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Brega Night Dance Club e o afrofuturismo amazônico




Brega Night Dance Clube, de Luísa e os Alquimistas feat. Keila, dirigido pelo artista audiovisual Matheus Almeida, foi finalista na categoria “Melhor Videoclipe Estreante” no Music Video Festival (m-v-f- awards). Imagem: frame do videoclipe

Até onde pode ir a noite de uma festa de brega? A encontros, desencontros, descobertas, afters? Para o paraense Matheus Almeida, além de tudo isto – e muito mais! – significou a inédita participação na final de uma premiação nacional, com o videoclipe Brega Night Dance Clube, de Luísa e os Alquimistas feat. Keila.
O videoclipe, lançado em maio de 2021, concorreu na categoria “Melhor Videoclipe Estreante” no Music Video Festival (m-v-f- awards) “Gênesis”, premiação que desde 2013 ajuda a destacar não apenas obras de produtores audiovisuais e músicos já “consagrados”, como também novos talentos.
É exatamente este o caso de Matheus Almeida que, aos 25 anos, já possui grande produção audiovisual, seja no ramo publicitário, no qual possui formação acadêmica, como também diversas outras obras, peculiares e instigantes, como o Brega Night, espécie de obra "afrofuturista amazônica e dançante". Sobre esta (tentativa de) definição, Matheus afirma que a obra “tem muito dessa energia que é um futurismo nosso, não necessariamente o estereótipo hollywoodiano de futuro. Temos uma nave que, na verdade, é uma aparelhagem com luzes, sons e outros elementos que dependem muito de gambiarras para estarem ali. No meio de tudo isso, há uma galera dançando, se divertindo... Isso é algo muito próprio nosso, do paraense, do nortista e do nordestino”, destaca o diretor, apontando também para a relação entre o grupo potiguar Luísa e os alquimistas e a paraense Keila.

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Curiosamente, é um caleidoscópio de referências (que vai desde filmes trashes, de ficção, viagem no tempo, games de luta como Mortal Kombat, além de diretores como David Lynch, Tim Burton, Gaspar Noé, entre outros) o que singulariza o videoclipe dirigido por Matheus, que também esteve à frente do vídeo “Cura” (2020), premiado pelo Itaú Cultural; o videoclipe “Água Doce” (2021), de Aíla, e o Manifesto Festival Psica 2021.
Sobre esta variedade das produções, ele explica que “cada obra é, obviamente, única, da narrativa ao processo. Cada projeto é um jeito diferente de trabalho e gosto muito de como vai fluindo. Mesmo assim, se fosse para destacar algum traço singular, eu apontaria um fascínio pela noite. A noite muda a forma de como vemos a cidade, é nela que as pessoas descobrem outras narrativas na vida. Eu me sinto muito confortável e tento colocar isso no meu trabalho”, destaca.
Além da preferência pela noite, Matheus também enfatiza outro elemento que está muito presente em Brega Night Dance Club: “o uso das cores para criar um ambiente e atmosfera mais fantasiosa. Na fotografia, o uso de uma câmera mais viva com movimentos mais orgânicos e frenéticos também são marcas dos meus trabalhos”, explica.


Keila e Luísa em Brega Night Dance Clube. Imagem: frame do clipe.

O VIDEOCLIPE

Duas mulheres combinam de ir em uma festa de brega. Ao chegarem no local que seria do evento, literalmente, se atiram no mesmo: “se lançam” metaforicamente em uma piscina. É justamente aí que, de fato, a festa começa. E o videoclipe Brega Night Dance Clube também.
O que se vê após isto é a performance das cantoras, que passeiam, ainda que indiretamente, por gêneros e ritmos como lambada, arrocha, brega, funk, pagodão, forró, tecnobrega, pisadinha, batidão e carimbó, todos até mesmo citados na própria canção.
“A história já é bem diferente por si só né? Duas amigas marcam de ir pra uma festa. Quando chegam não tem ninguém, apenas uma piscina brilhante que na verdade é um portal para uma outra realidade onde 3 guardiãs estão esperando-as para dar uma megafesta. E a estética tinha que acompanhar essa narrativa não tão convencional, assim fomos construindo um universo particular de Brega Night Dance Clube”, sintetiza Matheus.
Assista:




Apesar de possuir inúmeros efeitos visuais e grande equipe de figurantes, o tempo de gravação foi bastante curto. “Desde a ideia até a gravação foram apenas 2 dias, porque Luísa tinha uma estadia bem curta em Belém, então em pouco tempo tivemos que chamar equipe, procurar locação, figurino, direção de arte...”, explica o diretor. Ele também assinou a trabalhosa edição do vídeo: “Já depois de tudo gravado o que mais demorou mesmo foi a edição, animações e todo o processo de pós-produção até a finalização. Foram noites sem dormir, vários momentos duvidei que seria possível, sim, mas felizmente deu tudo certo”, conclui.

