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Terça-feira, 1/7/2008
Comentários
Joel Fontenelle

Coisas conectadas
Acho que quem consegue amar de verdade já é uma pessoa feliz. São duas coisas muito interconectadas. Quem não é feliz não consegue amar, e quem não ama não é feliz... [Rio de janeiro -RJ]

[Sobre "Promoção Nada te Turbe"]

por Joel Fontenelle
1/7/2008 às
11h48 189.60.117.134
 
A Paulista é tudo de bom
Eu sou um carioca que amo a Avenida Paulista. É meu centro de referência sempre que vou a SP. É de lá que costumo partir pra tudo. Sem passar pela Paulista me perco, fico sem referencial na cidade. Amo tanto que escolhi uma livraria da Paulista (a Cultura do Conjunto Nacional) pra lançar meu livro "Albatroz, o encontro das tribos", no dia 6 de junho, embora quase todos tenham me recomendado a Livraria da Vila (que teria mais a ver com o tema do livro, o movimento hippie na Califórnia). Mas sei lá! Me sinto melhor na Paulista. Como insinua o texto do Rodrigo: há um mistério! Que, pra mim, envolve prazer, grandiosidade, gente legal e... acolhimento.

[Sobre "A beleza nervosa da avenida Paulista"]

por Joel Macedo
5/5/2008 às
13h28 201.37.53.222
 
E o caráter de Deus?
O texto é atraente, meigo e sedutor. O único problema desta argumentação é que a salvação eterna (que é o que verdadeiramente importa) não é tão abrangente, nem tão ecumência. Jesus avisou que o caminho que leva ao Deus Vivo é estreito. "Pois larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz para a perdição e são muitos os que entram por ela, mas apertado é o caminho que conduz para a vida e são poucos os que acertam com ele". Está lá em Mateus 7: 13-14. Quando mergulhamos nos textos sagrados, e não ficamos no discurso especulativo, certas verdades espirituais são duras de ouvir porque exigem reflexão, renúncia, cruz, santidade e mudança de vida. Deus é Amor, mas sua Santidade o impede de aceitar qualquer coisa. Não querem discutir o caráter de Deus?

[Sobre "Sobre o Caminho e o Fim"]

por Joel Macedo
24/3/2008 às
08h43 201.17.89.47
 
Delírio de poder
Como esse mundo exalta e idolatra qualquer um, qualquer coisa, qualquer obra que invista no delírio de poder! Coisa mais infantil...

[Sobre "Quebrando a banca, de Ben Mezrich"]

por Joel Macedo
6/3/2008 às
11h41 201.17.89.47
 
Nova utopia, já!
"O pós-modernismo cansou" é uma grande frase, Julio. A pós-modernidade prometeu muito mas está oferecendo muito pouco. Ou realmente "voltamos" ao moderno, como vc propõe no seu texto, acho que até ironicamente, ou teremos que inventar uma nova plataforma de sobrevivência com a máxima urgência. Porisso resolvi publicar o meu livro sobre o movimento hippie (o "Albatroz") logo agora: para lembrar que precisamos de uma utopia que nos liberte dessa pós-modernidade vazia - precisamos de uma nova utopia para caminhar.

[Sobre "Mário de Andrade pela Agir"]

por Joel Macedo
15/2/2008 às
12h59 201.17.89.47
 
Fossa, vanguarda e cassetetes
Eu só dividia um apartamento na Barata Ribeiro com a argentina Irma Alvarez mas como todo intelectual que se prezasse na época (eu era um assistente de direção do cinema novo e repórter de passeatas da Última Hora) também frequentava o Solar da Fossa. Graças à atriz e moradora Maria Gladys por quem eu era apaixonado na época - mas ela era apaixonada pelo Cecil Thiré que era apaixonado por... e tudo era mesmo uma fossa deslumbrante, em meio a muita música, cinema, teatro de vanguarda e... cassetetes da PM.

[Sobre "O Verão de 1968"]

por Joel Macedo
11/2/2008 às
13h17 189.60.87.217
 
Literatela
Seja em que formato for, me sinto realmente como a última geração do livro de papel. O cara pra se garantir com um livro fora da tela, hoje em dia, tem que ser muito bom e falar com um público muito específico, do qual ele é um guru insubstitível. Só assim ele vende e sobrevive...

[Sobre "O Kindle, da Amazon"]

por Joel Macedo
11/1/2008 às
13h49 189.60.87.217
 
Antes que seja tarde!
É verdade, Claire. Apesar da ironia no pedido de desculpas do Daniel, é duro ouvir o que ouvi outro dia de um jovem de 22 anos: agora ele estava se dedicando a ler apenas os clássicos e citou como exemplo "O monge o executivo". Tremi na base. Com certeza, mais do que nunca é hora de falar de artistas como Hawthorne, Melville, Kafka, Hemingway, Borges, Sándor Màrai... Antes que os "clássicos" da auto-ajuda ocupem seus lugares para sempre...

