Anarquia Bacana | Luciana Schiller

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Quinta-feira, 23/5/2002
Comentários
Leitores


Anarquia Bacana
A respeito da crítica ao programa Saia Justa: Primeiro tem Rita Lee, que é tudo de bom: inteligente, irreverente, irônica e "palhaça". Já é um motivo mais do que básico para que eu assista ao programa. A Mônica Valdvogel é um contraponto interessante às "3 doidas". embora esteja sempre meio tensa e aparentemente "presa", dando a entender que deve preservar a imagem de apresentadora de telejornais. Fernanda Young se coloca de forma engraçada, e embora seja de Niterói, parece mais uma paulista. Marisa Orth é para mim a mais fraquinha das quatro. Engraçadinha. O programa tem um que de anárquico, sem aquela coisa certinha do Manhattan Conection. Eu gosto assim, embora às vezes, errem na mão. O programa de hoje (22.05.02), achei ótimo, o da semana passada, péssimo. Tem altos e baixos, mas acho que ainda tem muita coisa a ser explorada. O único fato que detestei até agora, foi a Young, egoisticamente dizer que pra ela, o FHC é 'tudibom', e as outras não retrucarem. Achei estranho isso... Medo? Concordância? Da Rita? hummmmm detestei isso.

[Sobre "Do Manhattan Connection ao Saia Justa"]

por Luciana Schiller
23/5/2002 às
15h34 200.191.186.202
(+) Luciana Schiller no Digestivo...
 
Parabéns, Mauricio Dias.
Mensagem apropriada para o momento.Linguagem fácil, exemplos muito bem feitos e pleno conhecimento da matéria. Parabéns, continue, estamos presisando.

[Sobre "Crítica à arte contemporânea"]

por Cleusa M.Arantes de
23/5/2002 às
14h19 200.202.0.110
(+) Cleusa M.Arantes de no Digestivo...
 
...
Sou de Joinville - SC e hoje estou visitando o digestivo cultural pela primeira vez. Fico feliz por ter pessoas como vc que sabe escrever e expressar o que realmente pensa... Parabéns!!!!

[Sobre "ajoelhou? tem que rezar"]

por Luciana
23/5/2002 às
12h40 200.193.73.111
(+) Luciana no Digestivo...
 
Corporativismo da crítica?
Não vejo essa riqueza na crítica atual. Ela costuma atuar sem critério, é burra mesmo. Acho que o Giron está sendo corporativista e excessivamente otimista. Entendo seu instinto de defesa. Mas acho que ele está apertando a mão dos imbecis. Espero que não. O texto é bom, ainda que tendencioso.

[Sobre "Dizem que a crítica acabou; só se foi quando o verão chegou"]

por Mara Souza Ferreira
23/5/2002 às
11h48 200.177.17.215
(+) Mara Souza Ferreira no Digestivo...
 
De que é feito um homem-bomba
A idéia de Waldemar Zusman, a quem conheço bem e admiro, publicado pelo leitor Kalman Mayer, esclarece bem a natureza desta operação que parece tão esdrúxula aos olhos ocidentais. Acho porém, que os deprimidos também manobram os políticos afim de criarem as condições propícias a justificar seu suicídio como ato heróico.

[Sobre "O Conflito do Oriente Médio"]

por Heitor De Paola
23/5/2002 às
11h48 200.255.208.190
(+) Heitor De Paola no Digestivo...
 
Letrados
Não podemos nos esquecer daqueles que lêem três livros por dia e continuam não sendo humanos.

[Sobre "Quem Não Lê Não É Humano"]

por Eduardo
23/5/2002 às
03h01 200.151.46.74
(+) Eduardo no Digestivo...
 
Comentário
Estou vistitando a página pela primeira vez, por indicação de uma amiga. O que me chamou a atenção foi a maneira de vc expressar suas idéias... Parabéns!!!!! Vc escreve muito bem...

[Sobre "ajoelhou? tem que rezar"]

por Laura
22/5/2002 às
13h12 200.193.73.111
(+) Laura no Digestivo...
 
Porreta!
O Neumanne continua excelente,como o foi desde o início de sua carreira de jornalista, agora um ensaísta de primeira. Tenho orgulho de ser seu amigo,como fui, outrora, de Paz e ainda sou de Wladir Dupont. Pena que não conheci Sade. Artigo formidável.

[Sobre "O prazer, origem e perdição do ser humano"]

por AlbertoBeuttenmüller
22/5/2002 às
11h39 200.158.28.159
(+) AlbertoBeuttenmüller no Digestivo...
 
afirmative action
Eu concordo que há nesses movimentos todos pessoas ressentidas e azedas cujos propositos são de revide e cizânia.Mas eu pergunto ao Felix:o que você propõe para diminuir as desigualddades que visivelmente,a depender da regiao do pais, excluem negros e populacoes de pele escura.Que sim, são pobres, alias continuam pobres ha quinhentos anos num processo terrivel de feedback negativo,de circulo vicioso que os confinam na sua condiçao.A pobreza na maior parte do pais tem uma cara, uma cara escura.Diante disso o que fazer?Esperar que longos ciclos de crescimento economico façam seu trabalho lentamente?O Brasil já teve ciclos de desenvolvimento e eles falharam nesse proposito.Não é chegada a hora de uma ação efetiva e direcionada?Não digo para beneficiar negros .Mas não tenho duvida que se "negros" for substituido por "pobres" a maior parte deles será negro-mestiça.Tambem acho que importar esses modismos americanos como "afro-brasileiros" é risivel,não coaduna com o espírito da nação.No fim posso concluir:o Brasil possivelmente precisa afirmative action urgentemente.Mais a versão brasileira deve ser calcada em investimentos maciços em educação basica e inclusão social o que permitirá que a renda se distribua mais uniformemente.Mas por favor não me venham com esse clichê que preconceito no Brasil é contra pobre.Eu duvido que se marcarmos uma consulta médica e ao entrar no consultorio depararmo-nos com um doutor negro como o ébano não vamos tomar um susto e ficar a partir dai com uma cisma incômoda,inconfessavel e mal-resolvida que a maioria de nos despachará para o recôndito da alma com medo de ser racista.E isso não é racismo exatamente.É uma reação reflexa,involuntaria diante da excepcionalidade do fato e do estereótipo sobre o negro:quem ele é,no que trabalha,o que pensa,onde vive.Mais não é o ideal.O ideal é que a visão de um negro médico trajado de branco passe incólume pelo nosso cérebro sem despertar qualquer espanto,qualquer sinal de alerta.Que seja trivial.Ao dizer isso penso quão longe estamos dessa condição.