A PREMIAÇÃO

Segundo a descrição de seu site, o Music Video Festival (m-v-f-) foi criado em 2013 “como uma plataforma para divulgar e celebrar a produção audiovisual de vídeos musicais, destacando sua importância e influência como expressão criativa, tecnológica, cultural e mercadológica”.
Em quase uma década, a premiação apresenta não apenas novos talentos e consagra outros que já possuem uma carreira consolidada, mas também apresenta uma espécie de panorama da produção audiovisual, em suas diversas plataformas, linguagens e possibilidades de produção e consumo. Neste ano, a categoria “Melhor Videoclipe Estreante” foi vencida por “Blue Echos”, de Caio Amon.

O ARTISTA

Comunicólogo de formação e produtor audiovisual por escolha ou vocação, Matheus Almeida do Nascimento, é mais conhecido nas redes sociais como “@saotheuzolhos”.
Talento desde a infância, aos 11, 12 anos já era muito influenciado pelo pai (Eliezer Nascimento), que também é editor. “A partir dos meus 14 anos ele começou a me levar para algumas produções e ali tive certeza do que queria para minha vida. Que era contar histórias, criar formatos diferente e no geral me comunicar mesmo”, explica.


Foto: Taymari Leão.

Atualmente, está com diversos projetos em andamento, não apenas em Belém. “Há uma série que já começamos a rodar, que é Olhares do Norte, com direção geral do Fernando Segtowick, que fala sobre os fotógrafos paraenses. O episódio que dirijo é sobre a Nay Jinknss, que é a minha maior referência. Acredito que ainda vai demorar um pouquinho para estrear por ser um projeto com muitos processos, mas vai ser incrível, fiquem de olho”, convida.
Em 2020, mesmo na pandemia, Matheus foi um dos artistas convidados para se apresentar no Amazônia Mapping (FAM). No festival, fez uma colab com a artista maranhense Gê (@indiioloru): “Gênesis”, uma obra que, como o nome já sugere, fala sobre criação e experimentação.

Quer saber mais? Chama!

Também em 2020, produziu e lançou “Cura”, sua primeira obra autoral. A obra, segundo Matheus, “surgiu através de um incômodo e de uma provocação para me tirar da imobilidade em que estava. Sem dúvidas o atual momento do mundo e as manifestações contra o racismo influenciaram diretamente no discurso e conceito da obra. Ela traz uma mensagem de ‘cura’ para vários traumas e olhar para dentro de nós mesmos e refletir sobre quem somos. Nesse momento é muito importante articular a arte como forma de resistência e respostas para injustiças. Todo mundo nasce artista, nosso gene é artista, a nossa pele tem um passado artístico. O que fazemos tem um eco artístico. Não importa o que digam, a arte está em todos nós", finaliza.

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Postado por Blog de Enderson Oliveira
19/1/2022 às 12h04

 
Fazer o que?

