diferentes quanto as que você descreveu podem se relacionar tão bem... no reino das conjecturas, é claro! Bom, eu não sou muito boa de lidar com conjecturas, talvez por possuir imaginação excessivamente fértil e me perder entre elas... Prefiro lidar com fatos, que são mais irredutíveis e não cedem diante de minhas fantasias. Bom, quanto às minhas dicas parecerem ingênuas, não sei não... só conheço um casal onde exista tamanho disparate intelectual quanto você descreveu. Um amigo meu, intelectual bastante produtivo, com alguns livros publicados, doutorado, um membro clássico da classe pensante, é casado com uma dona de casa militante, que acha que livros são aquelas coisinhas irritantes que juntam poeira e atrapalham a faxineira na hora da limpeza. Duas situações na vida deste casal -- que parece bem equilibrado em outros aspectos, e que não parece ser infeliz -- me impressionaram bastante. Primeiro, quando meu amigo fazia mestrado, tinha de comprar muitos livros, e isto era sempre motivo de briga entre os dois, porque ela achava tal coisa "jogar dinheiro fora" (!!). A solução encontrada por ele foi contrabandear os livros para dentro de casa e escondê-los, assim ela, que sequer percebia títulos e capas, pensaria que já estavam ali há tempos. A segunda situação foi, e é, ainda mais triste do MEU ponto de vista. Veja bem, digo meu, porque repito que o casal PARECE bastate satisfeito com a situação. Na hora da defesa de sua tese de mestrado, este meu amigo me ligou e disse que fazia questão da MINHA presença, pois era um momento importante de sua vida. Ele sempre divide comigo estas suas atividades. Toda a sua família estava lá comigo, exceto... a dita esposa, que não achou o momento importante o suficiente para faltar ao trabalho. Portanto, na minha humilde e algo ingênua opinião, o relacionamento deles só funciona porque meu amigo busca FORA DELE, em mim e talvez em outras amigas, o que precisa intelectualmente, e tem com a mulher um contrato social para a manutenção da casa e criação dos filhos. Eu não sei você, mas isso para mim seria a morte em vida. Sou incuravelmente romântica e busco sempre o contato entre as almas. Quanto ao cansaço, bom, eu dou aula em duas universidades, faço trabalhos imensos de tradução, faço parte de um grupo de estudos de cultura celta e germânica, estou preparando um livro, sou dona de casa, com tudo o que isto acarreta, e ainda sou aluna do Seminário de Filosofia do próprio Olavo de Carvalho. Sabe o que faço para relaxar, nos poucos intervalos que tenho? Leio. Ler me dá um prazer incrível, e nem tudo o que se lê é a Metafísica ou a Suma Teológica. Concordo que estudos profundos e trabalho mecânico não combinam quando há excesso, mas nada num profissional atarefado impede a leitura prazerosa de bons textos. Um beijo da ingênua Sue. :o)

