Comentários de Felipe Ortiz | Digestivo Cultural

busca | avançada
86662 visitas/dia
2,4 milhões/mês
Mais Recentes
>>> TODAS AS CRIANÇAS NA RODA: CONVERSAS SOBRE O BRINCAR
>>> Receitas com carne suína para o Dia dos Pais
>>> Selo Anonimato Records chega ao mercado fonográfico em agosto
>>> Última semana! Peça “O Cão de Kafka” fica em cartaz até 1º de agosto
>>> Projetonave e Caco Pontes lançam temporada de espetáculos online
* clique para encaminhar
Mais Recentes
>>> Ao pai do meu amigo
>>> Paulo Mendes da Rocha (1929-2021)
>>> 20 contos sobre a pandemia de 2020
>>> Das construções todas do sentir
>>> Entrevista com o impostor Enrique Vila-Matas
>>> As alucinações do milênio: 30 e poucos anos e...
>>> Cosmogonia de uma pintura: Claudio Garcia
>>> Silêncio e grito
>>> Você é rico?
>>> Lisboa obscura
Colunistas
Últimos Posts
>>> Deep Purple em Nova York (1973)
>>> Blue Origin's First Human Flight
>>> As últimas do impeachment
>>> Uma Prévia de Get Back
>>> A São Paulo do 'Não Pode'
>>> Humberto Werneck por Pedro Herz
>>> Raquel Cozer por Pedro Herz
>>> Cidade Matarazzo por Raul Juste Lores
>>> Luiz Bonfa no Legião Estrangeira
>>> Sergio Abranches sobre Bolsonaro e a CPI
Últimos Posts
>>> Renda Extra - Invenção de Vigaristas ou Resultado
>>> Triste, cruel e real
>>> Urgências
>>> Ao meu neto 1 ano: Samuel "Seu Nome é Deus"
>>> Rogai por nós
>>> Na cacimba do riacho
>>> Quando vem a chuva
>>> O tempo e o vento
>>> “Conselheiro do Sertão” no fim de semana
>>> 1000 Vezes MasterChef e Nenhuma Mestres do Sabor
Blogueiros
Mais Recentes
>>> 25 de Julho #digestivo10anos
>>> Hugo Cabret exuma Georges Méliès
>>> Jornais do futuro?
>>> Anonimato: da literatura à internet
>>> Inesquecíveis aventuras
>>> 20 de Maio #digestivo10anos
>>> A bem-sucedida invenção do gaúcho
>>> Chá das Cinco com o Vampiro, de Miguel Sanches Neto
>>> Reflexões sobre um século esquecido (1901-2000), por Tony Judt
>>> Desvirtualização no Itaú Cultural
Mais Recentes
>>> Papagaio Illeglio de Klili pela Dvir (2006)
>>> Da Crise do Antigo Regime à Revolução Liberal, 1799 - 1820: uma cronologia de Fernando de Castro Brandão pela Europress (2005)
>>> Jack Croak e os hipopótamos ferviam em suas piscinas de William S. Burroughs pela Achuzat Bayit (2011)
>>> Cachaça: Ciência, Tecnologia E Arte de Blucher pela Blucher (2021)
>>> Anúncios de serviços de prostituição em cafetões de Israel Neich pela The EU (2006)
>>> Spot´s First Walk de Eric Hill pela G. P. Putnam's Sons (1981)
>>> Oxford's famous faces de John Dougill pela Oxford (1987)
>>> Essential BULATS: Business Language Testing Service de David Clark pela Cambridge University Press (2006)
>>> Rosies Walk de Pat Hutchins pela Simon (2021)
>>> Falar Arábico - Novo metodo de aprendizagem de Yonahan Elihi pela Minroa Consulting and Trainin group (2004)
>>> Lugar seguro? A lei de Israel é segura? - Problemas no tratamento dado pelo Estado de Israel aos refugiados e requerentes de asilo de Vários Autores pela Tel Aviv university (2003)
>>> O beijo da morta de Celestina Arruda Lanza pela Feb (1933)
>>> Méthode Berlitz - Pour l'enseignement des langues modernes de M.D. Berlitz pela Berlitz (1916)
>>> Almas mortas de Nikolai E. Google pela A nova biblioteca (2013)
>>> Mendemondák a vilagtortenet furcsasagai (facsimile) (Mendemonds são as esquisitices da história mundial) de Bela Toth pela Konyvkucko (1896)
>>> Coisas Pra Fazer Antes de Crescer de James Misse pela Pé da Letra (2019)
>>> A cantina de Dona Calabresa de Liana Leão pela Cortez (2018)
>>> O Porco de Bia Hetzel pela Manati (2000)
>>> O Imperador 2 - a Morte dos Reis de Conn Iggulden pela Record (2004)
>>> De Letra Em Riste: Identidade, Autonomia e Outras Questões de Pires Laranjeira pela Afrontamento (1992)
>>> Nova Gramática do Português Contemporâneo 4ª Edição Revista de Celso Cunha; Lindley Cintra pela Lexicon (2007)
>>> Erotismo e Literatura - Série Princípios 2ª Edição de Jesus Antônio Durigan pela Ática (1986)
>>> Ensino da Gramática Opressão? Liberdade? Série Princípios 7ª Edição de Evanildo Bechara pela Ática (1993)
>>> Dicionário Ediouro Espanhol Português Espanhol de Éverton Florenzano pela Ouro
>>> Eurico, o Presbítero - Clássicos de Ouro de Alexandre Herculano - Apresentação Antônio Soares pela Ouro (1969)
COMENTÁRIOS >>> Comentadores