Começa a segunda semana, dia 14 do mês, juntamente com o seu próprio fim: sexta-feira. Tento parar o pensamento, o ruído das palavras sentidas e não pronunciadas, a interlocução comigo mesmo e perceber a inutilidade da constatação. Ora, apenas uma coincidência, uma travessura do calendário. A mente dá uma cambalhota e encontra o Papa Gregório, o patrono da marcação do tempo, tal como é hoje.
E tome elucubrações vazias,
E como seria no calendário lunar? Será que tem sexta-feira nos rodopios da lua? Não seria ele o mais adequado aos que vivem na e da noite? Afinal, o calendário lunar é usado por milhões de pessoas nesse mesmo mundo.
Antigamente o domingo dos noturnos era na segunda-feira. Trabalhei e vivi da noite por um bom tempo. Folgava na segunda. Às vezes, já avançado na madrugada pensava na vida dos fregueses, alguns pagando contas, outros sem notar o tempo passando. Vez por outra uma altercação, um bradar, um desconforto, até alguma pancadaria assisti sem grande espanto, Tudo fazia parte do horário.
Luzes fortes, comida, bebida, música em volumes abissais, gente bonita, gente feia, cheiro de tabaco misturado com colônias, perfumes, molhos e bebidas.
O meu tempo de vida dentro da noite não foi muito longo, mas suficiente para conhecer um mundo , quase uma dimensão, fascinante, diferente, com regras próprias, com ritmo próprio, com sentimentos, paixões, cores e rotinas próprias. Nele as pessoas diurnas entram e saem. Sonham, sofrem, amam ou, apenas, se divertem.
Calendários à parte, o trabalho noturno ocupa uma enorme quantidade de tipos muito especiais de seres noturnos. Alguns eventuais, outros por rotina de escala, alternando a luz e a sombra, mas sem os quais a vida seria muito mais difícil. São os que têm que resolver os problemas causados pelo Acaso ou a Fatalidade. São os socorristas, os profissionais de Saúde, plantonistas, bombeiros, operários que dão suporte a ocorrências atípicas como queda de árvores, desligamentos de força e luz, policiais. Para esses não há festa, música, gente bonita falando alto. Aqui a dimensão não tem nenhum fascínio. E o tempo jogando contra, a dor gritando mais alto, o medo gargalhando em estrépito e escândalo, Muitas vezes a vida pedindo socorro.
O dia vai clareando, o pessoal da noite terminou o seu trabalho e vai procurar o seu descanso. Amanhã tem mais.
Hoje termina mais um ciclo de sete dias. Uma semana. Bem, hoje é sexta-feira, começa o fim de semana…
Não importa. O calendário não sinaliza fins de semana. Só sexta-feira.
Sextou!
Vamos festejar.


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Postado por Contubérnio Ideocrático, o Blog de Raul Almeida
14/1/2022 às 12h38

 
Olhar para longe

Olhar para longe, para o horizonte, sempre remete algo à frente dos olhos. Uma paisagem, uma montanha, uma criança , um projeto de vida. Aqui, o sentido figurado da ideia de horizonte reveste-se de outras filigranas, tais como a esperança, a coragem, a fé, alguma certeza ou incerteza de sucesso.
A vitória, a realização ou mesmo a materialização de um projeto de vida que deu certo vai sobrepondo sinais e marcas, chamados de recordações. Aí o álbum de fotos, a caixinha de lembranças, as tais “lembrancinhas”, gentis quinquilharias sempre revestidas de um sorriso. Um abraço, um aniversário, um nascimento de um filho ou neto, enfim, algum momento do qual temos enorme dificuldade de nos separarmos, ao mesmo tempo que vamos percebendo a inutilidade em continuar guardando aquelas coisas. A vida se mostra, surpreendentemente, curta ao olharmos para trás e percebermos o quanto poderíamos ter feito se… se isso ou aquilo.
Remeto as montanhas lá no fundo da paisagem, a quilômetros de distância do ponto de onde as observo, a condição de marcadoras virtuais de lembranças do meu passado. Mas nada físico, nada esportivo. Não fui alpinista nem esportista radical, escalador, etc. Uso a natureza apenas para estabelecer metáforas, analogias estapafúrdias, reforços avivadores da imaginação.
Bem a frente, lá na serra de Petrópolis, o Dedo de Deus traz meu filho, único, vencedor, rompendo o céu das dificuldades, ultrapassando os abismos do quotidiano, aprendendo mais e mais a cada passo, sempre para frente, sempre para cima, sempre magistral.
Os contornos próximos fazem coro e apoiam aquela pedra transformada, por um momento em meu lembrar, no recém nascido, no menino, no rapaz, agora no homem, no senhor.
Sigo olhando na mesma direção. Há muito mais por ali.
Antes, Muri, cidadezinha próxima onde passei momentos maravilhosos com a esposa, a filha, a família que começava a formar-se. Os olhos brilhantes e curiosos da pequena, as cambalhotas, travessuras, corridas para lá e para cá, sempre cobertas pelo sorriso iluminado, maravilhoso, doce e gentil da mãe. E tome lembranças provocadas por um simples horizonte montanhoso, agora equidistante no plano físico, e no plano virtual das lembranças. Ainda atordoado com as efervescências do pensamento, memória e mente, consigo ver, ainda que olhando na mesma direção, o mesmo horizonte sob dois aspectos,
Ali na frente uma ideia de viagem, passeio, quem sabe. No passado, quanta coisa boa, quanta alegria, quanto amor. Mas não há nenhum sinal de saudade, pois os atores estão vivos, ativos, vencedores.
Saio da varanda , fecho a cortina e vou dar de cara com o espelho da minha vida, enquanto dou uma escovada nos restos do que já foi uma cabeleira. Nao consegui escapar dele, Sempre um espelho para lembrar que o tempo não notou nada do que vi até agora. Não testemunhou, não interviu, não ajudou nem atrapalhou. Apenas seguiu e segue construindo lembranças, saudades eventuais e ruínas,
Penso no Janus, o deus de duas faces, uma para frente e outra para trás, e as várias interpretações que li sobre a tal figura.. Continuo usando o horizonte ali na frente, restaurando as lembranças do passado.

