Nietzsche no Orkut | Izadora Thomaz

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Sexta-feira, 21/10/2005
Comentários
Leitores


Nietzsche no Orkut
O mundo está abarrotado de "portadores de etiqueta", o próprio Nietzsche já está virando uma, basta buscar no orkut, por exemplo. Comunidades lotadas de "admiradores" ou pior "estudiosos" discorrem, elegantemente, intrepretações sobre sua vida e obra, resguardando a responsabilidade de agradar aos acadêmicos de plantão, replicantes da moda do decorar nomes de obras, autores e palavras-chave, para usarem em seus saraus e cafés, claro, com o devido cuidado de não escorregar de cima do muro e não afrouxar o sorriso plástico conivente. São a antítese, o pesadelo de todo autor, exceto os donos de casas de laticínios, se é você me entende... Parabéns, admiro seu desprendimento e autonomia!

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por Izadora Thomaz
21/10/2005 às
11h42 200.213.104.174
(+) Izadora Thomaz no Digestivo...
 
Triste Brasil!
Ana Elisa, adorei esse texto sobre o ofício(?) do escritor. É uma pena que no Brasil pouquíssimos escritores possam viver dos seus livros. E é uma pena maior que os debates sobre o tema se detenham no famoso círculo vicioso: poucos leitores, poucos livros, pouca venda, baixa remuneração do escritor. Muitos dizem que a saída está na educação, lá embaixo, com as crianças. Tudo bem: a literatura infantil é a saída e está muito bem-servida no Brasil - e tem muita criança lendo mesmo. Mas o que me preocupa, como professor de filosofia do ensino médio, é que os adolescentes se deparam com um hiato entre (1) a fantasia, o onírico, proporcionados pela literatura até a pré-adolescência, e (2) a realidade - da qual já têm consciência - pela frente. É aí que o livrinho infantil, que fomentaria o desejo de se embrenharem pelos deliciosos caminhos da literatura adulta, perde sua função. Explico. O livro (assim como a educação, em geral) sofre uma desleal concorrência dos objetos, programas, mídias disponíveis aos adolescentes neste século 21. Internet, celulares, MP3, TVs (que atraem o telespectador com a força publicitária de uma companhia de cigarros) e shopping centers. A própria velocidade desses “protótipos” requer um lazer também mais veloz. E convenhamos: a leitura de um livro, como deleite, é uma atividade lenta. Infelizmente. Pedir para um adolescente ler uma página em sala de aula é um chiste. Outro dia fui trabalhar com uma música de Chico Buarque (“Apesar de Você”) em sala de aula e fui massacrado. Disseram que era música antiquada, que os pais deles que ouviam aquilo... Enfim, como a música era um samba, pediram um ritmo mais... moderninho. Pobres Mozart, Bach, Beethoven! Enfim, o mercado editorial melhorou sim, mas há muita literatura(?) direcionada para esse público “volátil”. Triste Brasil! Quando começam a ler, fazem-no por vias tortas. Abraços, Wellington Machado, BH

[Sobre "O escritor pode"]

por wellington machado
21/10/2005 à
01h01 200.222.174.122
(+) wellington machado no Digestivo...
 
pessoas que dizem o que pensam
Nós daqui dos EUA estamos morrendo de medo de vir para cá depois da novela... hahaha. Ups, ou eu já vim e foi para o lugar errado? Após 11 anos e assistir ao espetáculo America estou até me questionando. Que bom encontrar pessoas que dizem o que pensam como você fez agora. Parabéns!

[Sobre "A novela América e o sensacionalismo de Oprah"]

por Vanessa Leonetti
20/10/2005 às
17h36 206.165.104.5
(+) Vanessa Leonetti no Digestivo...
 
Literatura-jornalismo
Prezada Ana Elisa, gostei muito de seu texto "O escritor pode". Tenho mais de 3 mil entrevistas de escritores e estou recolhendo respostas sobre a relação Literatura-jornalismo. Realizo também uma bibliografia sobre esta relação, e o seu texto já está devidamente inserido. No futuro pretendo editar um livro renindo todo o material: respostas dos escritores jornalistas e vice-versa e bibliografia comentada. Grato pela contribuição. Cordialmente, J.D. Brito

[Sobre "O escritor pode"]

por J. D. Brito
20/10/2005 às
17h19 200.229.134.186
(+) J. D. Brito no Digestivo...
 
clichês e repetições
Marcelo Spalding. Aprecio seu texto. Muito bom. Só que ultimamente muitas dúvidas andam me rondando a respeito de "repetição". Será que a maioria (totalidade?) dos escritores não escrevem sempre os mesmos livros? Os diretores de cinema (Woody Allen por exemplo) não fazem sempre o mesmo filme? Qual o caminho para buscar coisas diferentes? Talvez estudar história e ler biografias de pessoas interessantes. As novelas brasileiras me parecem que não saem muito desse padrão...

[Sobre "Bang bang: tiroteio de clichês"]

por joão
20/10/2005 às
10h33 200.180.5.15
(+) joão no Digestivo...
 
Olá, Ram
Olá, Ram, concordo com a maioria das ponderações. Só não disse que a TV incentiva o cidadão ao livro, e sim que a TV se abstém de ir além dos clichês de uma forma tão evidente que parece dizer: quer algo além, vá ler um livro. Como ironia, decerto. Porque o máximo que a maioria das nossas produções televisivas faz é pegar um texto literário, jogá-lo no liquidificador da indústria cultural e, depois de simplificá-lo, apresentar em horários tardios. Alguns funcionam, vide Os Maias. Outros são tristes adaptações.