Quarta-feira, 20/11/2002
Comentários
Felipe Ortiz


Debater como, meu Deus do céu?
Quanto ao prof. Helion e a Irã Dudeque, faltam-lhes os requisitos morais mínimos para a participação num debate. O prof. Helion, esse mestre da novilíngua, gasta a maior parte de seus comentários queixando-se da "truculência" e da "hipocrisia" de seus interlocutores, distraindo o leitor da verdadeira motivação de seus comentários, revelada em frases cautelosamente isoladas e breves, mas constantes: ora se mostra frustrado com o que chama de "pensamento (quase) único" do Digestivo Cultural, ora parabeniza o editor Júlio Daio Borges pela "limpeza étnica" supostamente dirigida aos colunistas "de direita", ora cobra do mesmo editor uma definição para a "situação esquizofrênica" em que vive este jornal, afirmando antes que este site "só tem a ganhar" com a saída desses colunistas... Prof. Helion, da próxima vez, iguale-se ao menos a Salomé: seja franco e direto ao pedir a cabeça de Alexandre Soares Silva. Restou o inacreditável Irã Dudeque, cujo comentário mais relevante foi a divulgação dos resultados de seu teste de Rorschach, apagado pelo editor do site - que percebeu, melhor do que o comentarista, que suas projeções mentais em forma de pirulito eram de interesse exclusivo do autor e de seu psicólogo. Sem conhecimento e boa-fé, não houve e não haverá qualquer debate de idéias neste fórum - apenas esta interminável e chatíssima festa de insultos, às vezes quebrada por uma ou outra mensagem honesta ou bem-humorada.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Felipe Ortiz
20/11/2002 à
01h52 200.184.182.2
 