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Postado por Contubérnio Ideocrático, o Blog de Raul Almeida
12/1/2022 às 16h41

 
Talvez assim

O tempo somando,
O corpo desmilinguido,
A terra se abrindo,
O corpo baixando,
A alma subindo.

Feliz de quem sobe,
Infeliz de quem desce,
Jesus ampara a quem sobe,
E por seu coração nobre,
Aos descidos, não esquece.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
3/1/2022 às 22h19

 
Subversão da alma

Nítido para quem quer ver,
O ser humano se cansou,
Nesse vai e vem, que é a vida,
O débil corpo não suportou,
Sendo o espirito resistente,
O corpo revela-se decadente,
Pelo tempo que não sobejou.

Se do mau uso lhe versou,
Quase nada pode-se fazer,
Em um instante qualquer,
O espírito a se subverter,

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
3/1/2022 às 22h10

 
Bons e Maus

Uns partem sem dizer nada,
Outros partem sem saber,
Partem os bons e os maus,
Não lhes cabem escolher,
Assim foi e assim o será,
Por isso importa o pensar,
Do modo nosso de viver.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
3/1/2022 às 21h53

 
Sempre há uma próxima vez

Na próxima vez que sentir medo, lembre-se de tudo o que já viveu, dos obstáculos que superou, e encontrará um porto seguro para seguir em frente.

Na próxima vez que sentir insegurança, lembre-se de que a incerteza é uma característica natural do ser humano.

Tudo é válido.

Na pior das hipóteses, opte pela dúvida. Não carregue o peso da certeza. Ter razão demais gera uma sobrecarga desnecessária. Viva suave.

A vida é simples.

Na próxima vez que tentarem te diminuir, lembre-se que a sua força vem de dentro e só você tem a dimensão dela.

Não tente se adequar ao mundo. Você é um ser único. Siga o seu coração e estimule o mundo a se adequar a você.

Reviva o que vale a pena.

Despeje sua ansiedade no Universo. Não sofra com o ontem nem com o amanhã, viva o hoje, que é palpável.

Cuide de quem te ama.

Lembre-se, a vida não é sempre um espetáculo. Valorize os pequenos momentos ao lado de quem te ama.

Intensifique o seu sorriso.

E quando se sentir sem força, estarei sempre aqui ao seu lado.

Lembre-se disso.

Lembre-se disso

Ame a vida, ame todos os momentos.

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Postado por Blog de Marco Garcia
13/12/2021 às 13h42

 
Iguais sempre

Amores de ontem, inexistem,
Inexistem, amores de hoje,
Pessoas são diferentes,
Amores, sentimentos iguais,
Não há um menos e outro mais,
Pessoas são humanas,
Os amores são iguais,
A paixão? Um menos e outro mais.
O amor é imortal.
Dura enquanto a vida durar.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
6/12/2021 às 16h45

 
Entre outros

Vesti-me de mim mesmo,
Sorri o sorriso que é meu,
Calcei-me com as palavras,
Meu falar esmaeceu,
O luminar ofuscou-se
Em mim, a ira elevou-se,
De nós? Hoje Deus e eu

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2021 às 21h35

 
Corpo e alma

O cansaço abarcou o meu corpo,
O tempo foi mais ágil do que eu,
A minha alma permanece intacta,
A ela, o tempo não venceu,
A peleja entre o corpo e o tempo,
Me fez timidamente lento,
Mas o cerne lógico, não pereceu.

O mundo me serviu de abrigo,
A razão em mim, ganhou destaque,
O orgulho nunca encontrou guarida,
A amizade não delimitou sotaque,
A fé balizou-me na luz e esperança,
Porquanto a caminhada avança,
Na maratona eu me sinto um craque.

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Postado por Blog Feitosa dos Santos - Prosas & Poemas
1/12/2021 às 21h31

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