[Sobre "Bang bang: tiroteio de clichês"]

por Marcelo Spalding
19/10/2005 às
15h00 200.180.171.8
(+) Marcelo Spalding no Digestivo...
 
Legendas
Rapaz, queria saber sua opinião sobre o uso de legendas na peça (ao menos na temporada passada havia esse recurso). Será que o texto não poderia ser todo em português?

[Sobre "Um rio para lavar a dor"]

por Damasceno
19/10/2005 às
14h56 200.206.187.176
(+) Damasceno no Digestivo...
 
parabéns 'a Rede Globo
Caro escritor Marcelo Maroldi, seu texto sobre a minissérie foi maravilhoso descreve tudo o que eu senti ao assistir a tamanha beleza, realmente como vc mesmo disse, esta série fez valer a pena ter televisão em casa, parabéns 'a Rede Globo, Regina/Unicamp

[Sobre "Hoje é dia de Maria"]

por Regina
19/10/2005 às
13h34 143.106.2.21
(+) Regina no Digestivo...
 
Nieztsche et al
Adorei o texto sobre Nieztsche, na verdade é o segundo texto seu sobre ele que eu gostei. Para mim, o maior problema de Nieztsche é justamente simplificar a condição humana ao persistir numa dualidade radical. Mas é compreensível, para todo homem inteligente o mundo tem que ser compreensível e dissecável. De qualquer maneira, Nieztsche era fã dos Upanishads indianos, e incorpora algumas idéias destes livros filosóficos em sua filosofia. Eu acho que a maior insconsistência de Nieztsche reside no fato de que... e se você é educado mas insatisfeito? Ninguém se satisfaz em meramente ser superior, no sentido de Nieztsche. Quanto aos livros de auto-ajuda, sinto pena não dos leitores e autores, mas sim do sistema escolar decadente brasileiro que não consegue animar o jovem a ler qualquer coisa. A maioria das pessoas não tem o exemplo da leitura em casa, então é na escola que poderia aprender. É sintomático que na sociedade brasileira, hiper-instável, as pessoas fiquem tristes e desesperadas e vão ler auto-ajuda. Imagine se você, desempregado, nunca leu um livro, família para cuidar, marido ou esposa infiel, quando tem trabalho é algo chato e repetitivo, imagine se você iria procurar um Nieztsche? Acho que as pessoas querem respostas rápidas e práticas. E eu acho que estas respostas existem sim. Num primeiro plano, as pessoas tem que ser informadas que a vida não é deprimente assim, que temos direito de ter um trabalho legal, uma família honesta, etc., etc. E que devemos construir isso... Depois disso, lê-se Schopenhauer, Nieztsche etcetra. Ainda assim prefiro Budha, os Upanishads, e os trechos mais inspirados da Bíblia, que sem muitas delongas deixam claro: em vida, ou você aceita viver altos e baixos, ou você a transcende, e passa a não se importar com seu status, com o que é ser "melhor" etcetra, simplesmente faz o que te deixa feliz. E no seu caso, ser feliz é ler muito. No caso de outra pessoa, pode ser tentar encontrar uma solução para os problemas insolúveis em que estão metidas... PS: Detesto livros de auto-ajuda, mas nao os condeno. Condeno a mim mesmo, que não tem a disciplina para escapar do meu próprio pensamento.

[Sobre "A Auto-desajuda de Nietzsche"]

por Ram
19/10/2005 às
12h42 69.181.208.255
(+) Ram no Digestivo...
 
Novela é tevê
Gostei do seu texto. Já assisti várias novelas brasileiras, algumas excepcionais como O Bem Amado, Roque Santeiro. Não acho que o papel da novela seja levar o cidadão ao livro. Na verdade não acho lógico que uma emissora de tevê seja o caminho para a educação das pessoas... Já faz tempo que os valores, que são pregados na teve, são justamente o contrário daqueles de pessoas curiosas e inteligentes. Mas tem uma razão: o objetivo da teve é ter público e vender produto. Como o Brasil é cada vez menos formalmente educado, fica difícil atingir um mercado maior sem começar a reduzir a "qualidade" dos programas... Mesmo assim, quando Jorge Amado foi levado para tevê, eu não vi nenhum programa ou entrevista em que o cidadão dissesse: li Tieta e é tão bom quanto a novela... Quem tem o papel de educar o cidadão é a escola e a família. Agora imagine só, no Brasil de hoje, Lula se orgulha ao dizer que nunca leu um só livro de ponta a ponta... Mas que já bebeu muito goró. Num país assim, conhecimento e inteligência acabam em último lugar. Televisão é só reflexo de uma sociedade e jamais o motor por trás dela... Vide os EUA onde qualquer pessoa semi-sã evita assistir tevê antes das 8 da noite, pois os programas são podres. E ah, tem audiência. E, crime dos crimes, neste país as pessoas leêm muito, muito mesmo.

[Sobre "Bang bang: tiroteio de clichês"]

por Ram
19/10/2005 às
12h27 69.181.208.255
(+) Ram no Digestivo...
 
Julio Daio Borges
Editor
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