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Assunção Medeiros
15/5/2002 às
15h29 200.184.36.55
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
Cobranças
Cara amiga Sue. Aprecio muito sua sugestão, mas acho que seria muita ingenuidade a minha se eu já não fizesse isso desde o início da realação, não é? Na verdade a situação que descrevi não é exatamente a minha, como pode ter ficado implícito. Sempre escrevi poemas para minha namorada e até textos e artigos e ela adora todos eles. Entretanto, eu quis apresentar a situacão hipotética pelo fato de que muitas pessoas simplesmente não desenvolvem o gosto pela leitura, ou até gostam de ler, mas têm sono ou preguiça. Eu mesmo já trabalhei por um tempo - hoje só estudo - e chegava em casa às 9 da noite, morto de cansaço e não conseguia ler nada, embora morresse de vontade. Em algum lugar de seus escritos, Olavo de Carvalho afirmou uma coisa com a qual eu concordo em gênero, número e grau. Era algo como: "um sujeito que trabalha até as 8 da noite não vai chegar em casa e ler a Metafísica de Aristóteles". Então penso que essa coisa de achar que alguém vai buscar o conhecimento independentemente de qualquer coisa é bobagem. Ou a pessoa se dedica inteiramente a estudar, gastando não mais do que umas 5 horas por dia com trabalho (trabalho esse que não pode ser manual, pois dessa forma se cansaria muito), ou então ela pode até ler um pouco, mas suas leituras nunca vão passar de um certo grau de profundidade. E essa pessoa, por mais que pense que se livrou do senso-comum, será sempre mais uma figura de um nível intermediário entre a ignorância e a sabedoria, apenas portadora de uma "opinião" mais sofisticada que a dos outros. Mas, por mais estranho que possa parecer, não vejo nada de errado nisso. Esperar que todos virem filósofos só não é mais ingenuidade que achar que o indivíduo "antenado" e semi-culto é mais humano que um peão de obra, por exemplo. Portanto, acho que é preciso buscar outros parâmetros que auxiliem nessa análise do Alexandre (e sei que ele tem consciência disso, pois seu artigo não pretende esgotar o assunto). O problema é que, trabalhando apenas com situações-limite não se chega a lugar algum. É lógico que o relacionamento entre uma patricinha e um filósofo é inviável. Mas, segundo a perspectiva do Ricardo, qualquer relacionamento é inviável, a menos que os dois leiam quase que igual quantidade de livros. Com isso não concordo de modo algum.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Evandro Ferreira
15/5/2002 às
14h28 200.167.234.109
(+) Evandro Ferreira no Digestivo...
 
Colunistas: tempo e o espaço
Caro Rogério, não obstante eu ter escolhido viver em Goiânia (há 3 anos), sou de Fortaleza e sei bem do que você fala. Essa praga do agrupamento simbiótico colunista/madame/gigolô/colunáveis/aspirantes a colunáveis não para de crescer. Tem uma cidadezinha no interior de Minas, na fronteira com a Bahia, onde há 2 jornalecos. Acreditem: 40% da "metragem" é ocupada por colunas sociais. Cada um tem somente duas folhas duplas, mas entupidas de dessa babaquice. A maioria das "matérias" refere-se a festas da alta sociedade local. Uma cidade paupérrima! Análoga a essa cidade, que conheço bem, deve haver um sem número no Brasil. São Paulo, Paris e Nova Iorque, infeizmente, não são diferentes, guardadas as proporções dos colunista e colunáveis. Ou seja, o problema não é onde, mas quem. E o "quem" humano anda cada vez mais superficial e preso a valores meramente relacionados ao ego. Um abraço. Bernardo

[Sobre "Quem é essa gente?"]

por Bernardo
15/5/2002 às
13h15 200.163.217.179
(+) Bernardo no Digestivo...
 
Depois de tantos comentários
Ricardo, quisera eu que mais homens cobrassem de suas mulheres seu grau de leitura e humanidade. Assim teria mais amigas! :o) Eu já disse tempos atrás que amor aos livros é inato, porque a busca do conhecimento como um todo pressupõe a busca pelo auto-conhecimento e melhoria do mundo que nos cerca. Ética é tão parte disso quanto a alfabetização. E Evandro, meu querido, se já existe um relacionamento de tanto tempo, que tal tentar mostrar que você ficaria feliz em compartilhar algumas de suas leituras com ela? Escolha uns poemas bem bonitos, leia para a moça em voz alta... depois faça muito carinho e diga que ela o inspira da mesma forma. DUVIDO que depois disto ela não fique sentadinha do seu lado enquanto você lê... Dê a ela livros - pequeninos, no início - de presente, e diga que é "a cara dela". Logo logo, vocês vão ter de comprar um sofá novo para a sala de leitura dos dois! Os conselhos são de coração. Beijos a todos, da Sue

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Assunção Medeiros
15/5/2002 às
12h54 200.184.36.43
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
Quem julga???
Que vença Concordo com o ponto de vista sobre a fórmula 1, só queria acrescentar que se o alemão ganhou a corrida foi por má indole dele mesmo pois a ele cabe a decisão de ganhar ou perder nessa situação. Portanto ele nunca será um campeão pois nem mesmo em sua família demonstra afeto (Ralph). A fórmula 1 é um circo que devemos acompanhar as ações de vermes que corrompem nossa sociedade.