Debate de idéias? Mas como?
Inicialmente disposto ao debate de idéias, dele desisti completamente assim que meu interlocutor Marcelo Barbão iniciou sua "argumentação" chamando Aristóteles de babaca. O projeto de vida contemplativa a que me referi, dezenas de comentários atrás, como o modo de vida liberal por excelência, é o da "Ética a Nicômaco" (livro X, cap. 8), sumariamente desclassificado pelo sr. Marcelo Barbão como um conjunto de "baboseiras nas quais ninguém acredita". É interessante lembrar que é justamente este filósofo grego - e exatamente esta obra (livro V, cap. 5) - que Karl Marx cita logo no capítulo I (!), seção 3, letra A, subitem 3 ("A Forma Equivalente") do "Capital", dedicando ao Estagirita adjetivos como "grande" e "genial", raramente arrancados de sua pena. Aristóteles era, na opinião de Marx, o maior de todos os pensadores antigos, maior ainda do que Heráclito (Carta a Ferdinand Lassale, 21 de dezembro de 1857). Para mim, isto é perfeitamente compreensível. Afinal, Marx ainda era um filósofo - perdido em equívocos fundamentais, mas ainda um filósofo, e não dos menores, perfeitamente capaz de reconhecer-se entre os seus. Se ele entendeu bem Aristóteles é outra história, mas ele ao menos o leu, com atenção. Já seus seguidores, como o jornalista Marcelo Barbão, são apenas ideólogos. Recuso-me a acreditar que, se Marcelo Barbão tivesse passado das primeiras páginas do "Capital" e estudado as idéias e autores que Marx considerava importantes, ele teria feito os ridículos comentários que me afastaram daqui. (E depois somos nós quem não lemos ou não compreendemos os autores que admiramos, como Francis, no nosso caso.) Recuso-me ainda mais a crer que nossos interlocutores de esquerda, ignorantes de seu próprio pensamento, conheçam o pensamento liberal e estejam em condições de discuti-lo.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Felipe Ortiz
19/11/2002 às
23h28 200.184.182.2
 
preciso fazer uma correção
Já falei muito mais do que convinha, mas me perdoem: preciso fazer uma correção. Eu disse aí em cima que todas as ditaduras de direita apontadas pelo Marcelo eram falsamente liberais. Fui injusto. Quase todas. É que algumas não tinham nem o mero discurso liberal. Ah, Marcelo, não tente empurrar para o nosso lado os revolucionários mexicanos do PRI, Saddam Hussein, Muammar Kadhafi, o Khmer Vermelho (juro que não acreditei quando li...), Yasser Arafat e os terroristas palestinos em geral, que isso não vai colar não. Esses pratos foram vocês que sujaram. Quer discutir? Vamos discutir; mas sem insultos à inteligência e à memória, por favor.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Felipe Ortiz
16/11/2002 às
13h54 200.184.182.2
 