[Sobre "Dando a Hawthorne seu real valor"]

por Joel Macedo
10/10/2007 às
10h14 201.37.240.217
 
Devagar com a louça!
Não me leve a mal, mas essa abordagem des-contextualiza a obra de Gláuber e de todo o Cinema Novo, a poesia de Ferreira Gullar, o posicionamento de Nara e de toda a arte engajada dos tempos da ditadura militar, para fazer um afago e contextualizar a visão "processada" da periferia mencionada no texto, no balaio/engodo capitalista do "fim da história" e do mercado como a "única verdade".

[Sobre "Antônia, de Tata Amaral"]

por Joel Macedo
6/10/2007 às
09h15 201.37.62.249
 
Em defesa de Deus
Chega a dar pena. Pode existir obra de arte sem um autor? E quem é então o autor dessa obra de arte chamada Vida? Dessa obra de arte chamada Cosmos ou natureza? Dessa obra de arte chamada ser humano? Quem foi o autor dos animais com toda sua diversidade? É muita cegueira espiritual querer desqualificar um autor pra essa Arte toda. É mais que um retrocesso. É um fascismo. E o pior é que isso é considerado pós-moderno. Essa imbecilidade de negar a Deus está na crista da onda. Pobre mundo que não pára de tentar matar o autor da Vida.(Como se isso fosse possível).

[Sobre "Alguém ainda acredita em Deus?"]

por Joel Macedo
24/8/2007 às
11h00 201.37.61.95
 
Batalha off-stream
Uma entrevista como essa, do Julio com o Albarus, já justifica a existência do Digestivo. Absolutamente impecável e ultra-sonográfica da saga dos escritores brasileiros fora do mainstream, como é o caso dele e do meu. Embora eu já tenha livro publicado e até reconhecido como ícone dos anos 70 - Tatuagem - estou há mais de um ano com um texto inédito pronto, batendo cabeça no circuito editorial. Nem as pequenas, nem as médias, nem as megas... Vou examinar o caminho das pedras do Albarus e ver em que ele se aplica ao meu caso. E olha que esse meu livro publicado frequenta uma seleta lista de cult no Almanaque da Ana Maria Baiana, ao lado de Tolkien, Marcuse, Castanheda etc. E ninguém se interessou pelo meu inédito que conta uma história do final dos anos 60. Essa entrevista foi a fagulha de que eu precisava pra começar a trilhar novos caminhos, até porque, como ele disse, você fica por tanto tempo empenhado em publicar seu trabalho que até esquece de continuar escrevendo...

[Sobre "Bate-papo com Albarus Andreos"]

por Joel Macedo
24/8/2007 às
09h46 201.37.61.95
 
Não estamos longe disso
A sub-cultura da auto-ajuda, que despreza o bom texto, vem tentando com insistência - e conivência das grandes editoras - assassinar a literatura. Acho que a morte da literatura está mais vinculada a essa sub-cultura do que à saída de moda da ficção e da poesia, uma vez que isto é consequência da primeira hipótese. E tudo está ligado à sobrevivência heróica do homo sensibilis e à proeminência medíocre do homo robotis. No dia em que a literatura de ficção morrer, a literatura em si já terá suspirado há muito tempo. E, sinceramente, não acho impossível isso acontecer. Ou seja: verdadeiros escritores, guardiãs da arte, subsistirem numa camada subterrânea da sociedade e da cultura, como os primeiros cristãos nas catacumbas...

[Sobre "A literatura de ficção morreu?"]

por Joel Macedo
29/7/2007 à
01h20 200.222.36.170
 
Idade do sal (sal-dades dela)
Linda resenha! Lindo texto! Parabéns ao Marcelo Spalding.

[Sobre "Qual é, afinal, a melhor idade?"]

por Joel Macedo
26/3/2007 às
08h59 201.17.35.56
 
Uma provocação e tanto
Julio, tá vendo? Você mesmo criou o seminário que eu tinha proposto. E ficou demais! Suas respostas às questões 6, 7 e 9 me pareceram particularmente relevantes. Sua entrevista é uma provocação e tanto! Tem muito, mas muuuito, pano pra manga. Valeu, mano.

[Sobre "internet jornalismo revolução"]

por Joel Macedo
17/11/2006 às
18h22 200.222.27.249
 
Tirano é tirano
Gostei do "tirano à moda antiga". Até porque existe uma safra de tiranos pós-modernos com discurso de "garantia de direitos" - sempre para o público externo é claro -, e desrespeito e chibatadas para os domésticos. Mas não muda nada: tirano é tirano e pronto.

[Sobre "Os 25 anos do SBT"]

por Joel Macedo
3/10/2006 às
10h01 200.222.27.249
 
Julio Daio Borges
Editor
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