[Sobre "Digestivo nº 81"]

por Vinicius Brown
15/5/2002 às
10h10 200.19.104.133
(+) Vinicius Brown no Digestivo...
 
POR MAIS QUE DOA ACEITAR ...
... realmente a leitura é que faz a diferença, amigo Bernardo. Pena que não andamos 24 horas por dia com uma câmera ou gravador. Se ontem eu tivesse uma em mãos, enviaria o que ouvi, da forma como foi ouvido, e seria difícil não dar razão ao Alexandre. Aliás, a coluna dele está ficando científica, pois até uma amostra eu já consegui. Dá vontade de espetar com uma agulha e guardar num mostruário. Caso isolado? De forma alguma, é o que vejo diariamente, mas ontem com maior destaque. Você colocou a questão ética e de ação. OU a pessoa nasce ética, OU não nasce (nada de "sementinha" ética a ser desenvolvida, por favor). Se nasceu ético, a leitura que a fará desenvolver-se, atuar ainda melhor dentro de seus parâmetros éticos inatos. Se não nasceu, a leitura é a última chance de ser ético ao menos por osmose. O papel da leitura é de real destaque, porque infelizmente não temos mais abundância de pessoas pelas quais posamos pautar nossa conduta, até pisarmos firmes com nossos pés. São poucos, pouquíssimos os modelos vivos que temos "a disposição". A pessoa de ética inata procura seus pares, não encontra, e tendo oportunidade, refugia-se nos livros. Já a questão da oportunidade é relativa. "Ah, não posso comprar livros" ... Para que servem as bibliotecas públicas? "É longe de casa" ...Mas não inacessível ... "É difícil para mim ler" ... Sabe ler? Adquira então o hábito que fica mais fácil. Por fim, a quantidade do conhecimento é uma decorrência natural do envolvimeto. Um só livro pouco explica, daí a necessidade de recorrer-se a outros e outros, inclusive para tornar o lido eficaz.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Ricardo
15/5/2002 às
09h42 200.227.233.116
(+) Ricardo no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
mais comentários

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




BIBLIO SAGRADA
NED

R$ 32,30



ENCICLOPÉDIA DO ESTUDANTE ABRIL CULTURAL VOLUME 1
VÁRIOS AUTORES - ABRIL CULTURAL
ABRIL CULTURAL
R$ 4,80



GERÊNCIA EFICAZ DA MUDANÇA
JOSÉ HAMILTON BUENO
LTR
(1995)
R$ 10,00



SIRI
RACHAEL COHN
GALERA
(2000)
R$ 49,00
+ frete grátis



PHANTOMS OF THE LOUVRE
ENKI BILAL
LOUVRE EDITIONS
(2014)
R$ 190,00



EYEWITNESS TRAVEL GUIDES CANADA
DORLING KINDERSLEY
DK
(2008)
R$ 30,00



GESTAO POR COMPETENCIAS E GESTAO DO CONHECIMENTO
HUGO PENA BRANDÃO E OUTROS
FGV
(2009)
R$ 20,00



O COLECIONAR DE LÁGRIMAS - HOLOCAUSTO NUNCA MAIS 8370
AUGUSTO CURY
PLANETA
(2013)
R$ 11,00



A SEDUÇÃO
CÁSSIO A. M. MARTINS
SHALOM
R$ 4,00



EDUCAÇÃO AGENTES FORMAIS E INFORMAIS
MARIA CRISTINA SIQUEIRA DE SOUZA CAMPOS
E. P. U.
(1985)
R$ 10,00





busca | avançada
35423 visitas/dia
1,3 milhão/mês