Literatura e Política
Alexandre, meu caro, muito obrigado pela generosa referência ao meu blog, ao lado de tão boas companhias. As influências de Paulo Francis e de Olavo de Carvalho sobre nós são um excelente assunto. Mês que vem, quando eu tiver um pouco mais de tempo, vou escrever umas considerações pessoais a respeito. Outro assunto que também vale um artigo são as correlações entre política e literatura que você rastreou, e que o leitor Marcelo (que, segundo entendi, é o colunista Marcelo Barbão) questionou. Minhas impressões são as seguintes: não tenho dúvidas de que a esquerda, no Brasil pelo menos, é politicamente muito mais bem organizada do que a direita. Nisso o Marcelo tem toda razão. Considerem a disciplina tática de um PT, que enfim elegeu seu candidato à Presidência após uma persistente campanha de quase vinte anos (Lula é, aberta ou veladamente, o candidato oficial e permanente do PT desde as Diretas-Já). E comparem com a inconsistência de um PFL, há várias eleições sem candidato próprio, mais comprometido com esquemas patrimonialistas do que com as bandeiras liberais - e para tanto disposto inclusive a compor, durante oito anos, com um partido de esquerda moderada como o PSDB. É claro que o socialismo petista é sincero, ao contrário do liberalismo pefelista. E essa sinceridade tem sido o motor do permanente crescimento do PT na política nacional. Acontece que as razões desse fiasco político do liberalismo são diferentes das que o Marcelo aponta. O verdadeiro motivo são as diferenças de valores. Um esquerdista vê na igualdade o valor fundamental. Essa igualdade não pode surgir de forma espontânea nas relações sociais, que se dão entre pessoas não só conjunturalmente desiguais, pelas suas heranças, mas também naturalmente desiguais por seus talentos e méritos; as relações livres entre desiguais tenderão portanto a premiar e perpetuar essa desigualdade. A igualdade só pode ser imposta pela coerção estatal. É compreensível, portanto, que os esquerdistas tendam a ser tão interessados pela participação política, pela "construção" de partidos e "movimentos sociais" e pela tomada e manutenção do poder. Tirem de um esquerdista todas as possibilidades de ascensão ao poder e de reforma do mundo conforme seus planos igualitários e vocês verão um ser angustiado, destituído do sentido de sua vida, talvez propenso ao suicídio. Um liberal tem uma tábua de valores completamente diferente. Para ele, fundamental é a liberdade. Que se manifesta no exercício de seus atributos pessoais - ou, em outras palavras, no uso, fruição e disposição de sua propriedade (o termo é aceitável se o empregamos num sentido mais vasto, abrangendo todas as possibilidades de ação de um indivíduo que tenham a si próprio como fim). Um liberal, portanto, está ocupado essencialmente com a atualização de suas potências e com a persecução de seus próprios fins, com seus próprios meios. Daí podemos deduzir a existência de dois tipos de liberal: aquele que preocupa-se essencialmente com os fins - o uso de sua "propriedade" - e aquele que prefere dedicar suas energias aos meios - acumular mais e mais "propriedade", não raro às expensas dos outros. É claro que este último não é propriamente um liberal, mas um simples e imaturo egoísta. Este provavelmente gosta de política, um ótimo meio de se expropriar as outras pessoas. É o pefelista de carteirinha típico, sem dúvida um patrimonialista ardoroso - nessa categoria recaem todas as ditaduras supostamente "liberais" que o Marcelo mencionou. Já o primeiro é um liberal no sentido próprio do termo. Não quer expropriar ninguém, só não admite ser expropriado. Despreza a política e o poder. Importante para ele é "fruir sua propriedade" - por exemplo, mantendo blogs na Internet, dedicando-se à filosofia, à literatura, à história, às ciências puras, à arte, a tudo aquilo que seja atualização pura das potências propriamente humanas. É esse o ponto. Um esquerdista vê um liberal aprimorando seu estilo num blog, ensaiando os livros que futuramente escreverá - e só consegue enxergar nele um frívolo, um simples contemplador inerte e incapaz de impulsionar um "novo estágio das forças produtivas". O liberal devolve o olhar ao esquerdista, que está todo afobado com os mil e um compromissos políticos ativos que este assumiu - e se compadece desse pobre-diabo, tão crente de que pode "transformar a realidade", e que não compreendeu que a contemplação é o fim último da vida e o único modo de vida propriamente humano. Aí está o conflito: nos valores. Cada um dos dois faz - e tende a fazer bem - aquilo que lhe parece essencial. É compreensível, portanto, que tenhamos ótimas mentes táticas e revolucionárias em partidos de esquerda cada vez mais ativos - e brilhantes mentes contemplativas em blogs "de direita" cada vez melhores, à medida que seus autores amadurecem suas idéias e seu estilo. Nesse rumo, não é impossível que o futuro do Brasil seja uma espécie de União Soviética, uma máquina feroz (e, no curto e médio prazos, eficiente) de controle ditatorial da vida individual, movida pela busca obstinada por igualdade - e descrita, "ad perpetuam rei memoriam", nos romances e poemas de brilhantes gerações de escritores, todos exilados e todos "de direita". Os novos Nabokovs e Soljenitsins talvez estejam nascendo nos blogs da Internet brasileira. Tal como os nossos Stalins e Brejnevs já estão no ventre dos PT, do PSTU, do MST e de outros movimentos do tipo. Para finalizar esse enorme comentário, uma dica: uma maravilhosa exposição do liberalismo (e que por isso mesmo quase não fala de política, mas de valores) está no livrinho "O Saber dos Antigos", do filósofo italiano Giovanni Reale, Ed. Loyola. Estou recomendando-o para todo mundo: não custa nem vinte reais e marca fundo qualquer consciência. Esse, sim, é "revolucionário": pode mudar uma vida.