[Sobre "Bantustões brasileiros"]

por J. NÓVOA
22/5/2002 às
10h30 200.128.28.8
(+) J. NÓVOA no Digestivo...
 
Dou a palavra ao meu mestre
Farsa monstruosa Olavo de Carvalho Jornal da Tarde, 9 de maio de 2002 A onda mundial de denúncias contra o clero católico baseia-se nuns quantos casos de pedofilia registrados, ao longo de mais de uma década, em vários países. A repetição uniforme do noticiário cria na alma do público uma associação de idéias entre pedofilia e catolicismo, reforçada por pareceres supostamente abalizados que sugerem a ligação entre esse fenômeno e o celibato clerical. Para quem pense por estereótipos e frases feitas, o noticiário é impressionante, e convincente a fusão de imagens que ele veicula. Homens capazes de raciocinar com números e fatos são, em qualquer país, uma minoria irrelevante. Mas, aos olhos dessa minoria, é claro que as denúncias dizem o contrário do que pretendem: o que elas demonstram é que a pedofilia é menos freqüente entre padres católicos do que entre os membros de qualquer outro grupo social escolhido para fins de comparação. Escolho, a título de amostra, dois dos grupos que mais têm a lucrar com a desmoralização da Igreja: de um lado, os gays; de outro, a burocracia internacional que hoje substitui o clero na missão de zelar pelo bem da infância. Um estudo recente empreendido por Judith Reisman, a celebrada autora de Kinsey, Crimes & Consequences, mostra que a média de ataques sexuais a crianças cometidos por homossexuais é cinco vezes maior que a dos cometidos por heteros. Pedófilos homossexuais, em suma, são muito mais reincidentes. E, entre as vítimas de pedófilos machos, para cada menina há 20 meninos. Se mesmo uma constante estatística tão significativa não justifica uma onda mundial de alarmismo antigay, por que umas dezenas de casos pinçados pela mídia justificariam a mundial prevenção anticatólica? Mas no caso gay não há somente uma constante estatística. Há o fato bruto da indução à pedofilia por parte de publicações representativas de grupos homossexuais. No seu trabalho "Child Molestation and the Homosexual Movement", a ser publicado proximamente na Regent University Law Review, mas cujos resumos já circulam pela Internet, o jurista Steve Baldwin revela descobertas que fez na bibliografia gay disponível no mercado. Vejam estas três, colhidas a esmo no mostruário: 1) O Journal of Homosexuality, prestigiosa publicação acadêmica pró-gay, publicou recentemente todo um número especial sob o título grotescamente eufemístico "Intimidade intergeracional masculina", no qual vários artigos apresentavam a pedofilia como uma "relação de amor". 2) Larry Elder, fundador e chefe de um grupo ativista gay, escreveu no seu livro Report from the Holocaust: "Naqueles casos em que crianças fazem sexo com pessoas mais velhas homossexuais, afirmo que com freqüência, com muita freqüência, a criança deseja a atividade e talvez mesmo a solicite." 3) Uma das mais influentes revistas gays, The Advocate, publica regularmente anúncios de um boneco de borracha modelo "Menino Penetrável... disponível em três posições provocantes". Mas seria injusto dizer que a comunidade gay é recordista de pedófilos per capita. Por enquanto a taça parece estar com aquela classe auto-incumbida de velar, em lugar do antigo clero, pela proteção e formação moral das crianças do mundo: os assistentes sociais da ONU. Só em 2001 chegaram a 400, segundo dados da própria secretaria-geral da entidade, as queixas apresentadas por famílias de refugiados da África Ocidental contra esses molestadores multinacionais de crianças. Quatrocentos episódios num ano, numa única comunidade, configuram inequivocamente um caso de pedofilia em massa. E com o detalhe especialmente repugnante: as vítimas não foram colhidas nas ruas ou nas escolas, mas entre as massas de miseráveis, famintos e doentes que, no extremo do desespero, se entregaram nas mãos desses monstros confiando na sua promessa de socorro. Isso, sim, é um escândalo de proporções mundiais, um crime contra a Humanidade no sentido mais estrito em que esta expressão foi definida em Nuremberg. Mas os assistentes sociais da ONU são intocáveis. São o novo clero, incumbido de espalhar no mundo o evangelho "politicamente correto" da Humanidade de amanhã. Denunciá-los seria promover o desmanche imediato da ideologia "humanista" que inspira os ataques da mídia internacional ao clero católico. Por isso a imprensa mundial se cala, desviando as atenções do público para casos seletivamente escolhidos onde figure, como emblema do crime, a palavra "padre". Afinal, a Igreja não existe para arcar, como o próprio Cristo, com os pecados do mundo?

[Sobre "Regras da Morte"]

por Assunção Medeiros
22/5/2002 à
00h03 200.184.36.88
(+) Assunção Medeiros no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
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