[Sobre "Filhos de Francis"]

por Felipe Ortiz
16/11/2002 às
12h35 200.184.182.2
 
Quanta vulgaridade
"Válido" no sentido de razoável ou correta, como em "acho válido esse seu comentário". "Pegar" no sentido de considerar ou pensar. "Vamos pegar o exemplo do livro". "Encaminhamento" em vez de programa. "O encaminhamento do seminário de hoje vai ser o seguinte..." O uso de termos que enfraquecem a veemência com que se defende uma idéia, por medo de parecer arrogante, ou de não soar relativista como todo mundo. Por exemplo: sempre dizer que "acha" alguma coisa, mesmo quando se tem certeza. "Li tudo o que encontrei sobre o assunto, e eu acho que Fulano estava mesmo certo." Ou chamar uma idéia de "proposta". "A discussão estava num impasse, quando vieram Fulano e sua proposta." O uso do adjetivo "revolucionário" como um elogio. Ou para qualificar coisas que, afinal, não são tão "revolucionárias" assim. "Filme revolucionário". "Descoberta revolucionária". E, claro, "proposta revolucionária", que é especialmente aplicado a artistas. "Potencial" no sentido de capacidade. Geralmente precedido do imperativo "acredite". "Acredite no seu potencial". "Vocês precisam acreditar no potencial do nosso Brasil". "Estratosférico" para designar qualquer coisa grande ou alta. "Juros estratosféricos". "Poderes estratosféricos". Ao leitor José Maria da Silveira: "mulher" no sentido de "cônjuge do sexo feminino" é perfeitamente recomendável. O termo é abundantemente usado no Código Civil brasileiro de 1916, redigido por Clóvis Beviláqua e Rui Barbosa, numa época em que as leis ainda eram modelos de expressão portuguesa. "Esposa", rigorosamente, é a noiva e não a mulher.

[Sobre "Sinais de Vulgaridade - Parte II"]

por Felipe Ortiz
4/11/2002 à
00h14 200.184.182.2
 
Bravo.
A cada quinze dias, venho aqui, basicamente para ler a coluna do Alexandre. Sempre é bom ou muito bom, mas alguns trechos me dão a sensação de estar lendo o último dos clássicos. Ando procurando seu livro "A Coisa Não-Deus". (Infelizmente não é muito fácil de achar.) Um grande abraço e parabéns.

[Sobre "Lula Já É Um Coitado"]

por Felipe Ortiz
22/10/2002 às
16h08 200.184.182.2
 
Julio Daio Borges
Editor

Digestivo Cultural
Histórico
Quem faz

Conteúdo
Quer publicar no site?
Quer sugerir uma pauta?

Comercial
Quer anunciar no site?
Quer vender pelo site?

Newsletter | Disparo
* Twitter e Facebook
LIVROS




A Paixão Erótica de Robert e Arabella
Kathleen Winsor
Record
(1986)



45 do primeiro tempo
Patrick Santos
Literare Books International
(2019)



Em Busca da Eficácia Em Treinamento
Jorge de Paiva Campos e Sebastião Guimarães
Abtd
(2009)



Teatro Dividido - a Cena Americana no Pós-guerra
Martin Gottfried
Bloch
(1967)



Cirque Du Soleil - a Reinvenção do Espetáculo
John Bacon; Lyn Heward
Elsevier
(2006)



Eu Fico Loko - As desaventuras de um adolescente nada convencional
Christian Figueiredo de Caldas
Novas Páginas
(2015)



Tentando Entender Monterroso
Luiz Arraes
7 Letras
(2005)



Pessoal e Intransferível
Sylvia Leal Regina Protasio
Record
(2004)



Resumo de Direito Eleitoral
Marcos Ramayana
Impetus
(2009)



Gabi e o Tesouro do Oriente
Tiago de Melo Andrade
Melhoramentos
(2009)





busca | avançada
86662 visitas/dia
2,4 milhões/mês